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	<title>Assunta Napolitano Camilo &#8211; Embanews</title>
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	<description>Conectando fabricantes e usuários do setor de embalagens</description>
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	<title>Assunta Napolitano Camilo &#8211; Embanews</title>
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		<title>NOSSA EMBALAGEM, NOSSA RESPONSABILIDADE</title>
		<link>https://embanews.com.br/nossa-embalagem-nossa-responsabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Assunta Napolitano Camilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 07:14:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2026]]></category>
		<category><![CDATA[ED432]]></category>
		<category><![CDATA[Fronteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[Nós fazemos parte de uma elite privilegiada: pessoas que detêm conhecimento e têm o poder]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="700" height="415" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2026/04/7_ED432-Fronteiras_img1.jpg" alt="Imagem de menor de idade em um aterro de lixo." class="wp-image-3945" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2026/04/7_ED432-Fronteiras_img1.jpg 700w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2026/04/7_ED432-Fronteiras_img1-300x178.jpg 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<p>Nós fazemos parte de uma elite privilegiada: pessoas que detêm conhecimento e têm o poder de transformar a realidade por meio de ações simples. Cada um de nós pode contribuir, começando pela indignação consciente diante do que está acontecendo.</p>



<p>Podemos e devemos compartilhar o que sabemos, participar de programas de educação ambiental e cobrar dos governantes sistemas de coleta e reciclagem realmente eficientes. Também cabe a nós orientar de forma construtiva sempre que identificarmos embalagens com oportunidades de melhoria, seja qual for a natureza delas.</p>



<p>Precisamos ser responsáveis pelas escolhas que fazemos: pelos produtos que compramos e pela maneira como destinamos nossos resíduos. As empresas, por sua vez, devem assumir a parte que lhes cabe, respeitando a legislação e as normas ambientais.</p>



<p>Profissionais que atuam com embalagens têm um papel decisivo nesse processo. Devem ser protagonistas da transição para a economia circular, observando recomendações técnicas sobre materiais e promovendo simbologia e orientações claras aos consumidores. Podemos começar com simples decisões, porém temos que começar.</p>



<p>É fundamental exercitar a empatia pelos animais e pelas plantas que estão sendo dizimados. O planeta é de todos. Temos que nos indignar e brigar diante de rios e oceanos, montanhas e parques tomados por resíduos de toda espécie. Precisamos denunciar injustiças sociais, discriminações, maus-tratos aos animais, desmatamentos e qualquer forma de agressão à natureza, pois pequenos atos de omissão podem desencadear grandes consequências.</p>



<p>A transformação começa quando reconhecemos que o “outro” é nosso semelhante, alguém que, assim como nós, tem direito a uma vida digna. É a partir dessa consciência que o mundo realmente começa a mudar.</p>



<p>São Francisco de Assis disse: “Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível e, de repente, você estará fazendo o impossível”</p>



<p>Vamos juntos fazer: <em>EMBALAGEM MELHOR, MUNDO MELHOR!</em></p>
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		<title>DE BELÉM PARA O MUNDO</title>
		<link>https://embanews.com.br/de-belem-para-o-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Assunta Napolitano Camilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 21:59:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2026]]></category>
		<category><![CDATA[ED431]]></category>
		<category><![CDATA[Fevereiro]]></category>
		<category><![CDATA[Fronteiras]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
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					<description><![CDATA[A COP 30 abriu uma janela rara, dessas que não se repetem com facilidade. Empresários]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="700" height="278" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2026/02/7_ED431-Fronteiras_img1.jpg" alt="Foto de produtos de Belém do Pará." class="wp-image-3892" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2026/02/7_ED431-Fronteiras_img1.jpg 700w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2026/02/7_ED431-Fronteiras_img1-300x119.jpg 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<p>A COP 30 abriu uma janela rara, dessas que não se repetem com facilidade. Empresários locais tiveram a chance de mostrar seus produtos, suas histórias, seus saberes. Para estrangeiros. Para brasileiros. Para quem foi ver a floresta, o clima, o futuro, e acabou encontrando identidade nas prateleiras.</p>



