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	<title>Clarice Fedosse Zornio &#8211; Embanews</title>
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	<description>Conectando fabricantes e usuários do setor de embalagens</description>
	<lastBuildDate>Thu, 30 Oct 2025 10:18:52 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Clarice Fedosse Zornio &#8211; Embanews</title>
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	<item>
		<title>SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL E CUMPRIMENTO DE FUNÇÃO DAS EMBALAGENS PLÁSTICAS FLEXÍVEIS</title>
		<link>https://embanews.com.br/sustentabilidade-ambiental-e-cumprimento-de-funcao-das-embalagens-plasticas-flexiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Henrique Moraes,&#160;Clarice Fedosse Zornio&#160;and&#160;Amanda Alves Domingos Maia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 19:12:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[ED426]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagens Flexíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagens Flexiveis]]></category>
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					<description><![CDATA[As embalagens plásticas flexíveis desempenham papel fundamental na conservação, proteção e transporte de alimentos, produtos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As embalagens plásticas flexíveis desempenham papel fundamental na conservação, proteção e transporte de alimentos, produtos de higiene e bens de consumo em geral. Seu desenvolvimento vem sendo cada vez mais orientado por diretrizes de sustentabilidade, impulsionadas por legislações, metas corporativas e expectativas do consumidor.</p>



<p>Nesse contexto, algumas tendências ganham destaque, como a simplificação e a compatibilização de estruturas como soluções de design para a reciclagem (D4R) e a incorporação de resina reciclada pós-consumo (PCR), sem deixar de lado a performance das embalagens. Esses e outros temas foram discutidos na 13ª Conferência Internacional de Embalagens Flexíveis Tappi/Cetea 2025, que aconteceu no Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital) de 23 a 25 de setembro no formato híbrido.</p>



<p>A simplificação de estrutura está relacionada à redução da complexidade das embalagens multicamadas e à busca por soluções monomateriais. Tradicionalmente, os plásticos flexíveis são formados pela combinação de diferentes polímeros que proporcionam propriedades como barreira a gases, resistência mecânica e brilho. No entanto, essa diversidade de materiais dificulta a reciclagem, já que a separação de cada polímero é tecnicamente desafiadora e pouco viável em escala industrial.</p>



<p>Associado a isso, a impressão presente pode gerar contaminação no material reciclado e até mesmo comprometer as suas propriedades mecânicas, limitando a aplicação do reciclado. A remoção das camadas de impressão é tecnicamente desafiadora e demanda processos adicionais, muitas vezes economicamente inviáveis em escala industrial.</p>



<p>Algumas soluções comerciais para esses entraves, as quais contribuem para melhorar a circularidade dos materiais plásticos e reduzir os seus impactos ambientais, foram discutidas por especialistas de grandes empresas ligadas ao setor como ExxonMobil, Toyo Ink Brasil, Antilhas, Braskem e Allianza, na Conferência Tappi/Cetea deste ano.</p>



<p>No âmbito da compatibilização de estruturas para a reciclagem, destacam-se os desenvolvimentos de filmes plásticos que combinam grades específicos de polietileno e poliamida projetados para apresentar maior compatibilidade frente aos processos de reciclagem mecânica. Historicamente, a associação entre esses dois polímeros gera limitações significativas nesse processo, pois suas diferenças de polaridade e estrutura química resultam em baixa miscibilidade, comprometendo a qualidade do material reciclado.</p>



<p>Avanços na formulação de grades compatíveis têm permitido melhorar a adesão interfacial e reduzir a separação de fases, garantindo melhores propriedades mecânicas e estabilidade do reciclado. Essa abordagem, explorada na conferência pela UBE, amplia a reciclabilidade de estruturas multicamadas que necessitam da alta barreira a gases fornecida pela poliamida e da processabilidade e versatilidade do polietileno, tornando tais filmes mais alinhados às diretrizes de circularidade e metas de sustentabilidade do setor, temas também abordados pela Yattó.</p>



