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	<title>Economia Circular &#8211; Embanews</title>
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	<description>Conectando fabricantes e usuários do setor de embalagens</description>
	<lastBuildDate>Fri, 20 Feb 2026 22:09:14 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Economia Circular &#8211; Embanews</title>
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	<item>
		<title>BRASIL SEDIARÁ O PRIMEIRO CONGRESSO EXCLUSIVO DE EMBALAGENS METÁLICAS DA AMÉRICA LATINA</title>
		<link>https://embanews.com.br/brasil-sediara-o-primeiro-congresso-exclusivo-de-embalagens-metalicas-da-america-latina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação EMBANEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 21:36:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2026]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Circular]]></category>
		<category><![CDATA[ED431]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Fevereiro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil sediará, pela primeira vez na América Latina, um congresso dedicado exclusivamente à indústria]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Brasil sediará, pela primeira vez na América Latina, um congresso dedicado exclusivamente à indústria de embalagens metálicas. O OneCan &#8211; Congresso Internacional de Embalagens Metálicas será realizado de 6 a 8 de abril de 2027, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP), com foco em inovação, sustentabilidade e geração de negócios.</p>



<p>Idealizado pelas principais entidades representativas do setor: Associação Brasileira de Aerossóis (ABAS), Associação Brasileira de Embalagens de Aço (ABEAÇO) e Associação Brasileira da Lata de Alumínio (Abralatas), e promovido pela Koelnmesse Brasil, o OneCan nasce com a proposta de reunir, em um único ambiente, toda a cadeia de valor das embalagens metálicas, de matérias-primas e componentes a soluções de design, logística, reciclagem e economia circular.</p>



<p>Primeiro com esse escopo na região, o congresso reforça o papel do Brasil como hub estratégico para a indústria de embalagens metálicas na América Latina, conectando indústria, inovação tecnológica e agendas globais de sustentabilidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">UM MERCADO ESTRATÉGICO PARA A ECONOMIA BRASILEIRA</h3>



<p>O setor de embalagens metálicas tem peso relevante na economia nacional. As três associações que idealizam o OneCan representam dezenas de empresas que, juntas, movimentam mais de R$ 55 bilhões em faturamento anual e respondem por cerca de 52 mil empregos diretos e indiretos. O Brasil também ocupa posição de destaque no cenário internacional: é o quarto maior produtor mundial de aerossóis, o terceiro maior mercado global de latas de alumínio para bebidas e um dos maiores de embalagens de aço.</p>



<p>Para as entidades que idealizam o congresso, o lançamento do OneCan ocorre em um momento estratégico para o setor. “Com o consumo em alta e uma cadeia cada vez mais orientada por eficiência, inovação e responsabilidade ambiental, o Brasil reúne escala, maturidade industrial e liderança em economia circular para se consolidar como plataforma de referência na América Latina. Ao reunir toda a cadeia das embalagens metálicas, o congresso cria um ambiente estratégico para atrair investimentos, acelerar parcerias e fortalecer a competitividade do mercado nacional no cenário global”, afirmam os presidentes Alyne Freitas (ABAS), Thais Fagury (ABEAÇO) e Cátilo Cândido (Abralatas).</p>



<p>Além de conteúdo técnico e estratégico, o One- Can foi concebido como uma plataforma de negócios, reunindo expositores de toda a cadeia e oferecendo conteúdo qualificado para mais de 3.000 visitantes do Brasil e do exterior.</p>



<p>“O OneCan foi criado para responder a demandas reais do mercado e preencher uma lacuna importante da indústria: a ausência de um evento dedicado exclusivamente às embalagens metálicas. Em um único ambiente, reuniremos expositores de toda a cadeia, criando uma plataforma estratégica de geração de negócios e conteúdo qualificado para mais de 3.000 visitantes do Brasil e do exterior”, afirma Beni Piatetzky, Diretor-Geral da Koelnmesse Brasil.</p>



<p>A realização simultânea do congresso com a Anuga Select Brazil 2027 amplia ainda mais o alcance do evento, aproximando fabricantes de alimentos e bebidas, brand owners e tomadores de decisão de setores como cosméticos, produtos de limpeza, tintas e indústria química.</p>