<p>Percorri pontos de venda de diferentes tamanhos, na cidade e no entorno. E ali estavam eles: produtos únicos, cheios de potência. Alguns já com embalagens interessantes. Outros pedindo apenas um pouco mais tecnologia para brilhar.</p>



<p>O açaí, sempre ele, reinventado. A Guamá, de Castanhal, à beira da Transamazônica, apresenta grãos de açaí torrado e moído, capazes de substituir o café. Há até versão com cacau. Uma ideia forte. Inovadora. A embalagem flexível cumpre seu papel, mas poderia comunicar melhor — design mais limpo, cores mais bem registradas, mensagem mais evidente.</p>



<p>A Cacau Way, da cooperativa Coopatrans, em Medicilândia, também às margens da Transamazônica, traz chocolates em barras envoltas em papel alumínio e cartucho de papelcartão. O nome poderia dialogar mais com a Amazônia. A embalagem, por sua vez, ainda carece de simbologia e rotulagem ambiental adequadas. Há espaço para evoluir: papelcartão com conteúdo reciclado pós-consumo seria plenamente possível, já que o produto está protegido.</p>



<p>O design valoriza ícones da região, o mercado de São Brás, em Belém, e a imagem da Santa do Círio de Nazaré. Cultura impressa. Pertencimento visível.</p>



<p>Mas o produto que já ganhou o Brasil carrega um nome que é, por si só, manifesto: Sidjä Wahiü. Uma expressão indígena que significa Mulher Forte. Mulher Guerreira.</p>



<p>Marca de chocolate artesanal criada por Katyana Xipaya, líder indígena e produtora agrícola da comunidade ribeirinha de Jericoá, na Volta Grande do Xingu. Um chocolate que vai além do sabor. Um símbolo do protagonismo feminino indígena. Uma referência nacional.</p>



<p>Aqui, a embalagem não se limita a proteger. Ela conta histórias. O lado interno reforça narrativas, processos, o fazer manual. Embalagem como voz.</p>



<p>A Cervejaria Cabôca também traduz território. O nome reflete a pronúncia local. A produção em pequenos lotes justifica o uso do rótulo sleeve. No verso, a explicação do processo e o convite claro: prestigie o que é daqui.</p>



<p>E houve escolhas que me agradaram especialmente. Embalagens rígidas, garrafas PET, bem aplicadas para grãos e farofas, como fizeram a Pai D’egua e a CGL com o feijão-fradinho. Funcionalidade, proteção e presença no ponto de venda.</p>



<p>Tudo isso nos leva a uma reflexão inevitável.</p>



<p>Nós, que conhecemos os recursos que a embalagem pode oferecer, precisamos nos mobilizar. Orientar cooperativas. Apoiar pequenas empresas. Transformar bons produtos em propostas verdadeiramente competitivas.</p>



<p>Embalagem é estratégia. É narrativa. É futuro.</p>



<p>Quem quiser, e puder se juntar a nós, o convite está feito.</p>



<p>EMBALAGEM MELHOR, MUNDO MELHOR.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>DIRETO DA COP30, DE BELÉM</title>
		<link>https://embanews.com.br/direto-da-cop30-de-belem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Assunta Napolitano Camilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 14:48:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2026]]></category>
		<category><![CDATA[ED430]]></category>
		<category><![CDATA[Fronteiras]]></category>
		<category><![CDATA[Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
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					<description><![CDATA[Belém esteve no centro das atenções do mundo com a COP 30. E Belém, como]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="700" height="219" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2026/02/6_ED430-Fronteiras_img1.jpg" alt="Foto dos produtos apresentados na Cop30." class="wp-image-3867" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2026/02/6_ED430-Fronteiras_img1.jpg 700w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2026/02/6_ED430-Fronteiras_img1-300x94.jpg 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<p>Belém esteve no centro das atenções do mundo com a COP 30. E Belém, como poucas cidades, traduz o Brasil em sua essência: riqueza e pobreza caminhando lado a lado. Uma cidade que ainda carece de infraestrutura, que precisa cuidar muito melhor da sua gente, da floresta que a sustenta e dos produtos que nascem desse território extraordinário.</p>