<p>Outro caminho em expansão é a incorporação de PCR nas embalagens plásticas flexíveis, tema discutido pela Plastiweber. A utilização de resina pós-consumo reciclada em embalagens flexíveis representa um avanço significativo na economia circular, pois promove a reinserção de materiais no ciclo produtivo. Essa prática reduz a dependência de resinas virgens, diminui a pegada de carbono associada à produção e atende a compromissos de sustentabilidade assumidos por diversas empresas.</p>



<p>Como desafios técnicos e regulatórios ainda existem, principalmente relacionados à qualidade, à pureza do PCR e à segurança ao consumidor, avanços em tecnologias de reciclagem química vêm ampliando as possibilidades de aplicação do PCR em contato direto com alimentos para outras resinas além do poli(tereftalato de etileno), cuja reciclagem mecânica é permitida para contato com alimentos pela RDC n° 20 de 26 de março de 2008.</p>



<p>A tendência de sustentabilidade tem direcionado muitos dos desenvolvimentos de novas embalagens, com soluções sendo apresentadas na Tappi/Cetea 2025 pela Universidade Tecnológica Nacional (UTN), da Argentina, e pelas empresas Ecopopoli, Nanox, Avient e Avery Dennison. Contudo, há necessidade de comprovação da efetividade dos ganhos ambientais propostos, conforme foi discutido por empresas como GAIA BioMaterials e Basf, e assegurada a qualidade das novas estruturas e formulações, objeto de discussão apresentado pela Thermo Fischer.</p>



<p>O fato é: os desenvolvimentos de embalagens plásticas flexíveis orientados por aspectos de sustentabilidade não podem deixar de lado o atendimento a requisitos de proteção dos produtos ou de etapas do processamento de alimentos envasados. Quando a embalagem falha em cumprir sua função, há não só o desperdício do material da embalagem, mas também dos recursos naturais usados para a obtenção do produto acondicionado, resultando em impactos ambientais significativamente maiores. Com foco nessa perspectiva de performance de materiais de embalagem, valeu a pena acompanhar na conferência o que dizeram especialistas da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e das empresas Milliken, Nova Chemicals, Dow, Embaquim, Cepalgo e Oben.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="217" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/5_ED413-Pesquisa_img1.jpg" alt="imagem do instituto de tecnologia de alimentos e do governo do estado de são paulo" class="wp-image-1334" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/5_ED413-Pesquisa_img1.jpg 600w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/5_ED413-Pesquisa_img1-300x109.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="400" height="400" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/5_ED426-Pesquisa_img1.jpg" alt="QR Code com a programação da 13ª Conferência Internacional de Embalagens Flexíveis Tappi/Cetea 2025" class="wp-image-3618" style="width:216px;height:auto" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/5_ED426-Pesquisa_img1.jpg 400w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/5_ED426-Pesquisa_img1-300x300.jpg 300w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/5_ED426-Pesquisa_img1-150x150.jpg 150w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/5_ED426-Pesquisa_img1-70x70.jpg 70w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></figure>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ASPECTOS DA LEGISLAÇÃO PARA USO DE POLÍMEROS RECICLADOS EM EMBALAGENS PARA ALIMENTOS – PARTE 4</title>
		<link>https://embanews.com.br/aspectos-da-legislacao-para-uso-de-polimeros-reciclados-em-embalagens-para-alimentos-parte-4/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clarice Fedosse Zornio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 10:45:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[ED423]]></category>
		<category><![CDATA[Junho]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
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					<description><![CDATA[Artigo original completo foi publicado no Informativo Cetea Vol. 36 nº 3 De modo geral,]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Artigo original completo foi publicado no Informativo Cetea Vol. 36 nº 3</h3>



<p>De modo geral, a FDA tem como preceito analisar detalhadamente a tecnologia de processamento desenvolvido por cada empresa com o intuito de garantir que o processo de reciclagem utilizado origine produtos com pureza adequada para aplicações em embalagens de alimentos. Isso é feito a partir da análise de toda uma documentação que contempla:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Descrição completa do processo de reciclagem, incluindo a fonte, todo o procedimento para controle da origem do polímero a ser reciclado, e as medidas a serem tomadas para que o material não seja alvo de contaminação, tanto antes da coleta quanto durante o processo de reciclagem, para garantir que apenas materiais que atendam à regulamentação sejam reciclados;</li>