<p>Gerald Böse, CEO da Koelnmesse, ainda destaca o papel estratégico do OneCan no portfólio global da organizadora. “Com o OneCan ampliamos a presença da Koelnmesse no Brasil e abrimos um novo segmento de crescimento. Ao alavancar nossa liderança global em Food &amp; FoodTec por meio de eventos como Anuga e Anuga FoodTec, conectamos a inovação em embalagens às demandas da produção global de alimentos e de setores adjacentes, como cosméticos, produtos de limpeza, tintas e produtos químicos”, afirma Böse.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>INICIATIVA CONECTA COOPERATIVAS E RECICLADORES PARA FORTALECER A ECONOMIA CIRCULAR NO BRASIL</title>
		<link>https://embanews.com.br/iniciativa-conecta-cooperativas-e-recicladores-para-fortalecer-a-economia-circular-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliana Seidel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 19:41:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Agosto]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Circular]]></category>
		<category><![CDATA[ED425]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Selecionado pelo Editor]]></category>
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					<description><![CDATA[Para enfrentar os desafios da reciclagem de embalagens flexíveis no Brasil, a REDE lançou o]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Para enfrentar os desafios da reciclagem de embalagens flexíveis no Brasil, a REDE lançou o CirculaFlex em 2023, um projeto que conecta recicladores e cooperativas criando soluções para viabilizar o reaproveitamento de materiais. Desde o seu lançamento, a iniciativa já alcançou importantes avanços, demonstrando o potencial de transformação da cadeia de reciclagem no país.</p>



<p>Com a promoção de mudanças concretas na reciclagem dos resíduos de embalagens flexíveis, até o momento o projeto já estabeleceu conexões estratégicas com 22 recicladores, dos quais 8 foram homologados, além de envolver 54 cooperativas, com 8 já homologadas. Além disso, 2 toneladas de BOPP (um dos materiais plásticos utilizados em embalagens flexíveis) foram escoadas em testes piloto, possibilitando sua reinserção na cadeia produtiva.</p>



<p>Para enfrentar as barreiras da reciclagem desse tipo de resíduo, o CirculaFlex atua em diversas frentes. O projeto mantém um diálogo contínuo com recicladores para entender os desafios técnicos do processamento dos resíduos dessas embalagens, enquanto oferece apoio às cooperativas na triagem e destinação correta desses materiais. Além disso, conta com consultoria especializada para estruturar e fortalecer a cadeia de reciclagem, conectando cooperativas e recicladores a fim de facilitar a comercialização dos materiais recuperados, bem como os transformadores que possam utilizar o material reciclado.</p>



<p>Outra iniciativa essencial são os testes industriais, que exploram novas aplicações para os materiais reciclados, garantindo maior viabilidade econômica para sua reutilização. Dessa forma, o projeto indica que o aprimoramento da cadeia de reciclagem requer essa ação coordenada: desenvolvimento e fortalecimento da indústria recicladora em paralelo com o investimento no treinamento das cooperativas, aprimorando técnicas de separação e processamento dos resíduos, contribuindo para uma cadeia mais eficiente e sustentável.</p>



<h3 class="wp-block-heading">DESAFIOS E OPORTUNIDADES PARA UM FUTURO MAIS SUSTENTÁVEL</h3>



<p>Apesar dos avanços, o projeto identificou desafios que ainda limitam a reciclagem dos resíduos de embalagens flexíveis no Brasil, como a falta de infraestrutura para processar resíduos pós-consumo frente ao pós-industrial, diversidade de composições das embalagens, a presença de camadas de alumínio e tinta que dificultam o reaproveitamento como insumo na indústria de plástico, e o baixo valor agregado do produto final reciclado. Além disso, a escassez de compradores e o baixo valor pago às cooperativas representam entraves para o aumento do material coletado e reciclado.</p>



<p>Para superar essas dificuldades, o CirculaFlex busca o fortalecimento da colaboração entre indústria de bens de consumo, cooperativas, recicladores, transformadores e o poder público, promovendo incentivos que tornem a reciclagem dos resíduos dessas embalagens mais viável e eficiente.</p>



<p>A iniciativa segue avançando para estruturar um ecossistema mais eficiente para a reciclagem dos resíduos de embalagens flexíveis. Neste cenário, o apoio de patrocinadores, parceiros e agentes do setor se torna essencial para ampliar o impacto do projeto, o qual busca constantemente avanços na gestão sustentável de resíduos em todo o Brasil. Hoje o projeto acontece no âmbito da Rede pela Circularidade do Plástico com o patrocínio de Ajinomoto, Amcor, Cargill, Kenvue, LyondellBasell, Mars, Mondelez, Natura, Nestlè e P&amp;G.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>SOLUÇÕES HÍBRIDAS E CIRCULARES: O FUTURO SUSTENTÁVEL DAS EMBALAGENS PARA TINTAS</title>
		<link>https://embanews.com.br/solucoes-hibridas-e-circulares-o-futuro-sustentavel-das-embalagens-para-tintas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Vicente Tuma]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 19:33:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Agosto]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Circular]]></category>
		<category><![CDATA[ED425]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A questão da sustentabilidade se tornou central para a economia moderna, e o tema impacta]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A questão da sustentabilidade se tornou central para a economia moderna, e o tema impacta os mais variados setores da indústria. Para o mercado de tintas, a situação não é diferente: de um lado, os consumidores pressionam por soluções ecologicamente corretas. De outro, regulamentações ambientais ficam cada vez mais rigorosas.</p>



