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	<title>Mauricio Camim Filho &#8211; Embanews</title>
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	<description>Conectando fabricantes e usuários do setor de embalagens</description>
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	<title>Mauricio Camim Filho &#8211; Embanews</title>
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		<title>O LADO AZUL DO PLÁSTICO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mauricio Camim Filho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Dec 2025 19:19:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Desde cedo aprendemos que a borracha vermelha apagava lápis e a azul apagava caneta, um]]></description>
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<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="500" height="340" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/12/8_ED429-Mauricio_img1.jpg" alt="Foto de borracha parra lápis e caneta. Escrito &quot;fake news&quot;." class="wp-image-3763" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/12/8_ED429-Mauricio_img1.jpg 500w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/12/8_ED429-Mauricio_img1-300x204.jpg 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure>



<p>Desde cedo aprendemos que a borracha vermelha apagava lápis e a azul apagava caneta, um mito que se tornou verdade escolar e atravessou gerações, inquestionável como uma lei da natureza.</p>



<p>Eu mesmo, quando criança, usei o lado azul para apagar tinta tinteiro e esferográfica, mas ficava frustrado, pois, além de ser ineficiente, rasurava o papel a ponto de perfurar a folha do caderno. E mesmo assim, embora evitasse seu uso, o mito persistiu.</p>



<p>Podemos dizer que o lado azul da borracha virou símbolo de uma crença que se repetiu até virar tradição, mesmo sem funcionar. E assim seguimos, adultos, repetindo versões mal apagadas e rasuradas da realidade e até em vários aspectos da vida.</p>



<p>Analogamente, podemos inferir que o papel da borracha está sendo transferido para o plástico, acusado, julgado, rotulado e condenado nas mídias, eventos e palestras por crimes que, muitas vezes, não cometeu sozinho, na verdade ele é o bode expiatório.</p>



<p>O plástico é o novo vilão da vez, prático, leve, reciclável e, em muitos casos, insubstituível, pois devemos literalmente nossas vidas a ele, mas o tratamos como se fosse o próprio símbolo da decadência ambiental.</p>



<p>A manchete persistente, com um tom de cientificismo, reflete essa imagem incorreta, mais sedutora que a verdade, de que o plástico não tem pernas.</p>



<p>É curioso como as pessoas que acreditaram na borracha azul acreditam agora que basta trocar o plástico por vidro, metal ou papel e o mundo estará salvo, ledo engano.</p>



<p>Cada material possui características inquestionáveis de aplicação e, em sua obtenção, cada um consome a energia, a mineração e a água necessárias para chegar às indústrias. Depois disso, isso é com os seres humanos.</p>



<p>A questão talvez não seja apagar o que foi dito, mas escrever melhor o que vem depois. A borracha azul nunca apagou a caneta, mas ensinou uma lição: a crença popular tem mais força que a fricção com a realidade.</p>



<p>E no caso do plástico, a verdade ainda está sendo escrita entre mitos e dados, seguimos tentando apagar o erro com o lado correto da borracha, pois hoje sabemos que o lado vermelho apaga marcas de lápis em papéis comuns e o azul marcas de lápis em papéis ou outros materiais com superfícies mais resistentes.</p>



<p><a href="https://www.youtube.com/@packtalktv" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://www.youtube.com/@packtalktv</a></p>



<p></p>
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