<li>Apresentação dos resultados de testes demonstrando que o processo de reciclagem é efetivo para remover possíveis contaminantes (challenge test). A utilização do material PCR como substituto do material virgem só deve ser feita quando é garantido que não haja possibilidade de contaminação com outras substâncias (além dos alimentos em si), isso sendo feito ou porque há um controle rigoroso da origem do material a ser reciclado ou porque há uma alta eficiência de limpeza durante o processo de reciclagem. Além disso, testes adicionais de migração ou modelagem podem ser realizados caso seja necessário demonstrar a capacidade de reduzir, a níveis consideravelmente baixos, possíveis contaminantes acidentais;</li>



<li>Descrição das condições propostas de uso do material PCR (temperatura de uso pretendida, tipo de alimento com o qual o polímero entrará em contato, duração do contato, destinação para uso único ou repetido etc.).</li>
</ul>



<p>Verificada a adequação do processo de reciclagem, a FDA emite um parecer favorável ao fabricante, por meio de uma carta de não-objeção (non-objection letter, NOL). Como já foi comprovado que o processamento por reciclagem terciária para o politereftalato de etileno (PET) e o polinaftalato de etileno (PEN) geram materiais com pureza adequada, a FDA não avalia esses processos e não emite, portanto, NOLs para esses materiais.</p>



<p>De fevereiro de 1990 a novembro de 2024, foram emitidas 361 NOLs para diferentes empresas considerando o uso de polímeros PCR para embalagens para alimentos. Não é possível ter acesso a essas cartas, mas o site da FDA disponibiliza informações sobre a empresa que submeteu o pedido, o tipo de polímero PCR e de reciclagem, as limitações de uso (considerando os tipos de alimentos e de contato) e a data de emissão. Quanto ao tipo de processamento, 90% das NOLs emitidas são para reciclagem física e as demais são para reciclagem química do PET. Considerando o tipo de material, a maioria das NOLs é emitida para o PETPCR (62%), seguido pelo polietileno (PE) PCR (14%), pelo polipropileno (PP) PCR (11%), pelo poliestireno (PS) PCR (8%) e outros (5%).</p>



<p>Um ponto importante a ser destacado é que, se um processo com parecer favorável for sublicenciado para uso por outro fabricante, não há necessidade de uma nova NOL em nome dessa empresa, desde que todo o processo de reciclagem e as condições de uso do material reciclado permaneçam idênticos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</h3>



<p>FOOD AND DRUG ADMINISTRATION. <strong>Recycled Plastics in Food Packaging.</strong> Site da Food and Drug Administration, 2023. Disponível em: . Acesso em: 8 nov. 2023.</p>



<p>FOOD AND DRUG ADMINISTRATION. <strong>Use of Recycled Plastics in Food Packaging (Chemistry Considerations):</strong> Guidance for Industry. Site da Food and Drug Administration, 2023. Disponível em: . Acesso em: 23 nov. 2023.</p>



<p>FOOD AND DRUG ADMINISTRATION. <strong>Submissions on Post-Consumer Recycled (PCR) Plastics for Food-Contact Articles.</strong> Site da Food and Drug Administration, 2023. Disponível em: <a href="https://www.cfsanappsexternal.fda.gov/scripts/fdcc/?set=RecycledPlastics">https://www.cfsanappsexternal.fda.gov/scripts/fdcc/?set=RecycledPlastics</a>. Acesso em: 8 nov. 2023.</p>



<p>Parte 3 do artigo na <a href="https://embanews.com.br/aspectos-da-legislacao-para-uso-de-polimeros-reciclados-em-embalagens-para-alimentos-parte-3/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">revista EMBANEWS &#8211; edição 422 &#8211; MAIO 2025</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ASPECTOS DA LEGISLAÇÃO PARA USO DE POLÍMEROS RECICLADOS EM EMBALAGENS PARA ALIMENTOS – PARTE 3</title>
		<link>https://embanews.com.br/aspectos-da-legislacao-para-uso-de-polimeros-reciclados-em-embalagens-para-alimentos-parte-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clarice Fedosse Zornio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 08:29:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[ED422]]></category>
		<category><![CDATA[Maio]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
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					<description><![CDATA[Artigo original completo foi publicado no Informativo Cetea Vol. 36 nº 3 A Food and]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading"><em>Artigo original completo foi publicado no Informativo Cetea Vol. 36 nº 3</em></h3>