<p>É dentro desse quadro que as embalagens vêm assumindo um novo protagonismo: elas deixam de ser apenas uma proteção para o produto para se tornarem peça-chave na estratégia ambiental, comercial e logística das empresas. Em especial no universo das tintas à base de água, hoje amplamente preferidas por seu menor impacto ambiental e segurança no manuseio, há uma demanda crescente por embalagens que reflitam o mesmo compromisso com a sustentabilidade. Isso vai muito além da redução do uso de plástico virgem ou da diminuição do peso da lata. Envolve pensar em circularidade desde a origem da matéria- -prima até o chamado pós-consumo.</p>



<p>Nesse momento, a cadeia de tintas está sendo desafiada a repensar sua relação com as embalagens. E a resposta pode estar na união entre materiais recicláveis, inteligência de design e compromisso ambiental, sem abrir mão da performance.</p>



<p>Entre as soluções mais promissoras, nesse contexto, estão as chamadas embalagens híbridas, que combinam diferentes materiais recicláveis em um único sistema. Imagine, por exemplo, recipientes com corpo de polímero 100% pós-consumo (como o polipropileno reciclado) e sistemas de fechamento em aço. Esse tipo de estrutura oferece resistência, vedação confiável, leveza para transporte e alto índice de reciclabilidade. Não apenas reduz o uso de matéria-prima virgem, mas também evita o descarte de resíduos em aterros e contribui para a economia circular.</p>



<p>O uso inteligente de materiais reaproveitados permite, ainda, uma significativa redução na pegada de carbono da embalagem, com impacto positivo tanto ambiental quanto reputacional &#8211; afinal, uma embalagem que comunica responsabilidade ambiental também tem o poder de fortalecer a marca</p>



<h3 class="wp-block-heading">DE OLHO NO CONSUMIDOR CONSCIENTE</h3>



<p>Esse movimento em prol da sustentabilidade responde diretamente a uma mudança de mentalidade no consumidor brasileiro. Pesquisa recente do Sindiplast, realizada pela Nexus, revela que 75% dos brasileiros afirmam separar o lixo em casa para reciclagem e, ainda mais expressivo, 87% acreditam que as embalagens plásticas causam impacto negativo ao meio ambiente quando descartadas de forma incorreta.</p>



<p>Esses números são mais do que indicadores de mudança de comportamento, são sinais claros de que o consumidor está mais atento, engajado e cobra posicionamento real das marcas — especialmente em setores como o de tintas, historicamente associados a resíduos e complexidades químicas.</p>



<p>Isso quer dizer que não há mais espaço nas prateleiras para embalagens que não dialoguem com os desafios do presente. Isso vale para grandes fabricantes, que operam em escala nacional ou internacional, mas também para pequenas e médias empresas que buscam diferenciação e competitividade. A adoção de embalagens sustentáveis, nesse sentido, deixa de ser uma tendência para se tornar um diferencial competitivo concreto.</p>



<p>E a sustentabilidade, quando aplicada com inteligência de engenharia, agrega valor, eficiência e versatilidade. As embalagens híbridas modernas têm se mostrado tão ou mais eficazes do que modelos convencionais, inclusive em aspectos como empilhamento, estanqueidade, armazenamento prolongado e performance logística. Em alguns casos, o próprio design contribui para uma melhor organização em prateleiras, redução de avarias no transporte e otimização de espaço em armazéns.</p>



<p>Um dos fatores que têm impulsionado essas soluções é o avanço tecnológico na manufatura das embalagens. Hoje, processos mais limpos, com menor uso de água, energia e combustíveis fósseis tornam possível desenvolver estruturas de alta performance sem depender de fornos térmicos, solventes agressivos ou compostos de difícil decomposição. A combinação entre inovação industrial e propósito sustentável abre caminho para embalagens com ciclo de vida muito mais inteligente e rastreável, inclusive com a possibilidade de integração a sistemas de logística reversa ou coleta seletiva, algo cada vez mais valorizado por redes varejistas, distribuidores e órgãos reguladores.</p>



<p>Dessa forma, a sustentabilidade não pode mais ser encarada como uma concessão, mas sim como uma verdadeira alavanca estratégica para os negócios do mercado de tinta. É possível, sim, entregar embalagens mais ecológicas, recicláveis e duráveis, que atendem aos padrões técnicos da indústria e ainda se conectam aos valores do consumidor atual. O desafio está em redesenhar o produto com visão de ciclo completo — da seleção da resina até a disposição final do item — e, nesse processo, considerar o impacto coletivo das escolhas feitas na etapa de embalagem. Quando isso acontece, a embalagem deixa de ser apenas um suporte para se tornar uma mensagem clara de responsabilidade, inovação e visão de futuro.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>RECICLAGEM MOLECULAR: A REVOLUÇÃO DA ECONOMIA CIRCULAR</title>
		<link>https://embanews.com.br/reciclagem-molecular-a-revolucao-da-economia-circular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alessandra Lancellotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 10:54:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Circular]]></category>
		<category><![CDATA[ED423]]></category>
		<category><![CDATA[Junho]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Selecionado pelo Editor]]></category>
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					<description><![CDATA[DESAFIOS NA ECONOMIA CIRCULAR DE PLÁSTICOS: O PAPEL DA RECICLAGEM MOLECULAR A transição para uma]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">DESAFIOS NA ECONOMIA CIRCULAR DE PLÁSTICOS: O PAPEL DA RECICLAGEM MOLECULAR</h3>