<p>E, ainda assim, vimos iniciativas inspiradoras. Produtos incríveis. Histórias que merecem ser contadas, e protegidas.</p>



<p>Um excelente exemplo é a Biscoitos Mariqueti, da Mariqueti Doceria, marca conhecida, querida e popular em Belém do Pará. Biscoitos artesanais, sabores regionais, identidade local. Vendidos em latas decoradas, eles carregam não apenas produto, mas memória, afeto e cultura.</p>



<p>Uma marca genuinamente paraense, que utiliza ingredientes locais como cupuaçu e castanha- do-Brasil, entregando ao consumidor um sabor autêntico da Amazônia.</p>



<p>A Mariqueti representa aquilo que acreditamos: uma empresa que soube se apresentar ao mercado por meio de embalagens que protegem, identificam a marca, são convenientes, belas, seguras e sustentáveis.</p>



<p>A embalagem está bem resolvida. Porém, a realidade se impõe: com fornecedores concentrados no Sudeste, surgem os desafios de lotes, prazos, logística e custos. Manter boas embalagens em uma cidade distante dos grandes polos fornecedores é, ainda, um enorme obstáculo.</p>



<p>E a Mariqueti é exceção. Centenas de outras empresas precisam de apoio para viabilizar embalagens adequadas para seus produtos — doces caseiros, chocolates, cosméticos, entre tantos outros.</p>



<p>O SEBRAE levou para a zona verde da COP centenas de produtos locais. Uma iniciativa valiosa. Mas ficou evidente que muitos careciam de orientação em embalagem: proteção adequada, shelf-life, identificação clara, atratividade no ponto de venda.</p>



<p>Produtos deliciosos, bons, feitos com cuidado, porém sem uma embalagem à altura do que entregam. O doce de leite de coco de babaçu da Cooperativa Interestadual das Mulheres Quebradeiras de Coco Babaçu (CIMQCB), por exemplo, precisava de um design que contasse melhor a história do produto e da própria cooperativa.</p>



<p>Outros potes de doces delicados também careciam de direcionamento, de soluções técnicas, de indicação de fornecedores.</p>



<p>O mesmo se via nos biscoitos e chocolates: embalagens aquém da qualidade do produto que vestiam. Forrar caixas com folhas é lindo, é poético,mas como escalar? Como garantir segurança, repetibilidade e mercado?</p>



<p>Por isso, acredito que nós, que conhecemos os recursos, as soluções e o poder transformador das embalagens, precisamos nos mobilizar. Orientar cooperativas e pequenas empresas para que tenham embalagens mais competitivas, mais adequadas, mais justas com seus produtos.</p>



<p>Quem quiser e puder se juntar a nós, o convite está feito. Para juntos construirmos: Embalagem melhor, Mundo melhor!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A DOCE HISTÓRIA DA BALA DE BANANA DE ANTONINA</title>
		<link>https://embanews.com.br/a-doce-historia-da-bala-de-banana-de-antonina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Assunta Napolitano Camilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2025 11:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[ED428]]></category>
		<category><![CDATA[Fronteiras]]></category>
		<category><![CDATA[Novembro]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
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					<description><![CDATA[Há produtos que vão muito além do sabor. Que carregam memória, afeto e pertencimento. A]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="278" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/5_ED428-Fronteiras_img1.jpg" alt="Foto do produto Bala de Banana de Antonina" class="wp-image-3701" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/5_ED428-Fronteiras_img1.jpg 700w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/5_ED428-Fronteiras_img1-300x119.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<p>Há produtos que vão muito além do sabor. Que carregam memória, afeto e pertencimento. A bala de banana de Antonina é um desses tesouros brasileiros. Cada embalagem, cada pedacinho envolto em papel simples, guarda uma história doce, que nasceu no coração do Paraná e se espalhou pelo país.</p>