<p>A Food and Drug Administration (FDA), órgão que trata da segurança das substâncias que entram em contato direto com alimentos nos Estados Unidos, possui regulamentação baseada na composição dos materiais e não no processo de fabricação ou na origem das matérias- -primas, portanto materiais reciclados destinados ao contato com alimentos devem cumprir as mesmas especificações regulatórias que os materiais virgens.</p>



<p>Apesar de reconhecer a variedade de polímeros que podem ser reciclados para aplicação em embalagens de alimentos com base nas tecnologias já existentes, a FDA considera que aspectos químicos e de segurança dependem da composição do material (virgem ou reciclado, com ou sem contaminantes, estrutura mono ou multicamada etc.) e do cumprimento às regulamentações.</p>



<p>Embora esses aspectos variem de acordo com cada produto, as principais preocupações da FDA com relação à segurança no uso de polímeros reciclados pós-consumo (PCR) para contato com alimentos são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a possibilidade de os contaminantes do material pós-consumo permanecer no produto final destinado ao contato direto com alimentos;</li>



<li>o material reciclado não estar regulamentado para uso em contato com alimentos e mesmo assim ser incorporado em artigos para esse fim;</li>



<li>os aditivos usados no material reciclado não cumprirem com os regulamentos para uso em contato com alimentos (FDA, 2023).</li>
</ul>



<p>Considerando o aumento da demanda por polímeros PCR também na indústria de embalagens de alimentos, a FDA elaborou um documento para ser considerado juntamente com os demais preceitos em segurança de alimentos (Food And Drug Administration, 2023). O guia Use of Recycled Plastics in Food Packaging (Chemistry Considerations): Guidance for Industry contém recomendações quanto aos requisitos químicos a serem seguidos por seus fabricantes, tanto no processo de reciclagem quanto nos materiais obtidos, a fim de que sejam adequados para aplicação nesse tipo de embalagem. Seu objetivo é mitigar a possibilidade de contaminantes químicos presentes no material destinado à reciclagem permanecerem no polímero PCR e, consequentemente, na embalagem, migrando para os alimentos – vale dizer que requisitos físicos e microbiológicos também são importantes no processamento de reciclagem de polímeros, mas não são discutidos nesse documento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>FOOD AND DRUG ADMINISTRATION. <strong>Recycled Plastics in Food Packaging.</strong> Site da Food and Drug Administration, 2023. Disponível em: . Acesso em: 8 nov. 2023.</li>



<li>FOOD AND DRUG ADMINISTRATION. <strong>Use of Recycled Plastics in Food Packaging (Chemistry Considerations):</strong> Guidance for Industry. Site da Food and Drug Administration, 2023. Disponível em: . Acesso em: 23 nov. 2023.</li>



<li>FOOD AND DRUG ADMINISTRATION. <strong>Submissions on Post-Consumer Recycled (PCR) Plastics for Food-Contact Articles.</strong> Site da Food and Drug Administration, 2023. Disponível em: <a href="https://www.cfsanappsexternal.fda.gov/scripts/fdcc/?set=RecycledPlastics">https://www.cfsanappsexternal.fda.gov/scripts/fdcc/?set=RecycledPlastics</a>. Acesso em: 8 nov. 2023.</li>
</ul>



<p>Parte 2 do artigo na <a href="https://embanews.com.br/aspectos-da-legislacao-para-uso-de-polimeros-reciclados-em-embalagens-para-alimentos-parte-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">revista EMBANEWS &#8211; edição 421 &#8211; ABRIL 2025</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ASPECTOS DA LEGISLAÇÃO PARA USO DE POLÍMEROS RECICLADOS EM EMBALAGENS PARA ALIMENTOS – PARTE 2</title>
		<link>https://embanews.com.br/aspectos-da-legislacao-para-uso-de-polimeros-reciclados-em-embalagens-para-alimentos-parte-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clarice Fedosse Zornio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 06:28:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Abril]]></category>
		<category><![CDATA[ED421]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
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					<description><![CDATA[Artigo original completo foi publicado no Informativo Cetea Vol. 36 nº 3 A Resolução da]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading"><em>Artigo original completo foi publicado no Informativo Cetea Vol. 36 nº 3</em></h3>