<p>A transição para uma economia circular no setor de plásticos enfrenta desafios significativos, especialmente relacionados às limitações da reciclagem mecânica. Embora seja a forma predominante de reciclagem, a reciclagem mecânica apresenta restrições que impedem a plena circularidade dos materiais plásticos. No Brasil, apesar dos avanços na reciclagem mecânica, há muitas dificuldades estruturais, como a baixa taxa de coleta seletiva, a contaminação dos resíduos e a falta de incentivos econômicos para o uso de materiais reciclados.</p>



<p>A reciclagem mecânica, embora amplamente utilizada, possui várias limitações. Ela é mais eficaz com materiais plásticos homogêneos e limpos, o que nem sempre é o caso dos resíduos pós-consumo. Contaminações, mistura de diferentes tipos de plásticos e degradação das propriedades físicas ao longo dos ciclos de reciclagem reduzem a qualidade dos materiais reciclados.</p>



<p>Aplicações como certas embalagens cosméticas, como compactos e batons, frascos coloridos, filmes multicamadas e materiais contaminados com tintas ou adesivos, por exemplo, não podem ser reciclados pelo processo mecânico de forma eficiente. Assim, muitas embalagens plásticas ainda acabam em aterros ou incineradores porque não podem ser recicladas eficientemente pelos métodos tradicionais.</p>



<p>De acordo com dados da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria de Plástico), a reciclagem mecânica de plásticos pós-consumo atingiu 20,6% em 2023, sendo 24,3% a taxa de reciclagem mecânica de embalagens. Esses dados reforçam que uma parcela significativa dos resíduos plásticos ainda não é reciclada, evidenciando as limitações do processo mecânico.</p>



<p>Nesse contexto, a reciclagem química surge como uma inovação promissora para superar essas barreiras e ampliar as possibilidades de reutilização de plásticos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">INOVAÇÃO ATRAVÉS DA RECICLAGEM MOLECULAR</h3>



<p>A reciclagem química, também conhecida como reciclagem avançada ou molecular, apresenta-se como uma solução inovadora para os desafios atuais. Este processo permite a transformação de resíduos plásticos, especialmente aqueles de composição complexa ou contaminados, em matérias-primas de alta qualidade, equivalentes às originais. Diferentemente da reciclagem mecânica, a reciclagem molecular pode processar misturas de plásticos e tolerar certos níveis de contaminantes, como tintas, rótulos e papéis, ampliando o espectro de materiais recicláveis. Com isso, um volume maior de embalagens deixa de ser descartada em aterros.</p>



<p>Além disso, a reciclagem molecular permite a produção de plásticos reciclados de alta qualidade, sem comprometer as propriedades do material, tampouco a processabilidade, o que é essencial para aplicações que exigem padrões elevados de estética e desempenho.</p>



<p>Diferentemente da reciclagem mecânica, que degrada as propriedades dos plásticos a cada ciclo, a reciclagem molecular permite a quebra dos polímeros em suas unidades químicas originais, criando resinas recicladas de qualidade idêntica à virgem, sem comprometer performance ou segurança.</p>



<p>Esse processo não apenas aumenta a circularidade do plástico, mas também reduz as emissões de carbono em comparação à produção de resinas a partir de fontes fósseis. Com a reciclagem molecular, plásticos que antes eram descartados agora têm valor como matéria-prima renovável.</p>



<h3 class="wp-block-heading">OPORTUNIDADES PARA O SETOR DE EMBALAGENS</h3>



<p>Para a indústria de embalagens, a reciclagem molecular representa uma oportunidade única de fechar o ciclo dos plásticos e atender às crescentes demandas por soluções sustentáveis.</p>



<p>A economia circular já não é apenas uma meta futura, ela é real e já está sendo aplicada agora. Com investimentos contínuos e políticas de incentivo, a reciclagem molecular pode transformar a forma como a indústria lida com resíduos plásticos, garantindo um futuro mais sustentável para o setor de embalagens.</p>