<p>Tudo começou em 1970, quando o litoral paranaense recebia turistas encantados com um doce diferente: uma bala de banana natural, macia, com gosto de fruta madura e de tempo bem gasto. Uma delícia feita de histórias que se cruzam, das famílias Mendes e Soter, que transformaram a fartura das bananas locais em tradição e identidade.</p>



<p>Hoje, as duas famílias seguem lado a lado, unidas pela mesma paixão. A tradição ganhou selo e reconhecimento: em 2020, a bala de banana de Antonina e Morretes recebeu a Indicação Geográfica (IG) do INPI, consagrando não só o produto, mas o território, as pessoas e o modo de fazer.</p>



<p>Para ser certificada, a bala precisa seguir a receita original: banana nanica do litoral, açúcar e, no máximo, um toque de xarope de glicose. Só isso. A simplicidade que encanta há mais de quatro décadas. Alguns processos se modernizaram, mas o essencial permanece: o saber- -fazer artesanal, o cuidado humano e o aroma que anuncia — aqui, tradição é feita à mão.</p>



<p>A embalagem da bala de banana é mais do que um invólucro. É o guardião de uma história que começou com duas famílias e hoje representa uma região inteira. Um símbolo de identidade, memória e sabor, embalado com o coração do Paraná.</p>



<p>Porque toda embalagem conta uma história.</p>



<p>Embalagem melhor, mundo melhor.</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CHOCOLATES ARTESANAIS UNEM TRADIÇÃO E DESIGN SOFISTICADO</title>
		<link>https://embanews.com.br/chocolates-artesanais-unem-tradicao-e-design-sofisticado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Assunta Napolitano Camilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 15:04:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[ED427]]></category>
		<category><![CDATA[Fronteiras]]></category>
		<category><![CDATA[Outubro]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
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					<description><![CDATA[Embora o chocolate da Tailândia ainda não seja tão popular quanto produtos como coco, aloe]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="410" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/6_ED427-Fronteiras_img1.jpg" alt="Foto de produtos KanVela" class="wp-image-3669" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/6_ED427-Fronteiras_img1.jpg 700w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/6_ED427-Fronteiras_img1-300x176.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<p>Embora o chocolate da Tailândia ainda não seja tão popular quanto produtos como coco, aloe vera, pimentas e misturas exóticas, o país vem desenvolvendo há muito tempo uma tradição própria nesse segmento. Algumas províncias produzem chocolates em barras e em pó, revelando um cenário cada vez mais promissor.</p>



<p>Em Bangkok, destaca-se a marca Paradai, reconhecida pela qualidade de seus chocolates, assim como a Scent of Healthy, famosa pelas barras com frutas, como a Pineapple Frenzy. Os cartuchos são decorados com ilustrações que remetem diretamente ao campo de cada ingrediente. Na versão com abacaxi, por exemplo, aparece a figura de um agricultor em meio à plantação da fruta.</p>



<p>Na região de Chiang Mai, no centro do país, o protagonismo é dos chocolates artesanais, como os da marca Siamaya, que incorporam sabores locais, como chá, coco e pimenta em suas receitas. Outro ícone da região é a KANVELA (palavra que, em tailandês, significa a passagem do tempo). A marca cultiva seu próprio cacau e transforma os grãos em chocolates premiados internacionalmente, orgulho exibido com destaque em suas lindas embalagens.</p>



<p>As embalagens da KanVela são verdadeiras obras de arte: cuidadosamente elaboradas e lacradas. O requinte do hot-stamping no logotipo, as janelas com recortes especiais e ilustrações encantadoras, levam o consumidor ao deleite desde a escolha da versão que irá comprar. As cores intensas dos cartuchos diferenciam cada versão, todas com elementos culturais tailandeses em imagens que mais parecem pinturas. É uma linha sofisticada, com apresentação impecável, que emociona e intriga o consumidor. A cada abertura, um deleite extra: detalhes sobre a produção e a história da produção do chocolate.</p>