<p>A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 105/1999, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que trata das disposições gerais para embalagens e equipamentos plásticos em contato com alimentos, especifica no item 9 que devem ser utilizados apenas materiais virgens de primeiro uso para a elaboração de embalagens plásticas para alimentos. No entanto, esse item também prevê a possibilidade de a Anvisa estudar processos tecnológicos específicos para obtenção de resinas a partir de materiais recicláveis.</p>



<p>Assim, o politereftalato de etileno (PET) reciclado pós-consumo (PCR) teve sua aprovação de uso em embalagens de alimentos regulamentada pela RDC nº 20/2008, sendo, atualmente, o único polímero PCR permitido para tal uso no mercado brasileiro. Tal resolução, que sofreu alterações com a RDC nº 843/2023, estabelece os requisitos gerais e os critérios de avaliação, aprovação e registro de embalagens para alimentos que contenham qualquer proporção de PET-PCR descontaminado (grau alimentício).</p>



<p>Para regularização dessas embalagens junto à Anvisa é preciso seguir os procedimentos estabelecidos na RDC nº 843/2023 e na Instrução Normativa nº 281/2024, além de declarar se a embalagem é mono ou multicamadas, de uso único ou retornável.</p>



<p>Essas embalagens também devem ser compatíveis com o alimento que vão conter e não devem ceder substâncias que não fazem parte da composição do plástico em concentrações que impliquem risco para saúde ou que alterem as características sensoriais do alimento.</p>



<p>As tecnologias de reciclagem física e/ou química também devem ser devidamente validadas por meio de um procedimento normalizado como challenge test ou equivalente, no qual são verificadas as concentrações de contaminantes modelo no PET-PCR grau alimentício.</p>



<p>As empresas produtoras dessas embalagens devem ser habilitadas para sua comercialização, seguindo procedimentos como registros da aplicação das Boas Práticas de Fabricação, da origem e caracterização do PET-PCR grau alimentício e do controle sobre a confecção das embalagens que permite rastreabilidade, além da determinação de um sistema de garantia da qualidade para prevenir contaminação com outras fontes de matéria reciclada para aplicações que não sejam de grau alimentício.</p>



<p>É importante salientar que os processos de reciclagem química do PET são fundamentados em processos de glicólise ou metanólise, que originam misturas e não os monômeros originais. Dessa forma, a reciclagem química do PET não é necessariamente contemplada na RDC nº 20/2008, necessitando de uma avaliação mais específica que pode ser peticionada por meio do Assunto 4049 – Avaliação de nova tecnologia aplicada a materiais em contato com alimentos.</p>



<p>Dentro desse contexto, o Mercosul e, consequentemente, a Anvisa estão discutindo aspectos para revisão das resoluções do uso do PET-PCR para embalagens de alimentos a fim de contemplar, de forma segura, a reciclagem química do PET.</p>



<p>A Anvisa considera que podem ser utilizados deliberadamente, sem necessidade de peticionamento ou autorização específica, os processos de reciclagem que promovam uma despolimerização completa, ou seja, que originem monômeros indistinguíveis dos monômeros originais, com pureza adequada e em conformidade com os regulamentos vigentes para materiais plásticos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>BRASIL. Ministério da Educação. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).<br><strong>Resolução n° 105, de 19 de maio de 1999, 1999</strong>. Disponível em: . Acesso em: 25 nov. 2024.</li>



<li>BRASIL. Ministério da Educação. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).<br><strong>Resolução de Diretoria Colegiada &#8211; RDC nº 20, de 26 de março de 2008, 2008</strong>.<br>Disponível em: . Acesso em: 25 nov. 2024.</li>



<li>AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. <strong>Perguntas e Respostas: Materiais<br>em contato com alimentos, 2024. Disponível em: . Acesso em: 25 nov. 2024</strong>. Disponível em: <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/alimentos/perguntas-e-respostas-arquivos/embalagens-materiais-em-contato-com-alimentos.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/alimentos/perguntas-e-respostas-arquivos/embalagens-materiais-em-contato-com-alimentos.pdf</a>. Acesso em: 25 nov. 2024.</li>
</ul>