<p>Ao complementar as limitações da reciclagem mecânica, a reciclagem molecular reaproveita uma gama mais ampla de resíduos plásticos, contribuindo para a redução do impacto ambiental e promovendo a sustentabilidade na indústria de embalagens. Para que essa transição seja bem-sucedida, é fundamental o investimento contínuo em pesquisa e desenvolvimento, além de políticas públicas que incentivem práticas sustentáveis e a integração de novas tecnologias no setor.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>FTD EDUCAÇÃO TRANSFORMA RESÍDUOS ORGÂNICOS EM ADUBO DESTINADO A ONGS</title>
		<link>https://embanews.com.br/ftd-educacao-transforma-residuos-organicos-em-adubo-destinado-a-ongs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Hiraishi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Mar 2025 23:11:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Circular]]></category>
		<category><![CDATA[Março]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[ED420]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.embanews.com.br/?p=2411</guid>

					<description><![CDATA[A FTD Educação, conhecida pela produção de materiais didáticos e soluções educacionais, também tem um]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A FTD Educação, conhecida pela produção de materiais didáticos e soluções educacionais, também tem um forte compromisso com a sustentabilidade e busca reduzir seu impacto ambiental por meio de diversas iniciativas. Uma delas envolve o reaproveitamento de materiais orgânicos para a produção de adubo, contribuindo para a economia circular e a redução de resíduos.</p>



<p>Como explica Roberto Jovan da Silva, coordenador de Segurança do Trabalho e Meio Ambiente da FTD Educação, a ideia do reaproveitamento dos resíduos orgânicos e sua transformação em adubo surgiu do compromisso da empresa com a sustentabilidade e com a meta do modelo de Aterro Zero no nosso Parque Gráfico, localizado em Guarulhos (SP). “Identificamos a oportunidade de reduzir o desperdício e dar um novo propósito aos resíduos do restaurante, transformando- os em um recurso valioso para a comunidade”, diz. “Por meio do processo de compostagem, conseguimos converter até 30 quilos de resíduos orgânicos por semana em adubo de alta qualidade, que é destinado a hortas de ONGs e projetos sociais”.</p>



<p>Essa iniciativa não apenas reduz o impacto ambiental, mas também fortalece a responsabilidade social ao apoiar a agricultura urbana e contribuir para um ciclo produtivo mais sustentável, reforçando o compromisso com a economia circular e a preservação dos recursos naturais.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="530" src="https://www.embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/03/3_ED420-educacao_img1.jpg" alt="Foto. Adubo produzido pela FTD Educação." class="wp-image-2402" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/03/3_ED420-educacao_img1.jpg 800w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/03/3_ED420-educacao_img1-300x199.jpg 300w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/03/3_ED420-educacao_img1-768x509.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading">A QUEM SE DESTINA O ADUBO?</h3>



<p>O adubo orgânico produzido a partir da compostagem dos resíduos do restaurante do Parque Gráfico da FTD Educação é destinado a parceiros e clientes que visitam as instalações para conhecer o processo de produção de livros e materiais didáticos. “Como queremos promover impacto positivo e conscientização, desenvolvemos uma embalagem especial para o nosso adubo orgânico, tornando essa iniciativa ainda mais significativa”, afirma Silva.</p>



<p>Assim, a empresa chegou à Camargo Embalagens, que atendia às necessidades de sustentabilidade e compostabilidade exigidas pela empresa. As embalagens produzidas para o adubo possuem uma barreira de odor, o que garante uma experiência mais agradável; e são feitas de um material compostável, garantindo que, assim como o adubo, possam também retornar à natureza sem causar impactos negativos.</p>



<p>Felipe Toledo, diretor executivo da Camargo Embalagens, complementa: “Além disso, as embalagens são produzidas a partir de materiais recicláveis, como o Polietileno Verde, que é um tipo de plástico derivado da cana-de-açúcar, o que também endossa nosso compromisso em oferecer à FTD Educação soluções sustentáveis de acordo com a sua proposta”, enfatiza.</p>



<p>Silva explica que esses diferenciais foram decisivos na escolha da Camargo Embalagens, pois era preciso que a embalagem também refletisse o compromisso da FTD com a economia circular e com a redução de resíduos, garantindo que todo o processo – desde a compostagem até a entrega do produto – estivesse alinhado às práticas sustentáveis da empresa, reforçando a mensagem de conscientização e incentivo a hábitos mais responsáveis por parte de quem recebe o adubo”, conclui.</p>



<p><a href="https://camargociaembalagens.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://camargociaembalagens.com.br</a><br><a href="https://ftd.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://ftd.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CBA DESENVOLVE TECNOLOGIA PARA A RECICLAGEM DE EMBALAGENS MULTIMATERIAIS</title>
		<link>https://embanews.com.br/cba-desenvolve-tecnologia-para-a-reciclagem-de-embalagens-multimateriais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Hiraishi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 22:53:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2024]]></category>
		<category><![CDATA[Dezembro]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Circular]]></category>
		<category><![CDATA[ED417]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Selecionado pelo Editor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.embanews.com.br/?p=2047</guid>