<p>Da Tailândia também vem a mais refinada e pioneira das marcas locais: a Mark Rin. Desde 1987, cientistas estudam o cacau, a partir de mudas trazidas do Peru, e alcançaram padrão de qualidade de nível mundial, acumulando certificações e prêmios. As embalagens refletem essa excelência: luxuosos estojos de papelcartão empastado, com hot-stamping no nome da marca e nas ilustrações de cacau. Cada estojo ainda recebe uma luva igualmente sofisticada, transformando o chocolate em um presente de pura felicidade.</p>



<p>Embalagens mundo afora tornam o mundo melhor.</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TRADIÇÃO, CULTURA E HISTÓRIA NAS EMBALAGENS DO VIETNÃ</title>
		<link>https://embanews.com.br/tradicao-cultura-e-historia-nas-embalagens-do-vietna/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Assunta Napolitano Camilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 19:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2026]]></category>
		<category><![CDATA[ED426]]></category>
		<category><![CDATA[Fronteiras]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro]]></category>
		<category><![CDATA[2025]]></category>
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					<description><![CDATA[A gastronomia e as bebidas do Vietnã se destacam por seus sabores e aromas únicos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="273" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/6_ED426-Fronteiras_img1.jpg" alt="Foto de produtos do Vietnã" class="wp-image-3619" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/6_ED426-Fronteiras_img1.jpg 700w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/6_ED426-Fronteiras_img1-300x117.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<p>A gastronomia e as bebidas do Vietnã se destacam por seus sabores e aromas únicos na Ásia e no mundo. Temperos e molhos são valorizados pelos vietnamitas, assim como as pimentas. O molho de peixe mais tradicional na Ásia tem origem no Vietnã. Seu nome, Nuoc Mam Tin (que significa molho de peixe de lata), surgiu há cerca de 300 anos, quando os pescadores de Phan Thiet armazenavam o molho de peixe de primeira prensagem — conhecido como Nuoc Mam Rin — em potes especiais de barro chamados Tin.</p>



<p>O sabor único do Nuoc Mam Rin vem da alta concentração de proteína do peixe, que começa com uma leve salinidade e é seguido por um adocicado natural do próprio peixe. É esse molho nobre que dá origem ao Nuoc Mam Tin. A receita tradicional foi resgatada e hoje está preservada no Museu do Molho de Peixe de Lang Chai Xua. A produção segue os mesmos princípios de séculos atrás, utilizando apenas ingredientes naturais, anchovas pretas frescas e sal puro, e um processo artesanal, livre de conservantes. Embora o nome ainda traga a palavra “Tin” (lata), atualmente o molho é comercializado em garrafas de vidro, com tampas práticas abre e fecha. O rótulo em papel kraft mantém o design original, com seus elementos gráficos na tradicional cor vermelha.</p>



<p>Na culinária, os temperos em frascos plásticos oferecem uma solução prática para quando não há disponibilidade dos ingredientes frescos. Entre os pratos prontos, destaca- se o Chao Nam Dong Cô, um creme de cogumelos tipo shitake que ganha um sabor especial graças à combinação cuidadosa dos temperos. A Cauire oferece uma ampla linha de molhos, com destaque para o molho de soja apimentado, muito apreciado para acompanhar pratos fritos, uma preferência bastante comum na região.</p>



<p>A tradição também se manifesta nas sobremesas. O bolo de feijão, por exemplo, representa a harmonia entre tradição e modernidade. Seu sabor combina o doce suave do feijão verde-amarelo com a leveza do chá verde, proporcionando uma experiência gastronômica sofisticada e, ao mesmo tempo, familiar. Para ocasiões especiais, como casamentos, esse bolo é embalado em uma caixa dourada no formato de uma moeda antiga, símbolo de prosperidade e bons desejos.</p>



<p>O chá tipo Oolong se tornou muito popular no Vietnã, por seu aroma adocicado e sabor suave, com menos amargor que os tradicionais chás verdes. Trata-se de uma bebida altamente valorizada e apreciada no país. Sua embalagem, em papelcartão com formato octogonal, traz uma mandala que resgata a história ancestral, contada por meio dos detalhes desses desenhos. As cores dourado e vermelho reforçam a excelência deste chá, produzido a partir de folhas cuidadosamente selecionadas e secadas sob o sol do Vietnã.</p>