<p>Parte 1 do artigo na <a href="https://embanews.com.br/aspectos-da-legislacao-para-uso-de-polimeros-reciclados-em-embalagens-para-alimentos-parte-1/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">revista EMBANEWS &#8211; edição 419 &#8211; fevereiro 2025</a></p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ASPECTOS DA LEGISLAÇÃO PARA USO DE POLÍMEROS RECICLADOS EM EMBALAGENS PARA ALIMENTOS – PARTE 1</title>
		<link>https://embanews.com.br/aspectos-da-legislacao-para-uso-de-polimeros-reciclados-em-embalagens-para-alimentos-parte-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clarice Fedosse Zornio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 21:01:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[ED419]]></category>
		<category><![CDATA[Fevereiro]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Selecionado pelo Editor]]></category>
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					<description><![CDATA[Artigo original completo foi publicado no Informativo Cetea Vol. 36 nº 3 1907 é considerado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading"><em>Artigo original completo foi publicado no Informativo Cetea Vol. 36 nº 3</em></h3>



<p>1907 é considerado o ano em que a humanidade entrou na Idade dos Polímeros (ou Idade dos Plásticos). Isso significa que, assim como para a Idade dos Metais, agora são os polímeros que são os materiais dominantes, que vêm trazendo inovação tecnológica e melhorando a qualidade de vida da população em geral. De fato, o adjetivo que melhor pode definir os polímeros é “versatilidade”, em concordância ao descrito em 1945 por Yarsley e Couzens no livro “Plastic”, no qual afirmam que as possíveis aplicações dos plásticos são quase que inexauríveis (Mariano, Zornio, et al., 2017; Yarsley, 1941). No entanto, nem tudo são flores, e o uso dos polímeros tem se tornado um dos grandes problemas ambientais da atualidade. Dessa forma, a pesquisa focada em alternativas que diminuam o descarte e acúmulo de materiais poliméricos no meio ambiente tem crescido tanto na área acadêmica quanto na indústria, sendo a reciclagem uma das abordagens em voga.</p>



<p>A Plastics Europe elabora periodicamente um relatório focado no mercado europeu referente à produção, demanda, conversão e gestão da indústria de polímeros. Na sua última edição, <em>“Plastics – The Fast Facts 2024”</em>, é descrito também o panorama mundial da produção de polímeros, considerando o tipo de resina e o processo de produção. De acordo com os dados apresentados, das 413,8 megatoneladas de polímeros colocados no mercado, 90,4% são polímeros virgens obtidos a partir de matéria-prima de fonte fóssil, 8,8% são polímeros reciclados pós-consumo (PCR, sendo 8,8% obtidos a partir de processos de reciclagem mecânica e 0,1% por reciclagem química), e 0,7% são biopolímeros. Considerando apenas os polímeros pós-consumo, os dados mostram que 53% da produção mundial por reciclagem mecânica e química é realizada na Ásia (25,8% para a China e 27,2% para os demais países asiáticos), 19,8% nos países da comunidade europeia, 7,7% na América do Norte, 7,0% no Oriente Médio e África, 5,7% nas Américas do Sul e Central, 5,1% no Japão e 1,7% na Comunidade dos Estados Independentes (CEI, formada por Armênia, Azerbaijão, Belarus, Cazaquistão, Federação Russa, Moldávia, Quirguistão, Tadjiquistão, Turcomenistão e Uzbequistão). Isso mostra que a transição para uma economia circular para esses materiais necessita ainda de muito investimento e inovação que culminem em modelos de negócio interessantes com foco na reciclagem polímeros (Plastics Europe, 2024).</p>



<p>O investimento para o uso de polímeros PCR destinados ao contato direto com alimentos é ainda maior devido aos desafios relacionados à segurança desses materiais. Caso o processo de reciclagem não seja bem desenhado, as embalagens PCR podem carregar contaminantes, originados de contato prévio durante seu uso prévio e/ou descarte. Se colocadas em contato direto com alimentos, esses contaminantes podem, eventualmente, migrar da embalagem para o alimento. Por isso, muitos países regulamentam o uso de polímeros PCR para a produção de embalagens para contato direto com alimentos.</p>