					<description><![CDATA[PROJETO PERMITE A SEPARAÇÃO DE 100% DO ALUMÍNIO E DO PLÁSTICO PARA RECICLAGEM E PODE]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">PROJETO PERMITE A SEPARAÇÃO DE 100% DO ALUMÍNIO E DO PLÁSTICO PARA RECICLAGEM E PODE CHEGAR A 1,3 BILHÃO DE EMBALAGENS RECICLADAS POR ANO</h3>



<p>A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), única no Brasil a ter a cadeia produtiva do metal completamente integrada, acaba de desenvolver um projeto inovador, batizado de Tecnologia ReAl (Recycling Aluminium). Capaz de separar o alumínio e o polímero das embalagens flexíveis e cartonadas, que servem para acondicionar alimentos, bebidas, cosméticos, entre outros produtos, a inovação garante a circularidade e a utilização dos dois materiais em novas embalagens. Desta forma, além de gerar benefícios ambientais, sociais, econômicos, será possível alavancar os níveis de reciclagem de embalagens pós-consumo no país.</p>



<p>A planta onde está instalada a tecnologia, dentro da Fábrica da CBA em Alumínio (SP), tem capacidade de reciclar 1,3 bilhão de embalagens por ano, podendo ser ampliada de forma modular, conforme o crescimento das taxas de coleta. A unidade opera neste momento em fase de comissionamento, ou seja, por etapas e de forma contínua, até atingir escala industrial, prevista para o primeiro trimestre de 2025.</p>



<p>O piloto do projeto foi realizado no CNPEM – Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, localizado em Campinas (SP). O ReAl também contou com a parceria da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos), que contribuiu com o financiamento do primeiro módulo desta tecnologia.</p>



<p>“O ReAl chega ao mercado de forma inovadora para potencializar o processo de reciclagem de embalagens multimateriais com alumínio e gerar novas soluções para embalagens cartonadas e flexíveis. Com este novo projeto, reafirmamos o compromisso da CBA com a sustentabilidade e demonstramos que a nossa estratégia está alinhada à adoção das melhores práticas ambientais em toda a cadeia de produção, além de apoiar nossos clientes e parceiros em suas metas de descarbonização das operações e proteção ao meio ambiente. Assim, toda a cadeia será beneficiada”, declara o Diretor do Negócio de Produtos Transformados, Inovação e Transformação Digital da CBA, Fernando Varella.</p>



<p>Parceira da CBA e primeira empresa a aderir ao novo projeto da Companhia, a Tetra Pak vê com bons olhos a novidade. “No momento em que vivemos, a sustentabilidade não é somente um pilar, ela é a nossa estratégia. A CBA é nossa parceira nesse trabalho e nos ajuda todos os dias a entregar nosso propósito de proteger os alimentos, as pessoas e o planeta. A reciclagem no país ainda apresenta grandes desafios relacionados à coleta seletiva e à conscientização ambiental. Estamos entusiasmados com o ReAl, pois ele concretiza a visão de economia circular, com potencial para potencializar nossa taxa de reciclagem, agregando mais valor ao material pós-consumo e distribuindo prosperidade ao longo da cadeia”, destaca Marco Dorna, Presidente da Tetra Pak Brasil. Além do benefício da reciclagem integral do alumínio e do plástico, outro relevante resultado do projeto ReAl, que já recebeu patente verde, é a geração de hidrogênio (gás com alta capacidade para gerar energia) durante o processo. A grande vantagem do hidrogênio é que ele não gera CO2 e pode ser reutilizado para abastecer a própria planta produtiva, substituindo o uso de combustíveis em etapas de combustão, realizadas por exemplo em caldeiras e fornos calcinadores.</p>



<h3 class="wp-block-heading">PROCESSO DA TECNOLOGIA REAL</h3>



<p>O processo do ReAl utiliza uma solução alcalina para isolar o alumínio do plástico. Assim, o alumínio é separado e, por ser infinitamente reciclável, volta ao processo produtivo, podendo dar origem novamente a uma folha de alumínio para embalagens, assegurando 100% das suas propriedades. O plástico não reage em meio alcalino e, portanto, sai totalmente limpo ao final do processo, podendo ser reciclado e utilizado em aplicações mais nobres.</p>



<figure class="wp-block-gallery aligncenter has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img decoding="async" width="600" height="512" data-id="2045" src="https://www.embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/12/5_ED417-destaque_img2.jpg" alt="foto de planta de reciclagem de embalagens multimateriais" class="wp-image-2045" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/12/5_ED417-destaque_img2.jpg 600w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/12/5_ED417-destaque_img2-300x256.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="452" data-id="2044" src="https://www.embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/12/5_ED417-destaque_img1.jpg" alt="foto de planta de reciclagem de embalagens multimateriais" class="wp-image-2044" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/12/5_ED417-destaque_img1.jpg 600w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/12/5_ED417-destaque_img1-300x226.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>
</figure>