<p>A Destilaria MAM tem como propósito levar ao mundo a essência da história e da cultura do Vietnã por meio de uma coleção de licores feitos com frutas e flores típicas do país. Cada garrafa carrega o sabor autêntico e a alma vietnamita. Moc Chau, famosa em toda a região pelos diversos tipos de damascos, como os amarelos e os brancos, inspira um dos sabores mais especiais. Como a colheita acontece em um curto período, de março a abril, transformar os damascos em licores e doces é uma forma de preservar esse sabor único o ano todo. Com orgulho, o nome MAM VIETNAM é estampado no ombro da garrafa, enquanto o fundo traz o selo da marca, que também pode ser utilizado como um carimbo, reforçando a autenticidade e a identidade da destilaria.</p>



<p>Embalagens mundo afora melhores, mundo melhor.</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>EMBALAGENS QUE CONTAM HISTÓRIAS E CONECTAM CULTURAS</title>
		<link>https://embanews.com.br/embalagens-que-contam-historias-e-conectam-culturas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Assunta Napolitano Camilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 19:37:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Agosto]]></category>
		<category><![CDATA[ED425]]></category>
		<category><![CDATA[Fronteiras]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
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					<description><![CDATA[Singapura é muito mais do que um dos principais centros financeiros do mundo. É um]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="383" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/09/6_ED425-Fronteiras_img1.jpg" alt="Foto embalagens de Singapura" class="wp-image-3427" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/09/6_ED425-Fronteiras_img1.jpg 800w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/09/6_ED425-Fronteiras_img1-300x144.jpg 300w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/09/6_ED425-Fronteiras_img1-768x368.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p>Singapura é muito mais do que um dos principais centros financeiros do mundo. É um verdadeiro mosaico cultural, onde chineses, malaios, indianos e outras comunidades convivem em harmonia, cada uma contribuindo com seu olhar único para a vida nessa vibrante cidade-estado. Essa riqueza multicultural está presente em todos os aspectos — na arquitetura, nas religiões, na gastronomia, nos idiomas, nas expressões artísticas… e, é claro, nas embalagens.</p>



<p>A comunidade chinesa, majoritária, marca presença com sua força e espírito empreendedor, visíveis nas ruas e nas prateleiras. Um exemplo é a icônica cerveja Tiger, cuja identidade visual traduz perfeitamente esse dinamismo e inovação. Outra expressão interessante dessa fusão cultural é a edição especial da cerveja dinamarquesa Carlsberg, produzida localmente, que ganhou uma embalagem decorada com um dragão em celebração ao Ano Novo Chinês.</p>



<p>Já os malaios, em sua maioria muçulmanos, mantêm vivas tradições mais conservadoras, especialmente no que diz respeito ao consumo de bebidas alcoólicas. Suas mesquitas, mercados e bairros árabes são convites para mergulhar em uma cultura rica e ancestral.</p>



<p>Nos pontos de venda, essa diversidade se traduz em prateleiras repletas de molhos e temperos voltados para diferentes culinárias, além de snacks como os Kang Xiau Lu, que oferecem uma variedade de sabores típicos de cada grupo étnico.</p>



<p>Também encontramos produtos com influência japonesa, como o macarrão instantâneo Nissin, produzido localmente, e o chá Ayataka — ambos com embalagens bilíngues, em inglês e japonês.</p>



<p>Os chás, aliás, são apreciados por todas essas culturas e aparecem em diferentes versões nas prateleiras. O tradicional chá vermelho Pu Erh, conhecido por suas propriedades digestivas e anti-inflamatórias, é um exemplo de embalagem sóbria e direta, alinhada à proposta do produto. Já a marca Yeo’s, famosa por suas bebidas, oferece uma linha de chás de ervas com combinações como gengibre, lavanda e hortelã — valorizando os saberes tradicionais de diferentes etnias.</p>