<p>Essas regulamentações, geralmente, consideram o tipo de processamento por reciclagem realizado para obtenção do material final. Dessa forma, é interessante ter uma melhor compreensão sobre as três categorias principais de reciclagem, como segue <em>(Food And Drug Administration, 2023)</em>:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Reciclagem primária: reciclagem mecânica (física) do material pré-consumo, como a sucata industrial obtida durante a fabricação dos artigos para contato com alimentos. Esse tipo de processamento é, geralmente, aceito pelas agências reguladoras, já que se espera que o material não represente perigo para o consumidor. Para tanto, devem ser seguidas as boas práticas de fabricação e, mais importante, os materiais originais devem estar em conformidade para uso para contato direto com alimentos;</li>



<li>Reciclagem secundária: reciclagem mecânica (física) do material pós-consumo. Nesse caso, geralmente o processo de reciclagem desenvolvido por uma empresa deve ser submetido à aprovação de uma agência reguladora, a fim de demonstrar que os níveis de contaminantes no material PCR são reduzidos a níveis suficientemente baixos, garantindo que a embalagem final tenha pureza adequada para seu uso pretendido. Em diversos casos, para que o polímero PCR apresente uma performance adequada, é necessário que sejam incorporados aditivos à resina, os quais devem estar, necessariamente, em conformidade com a regulamentação para contato com alimentos;</li>



<li>Reciclagem terciária: reciclagem química do material pós-consumo. Nesse caso, também é recomendada a aprovação de uma agência reguladora. O processamento por reciclagem química envolve a regeneração do material utilizado, ou seja, a obtenção do monômero original ou de oligômeros, por meio da despolimerização, seguido da repolimerização. Os monômeros e/ou polímero regenerados podem ser utilizados isoladamente ou misturados a materiais virgens <em>(Food And Drug Administration, 2023)</em>.</li>
</ol>



<p>Na próxima edição, serão apresentados alguns aspectos referentes ao uso de polímeros reciclados para contato direto com alimentos, considerando os mercados dos Estados Unidos da América (EUA), da comunidade europeia e do Brasil.</p>



<h3 class="wp-block-heading">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</h3>



<p>MARIANO, M. et al. <strong>Influence of Natural Fillers Size and Shape into Mechanical and Barrier Properties of Biocomposites.</strong> In: THAKUR, V. K.; THAKUR, M. K.; KESSLER, M. R. Handbook of Composites from Renewable Materials. [S.l.]: John Wiley &amp; Sons Inc, v. Volume 3: Physico-Chemical and Mechanical Characterization, 2017. p. 459-488 YARSLEY, V. E. . C. E. G. Plastics. [S.l.]: Penguin Books, 1941.</p>



<p>PLASTICS EUROPE. <strong>Plastics</strong> – The Fast Facts 2024. Site da Plastics Europe, 2024. Disponível em: <a href="https://plasticseurope.org/knowledge-hub/plastics-the-fast-facts-2024/">https://plasticseurope.org/knowledge-hub/plastics-the-fast-facts-2024/</a>. Acesso em: 6 nov. 2024.</p>



<p><strong>FOOD AND DRUG ADMINISTRATION.</strong><br>Use of Recycled Plastics in Food Packaging (Chemistry Considerations): Guidance for Industry. Site da Food and Drug Administration, 2023. Disponível em: <a href="https://www.fda.gov/regulatory-information/search-fda-guidance-documents/guidance-industry-use-recycled-plastics-food-packaging-chemistry-considerations">https://www.fda.gov/regulatory-information/search-fda-guidance-documents/guidance-industry-use-recycled-plastics-food-packaging-chemistry-considerations</a>. Acesso em: 23 nov. 2023.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="600" height="217" src="https://www.embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/5_ED413-Pesquisa_img1.jpg" alt="imagem do instituto de tecnologia de alimentos e do governo do estado de são paulo" class="wp-image-1334" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/5_ED413-Pesquisa_img1.jpg 600w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/5_ED413-Pesquisa_img1-300x109.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>
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