<p>Entenda o processo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A tecnologia permite separar o alumínio do plástico em todas as embalagens flexíveis e cartonadas que contenham o metal.</li>



<li>Tanto as embalagens cartonadas quanto as flexíveis passam por uma etapa de limpeza.</li>



<li>Todo o material é triturado, lavado e levado para o reator químico, que usa uma solução alcalina para separar o alumínio do plástico.</li>



<li>O alumínio, que é infinitamente reciclável, é novamente incorporado ao processo de fabricação do próprio metal na Fábrica da CBA.</li>



<li>O plástico passa por uma nova lavagem e, na sequência, por uma secadora, podendo ser reciclado e reaproveitado em diversas aplicações, como por exemplo, filmes plásticos e embalagens secundárias.</li>



<li>O ciclo da reciclagem se fecha, e o alumínio e o plástico são reciclados em novos produtos.</li>
</ul>



<p>Mais detalhes sobre o processo da tecnologia ReAl podem ser obtidos através do site <a href="https://www.cba.com.br/real" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.cba.com.br/real</a>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">BENEFÍCIO SOCIAL</h3>



<p>Além das vantagens já mencionadas, o ReAl também foi pensado para se integrar às dinâmicas existentes na cadeia de coleta e reciclagem já estabelecidas. Assim, soma esforços com todas as entidades que fazem parte desse processo no Brasil, gerando valor social, por exemplo, por meio do incremento de renda de catadores de materiais recicláveis.</p>



<p>“A tecnologia desenvolvida pela CBA tem grande potencial de alavancar a taxa de coleta, o que contribui para o aumento proporcional do volume de embalagens disponíveis para a reciclagem e gera importantes benefícios para todo o setor”, destaca Varella.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="438" height="600" src="https://www.embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/12/5_ED417-destaque_img3.jpg" alt="foto de planta de reciclagem de embalagens multimateriais" class="wp-image-2046" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/12/5_ED417-destaque_img3.jpg 438w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/12/5_ED417-destaque_img3-219x300.jpg 219w" sizes="auto, (max-width: 438px) 100vw, 438px" /></figure>
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		<item>
		<title>MASTERFOODS™ DA AUSTRÁLIA TESTA EMBALAGEM PARA MOLHO DE TOMATE À BASE DE PAPEL</title>
		<link>https://embanews.com.br/masterfoods-da-australia-testa-embalagem-para-molho-de-tomate-a-base-de-papel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Hiraishi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 22:38:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2024]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Dezembro]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Circular]]></category>
		<category><![CDATA[ED417]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
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					<description><![CDATA[A MasterFoods™, marca favorita de molho de tomate da Austrália, está estabelecendo novos padrões em]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="339" src="https://www.embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/12/4_ED417-alimentos_img1.jpg" alt="foto de molho de tomate em embalagem Easy Snap" class="wp-image-2040" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/12/4_ED417-alimentos_img1.jpg 600w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/12/4_ED417-alimentos_img1-300x170.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<p>A MasterFoods™, marca favorita de molho de tomate da Austrália, está estabelecendo novos padrões em sustentabilidade com a primeira embalagem de molho de tomate à base de papel, e reciclável do país. A nova embalagem, substituiu o modelo utilizado anteriormente com redução de 58% no uso de plástico, marca um grande marco nos esforços da marca para liderar a transição para uma economia circular.</p>



<p>As novas embalagens de papel, desenvolvidas após cinco anos de pesquisa e um investimento de $3 milhões, foram projetadas para serem totalmente recicláveis por meio dos sistemas tradicionais de coleta seletiva. Esse formato inovador representa um avanço significativo na jornada de sustentabilidade da Mars Austrália, alinhando-se às Metas Nacionais de Embalagens do país.</p>



<p>“Trabalhamos intensamente para manter a conveniência e a facilidade que nossos consumidores esperam, enquanto reduzimos o impacto ambiental”, afirmou Bill Heague, Diretor Geral da Mars Food &amp; Nutrition Austrália. “Ao testar esse novo formato, queremos aprender com os consumidores e otimizar nossa embalagem para eliminar até 190 toneladas de plástico anualmente.”</p>



<p>O teste, que ocorrerá de novembro de 2024 a abril de 2025, fará com que mais de um milhão de novas embalagens à base de papel sejam avaliadas por consumidores em diversos locais, como estádios, postos de gasolina e lojas de conveniência. A parceria com a Australian Packaging Covenant Organisation (APCO) garantirá que feedback valioso seja coletado para aprimorar o produto e educar os consumidores sobre a reciclagem adequada.</p>



<p>Esta embalagem inovadora, pioneira no mercado australiano, foi desenvolvida e produzida em parterica com a Easysnap Technology, uma empresa global de embalagem, especializada em embalagens recicláveis, com tencologia inclusiva de fácil abertura com apenas uma mão, que faz parte do Grupo Gualapack.</p>