<p>Muitos produtos de origem australiana também são produzidos em Singapura sob licença, como os da marca Marigold, que oferece uma ampla linha de leites, iogurtes e outros laticínios, demonstrando como parcerias internacionais enriquecem o cenário local.</p>



<p>Países multiculturais que valorizam e promovem produtos capazes de atender às diferentes tradições e gostos de sua população ajudam a construir um mundo melhor — mais inclusivo, respeitoso e plural.</p>



<p>Embalagens mundo afora melhores, mundo melhor.</p>
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		<title>A MULTICULTURALIDADE DE SINGAPURA NAS EMBALAGENS</title>
		<link>https://embanews.com.br/a-multiculturalidade-de-singapura-nas-embalagens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Assunta Napolitano Camilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 21:58:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[ED424]]></category>
		<category><![CDATA[Fronteiras]]></category>
		<category><![CDATA[Julho]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
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					<description><![CDATA[Singapura é um verdadeiro encontro de mundos. Um lugar onde as diferenças se complementam com]]></description>
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<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="298" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/08/6_ED424-Fronteiras_img1.jpg" alt="Foto de embalagens em Singapura." class="wp-image-3135" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/08/6_ED424-Fronteiras_img1.jpg 800w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/08/6_ED424-Fronteiras_img1-300x112.jpg 300w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/08/6_ED424-Fronteiras_img1-768x286.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p>Singapura é um verdadeiro encontro de mundos. Um lugar onde as diferenças se complementam com harmonia. Cada grupo preserva sua identidade, ao mesmo tempo em que contribui para um espírito coletivo vibrante — o que torna o país um exemplo inspirador de convivência, diversidade e prosperidade.</p>



<p>A cultura chinesa tem grande influência, perceptível especialmente na culinária e na medicina tradicional. É comum encontrar lojas especializadas em produtos medicinais populares, com uma infinidade de chás, unguentos, pomadas, cremes e vitaminas baseadas em conhecimentos ancestrais.</p>



<p>Veja, por exemplo, está sopa da marca Thyeshan: a embalagem traz um design gráfico que destaca uma panela tradicional, e através de uma janela transparente, é possível visualizar os 12 ingredientes selecionados para tonificar o cérebro — uma combinação que une tradição e apelo visual.</p>



<p>Nos potes de unguentos, a variedade também impressiona: o rótulo rosa indica fórmula à base de noz-moscada, enquanto o amarelo revela um poderoso “super-bálsamo”, ideal para dores lombares e torcicolos.</p>



<p>A miscigenação de povos também se reflete na criatividade das empresas locais. A marca Spring Home, por exemplo, oferece rolinhos primavera (spring rolls) com recheio vegetal, agradando não apenas aos asiáticos, mas também aos indianos — muitos deles vegetarianos. Pensando ainda nesse público, a marca oferece samosas, o salgado preferido dos indianos. Ambos os produtos levam o selo Halal, ampliando o atendimento aos consumidores muçulmanos.</p>



<p>Por ser uma cidade-estado insular, Singapura valoriza ingredientes do mar. Um bom exemplo são os snacks de pele de peixe com sabor de algas — ricos em proteínas, práticos e saborosos, perfeitos para consumo on-the-go.</p>



<p>Singapura também é referência em inovação.</p>



<p>A marca InsectYumz, por exemplo, apresenta uma linha de alimentos sustentáveis à base de insetos. Na embalagem, encontramos minhocas prontas para consumo, em formato de snack. No verso, a marca assegura que seus insetos são seguros para o consumo, criados em fazendas controladas, manipulados de forma higiênica e processados conforme as normas da HCCP. Além disso, são nutritivos, ricos em proteínas, ferro e vitamina B — prontos para serem saboreados puros ou incorporados aos pratos do dia a dia.</p>



<p>Em um país multicultural como Singapura, oferecer produtos para todos é essencial.</p>



<p>Embalagens mundo afora melhores, mundo melhor.</p>
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