<p>“Este é um grande passo para criar uma economia verdadeiramente circular, tornando as embalagens mais sustentáveis”, disse Andrea Taglini, CEO da Easysnap Technology. “E para que isso se torne realidade, precisamos que empresas de embalagens, fabricantes, marcas, consumidores e a indústria de reciclagem, trabalhem juntas.”</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="581" height="775" src="https://www.embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/2_ED413-Evento_img2.jpg" alt="anúncio da embaquim indústria e comércio de saco valvulado aluminizado." class="wp-image-1350" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/2_ED413-Evento_img2.jpg 581w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/2_ED413-Evento_img2-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 581px) 100vw, 581px" /></figure>
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		<item>
		<title>O EFEITO BORBOLETA NA EMBALAGEM</title>
		<link>https://embanews.com.br/o-efeito-borboleta-na-embalagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Sastre]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 22:40:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2024]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Circular]]></category>
		<category><![CDATA[ED416]]></category>
		<category><![CDATA[Novembro]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Selecionado pelo Editor]]></category>
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					<description><![CDATA[A expressão “efeito borboleta” ficou popular através de um filme com o mesmo nome, lançado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A expressão “efeito borboleta” ficou popular através de um filme com o mesmo nome, lançado em 2004. O personagem principal volta ao passado para tentar corrigir traumas da sua infância, alterando sua própria história. Porém, ao fazer isso, ele acaba criando problemas e gerando consequências em seu futuro. Na ciência, a teoria do Caos ou efeito borboleta é um fenômeno, contido nas relações entre os sistemas que constituem a natureza, podendo ter amplas e imprevisíveis consequências. O fenômeno foi descrito pelo pesquisador Edward Lorenz, meteorologista do MIT, em 1969.</p>



<p>Os sistemas complexos como a natureza ainda possuem elementos que ultrapassam a nossa compreensão. O efeito borboleta, utilizado para descrever as grandes mudanças, deve ser visto como uma oportunidade de entender os fenômenos de maneira sistêmica. Por outro lado, é necessário termos precaução e ampliar a percepção de nosso desenvolvimento à complexidade dos sistemas que regem a natureza e que questionam a nossas certezas. Qualquer abordagem de integração do meio ambiente começa pelo conhecimento dos fluxos e os seus impactos.</p>



<p>Se considerarmos a mesma linha de pensamento quando desenvolvemos uma embalagem, percebemos pontos convergentes. A embalagem pode ser classificada como complexa e sistêmica, abrangendo interações previsíveis e/ou inesperadas entre suas partes e processos, devendo, portanto, ser considerada sob a perspectiva de todo o seu ciclo de vida. Existem relações internas em cada uma das etapas e as relações entre elas.</p>



<p>É preciso ir além do olhar sobre o ciclo de vida, a embalagem cumpre funções que se ampliam ao longo do tempo, possuem uma classificação e um sistema de embalagem e componentes necessários até o produto chegar aos consumidores. Além disso, deve atender os anseios de um grupo de pessoas e empresas envolvidas, geralmente com objetivos distintos. Atualmente, é impossível deixar de lado os aspectos relacionados a redução de impacto ambiental. A embalagem é parte integrante do produto e ambos refletem no meio ambiente, é preciso desenvolver projetos com este olhar e considerar uma solução coerente para o seu fim de vida.</p>



<p>Quando passamos pelas gôndolas dos supermercados e nos deparamos com um universo de embalagens, dificilmente refletimos sobre toda a jornada que a ela enfrentou para estar lá e o quanto ela ainda irá percorrer até chegar em seu fim de vida, ou recomeço, caso consigamos desenvolver uma embalagem circular.</p>



<p>Uma recomendação importante, além do entendimento prévio sobre o que é uma embalagem de fato, é utilizar um método para o desenvolvimento, que considere toda essa complexidade. Faça testes preliminares, produza mockups físicos, apresente aos envolvidos antes da produção em série. É necessário pilotar com um lote pequeno e testar o seu desempenho na produção da embalagem, transporte, processo de envase, exposição no ponto de venda, interação da embalagem com o usuário e o correto destino quando ela cumprir todas a sua missão.</p>



<p>A partir deste olhar técnico, sistêmico e cuidadoso no desenvolvimento de uma nova solução, conseguiremos desenvolver projetos mais assertivos. Mesmo assim, percebemos falhas ou pontos de melhorias em embalagens circulando no mercado. Retomando a frase mencionada no início deste artigo “os sistemas complexos ainda possuem elementos que ultrapassam a nossa compreensão”.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="710" src="https://www.embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/6_ED415-sustentabilidade_img1.jpg" alt="anúncio de curso superior do senai de tecnologia em produção gráfica" class="wp-image-1787" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/6_ED415-sustentabilidade_img1.jpg 600w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/6_ED415-sustentabilidade_img1-254x300.jpg 254w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>
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