<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Estratégia &#8211; Embanews</title>
	<atom:link href="https://embanews.com.br/category/estrategia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://embanews.com.br</link>
	<description>Conectando fabricantes e usuários do setor de embalagens</description>
	<lastBuildDate>Sun, 12 Apr 2026 04:55:27 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/ENSiteIcon-150x150.png</url>
	<title>Estratégia &#8211; Embanews</title>
	<link>https://embanews.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>ESTRATÉGIA, EXECUÇÃO E PESSOAS: O TRIÂNGULO DA PERFORMANCE SUSTENTÁVEL</title>
		<link>https://embanews.com.br/estrategia-execucao-e-pessoas-o-triangulo-da-performance-sustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rogério Assad Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 09:36:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2026]]></category>
		<category><![CDATA[Abril]]></category>
		<category><![CDATA[ED433]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://embanews.com.br/?p=3986</guid>

					<description><![CDATA[Após 26 anos na mesma empresa, entrar em um momento de transição naturalmente traz reflexão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Após 26 anos na mesma empresa, entrar em um momento de transição naturalmente traz reflexão.</p>



<p>Não apenas sobre resultados… mas sobre o que sustenta esses resultados ao longo do tempo.</p>



<p>Olhando para trás, uma pergunta fica muito clara:</p>



<p>O que de fato gera performance consistente?</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>É fácil dizer “estratégia”.</li>



<li>É fácil dizer “execução”.</li>



<li>É fácil dizer “pessoas”.</li>
</ul>



<p>Mas, na prática, nunca é um desses elementos isoladamente.</p>



<p>Ao longo da minha carreira, vi estratégias falharem; não porque estavam erradas, mas porque a execução não teve disciplina.</p>



<p>Vi equipes fortes performarem abaixo do esperado: Não por falta de capacidade, mas por falta de direção clara.</p>



<p>E também vi equipes consideradas “medianas” entregarem resultados extraordinários quando havia liderança, foco e consistência.</p>



<p>É aí que tudo fica evidente: Crescimento sustentável nunca é unidimensional.</p>



<p>Ele acontece na interseção de três pilares:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Clareza de estratégia — saber onde jogar e como vencer.</li>



<li>Disciplina na execução — fazer o que precisa ser feito, de forma consistente.</li>



<li>Desenvolvimento de pessoas — construir equipes capazes de vencer.</li>
</ul>



<p>Se um desses pilares falha… o resultado não se sustenta.</p>



<p>Quando os três estão alinhados… a performance se torna repetível.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Simples na teoria.</li>



<li>Desafiador na prática.</li>



<li>Poderoso quando bem executado.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PAPIRUS AMPLIA ATUAÇÃO EM LOGÍSTICA REVERSA</title>
		<link>https://embanews.com.br/papirus-amplia-atuacao-em-logistica-reversa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação EMBANEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 09:10:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2026]]></category>
		<category><![CDATA[Abril]]></category>
		<category><![CDATA[ED423]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[ED433]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://embanews.com.br/?p=3974</guid>

					<description><![CDATA[A estruturação do mercado de créditos de reciclagem vem ganhando relevância à medida que empresas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="448" height="500" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2_ED433-Logistica_img1.jpg" alt="Foto promocional da Papirus" class="wp-image-3968" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2_ED433-Logistica_img1.jpg 448w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2_ED433-Logistica_img1-269x300.jpg 269w" sizes="(max-width: 448px) 100vw, 448px" /></figure>



<p>A estruturação do mercado de créditos de reciclagem vem ganhando relevância à medida que empresas buscam atender às metas de logística reversa previstas na legislação brasileira. É nesse contexto que acontece a operação de venda de créditos de reciclagem pela Papirus à Nazapack Embalagens, como um mecanismo de compensação ambiental.</p>



<p>A iniciativa está alinhada às diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos e às regulamentações estaduais, que exigem que empresas comprovem a destinação ambientalmente adequada, após o consumo, de parte das embalagens que colocam no mercado. Em média, o índice mínimo exigido gira em torno de 32%, podendo variar conforme o estado.</p>



<p>Para atender à legislação, as empresas podem estruturar sistemas próprios de coleta e destinação ou optar pela aquisição de créditos de reciclagem — modelo escolhido pela Nazapack na operação com a Papirus.</p>



<p>“Para a Papirus, a operação representa a consolidação de uma estratégia que vai além do fornecimento de papelcartão para embalagens. Por meio do Programa Papirus Circular, geramos créditos de reciclagem a partir do volume de aparas pós-consumo compradas junto a cooperativas e vendemos esses créditos, ampliando a nossa atuação nesta cadeia”, explica Amando Varella, Co-CEO e diretor Comercial e de Marketing da Papirus.</p>



<p>Segundo o executivo, o movimento reforça o posicionamento da companhia como facilitadora de compliance ambiental. A Papirus mantém créditos disponíveis em estoque e está preparada para atender tanto clientes gráficos quanto end users em suas demandas. Dentro da estratégia de fortalecimento da logística reversa, a Nazapack comprou créditos de reciclagem por meio da Papirus, referente à compensação do volume gerado em 2024 e 2025. A operação contou ainda com participação da cleantech Polen, responsável pela gestão e certificação dos créditos.</p>



<p>Segundo Fernando Comparini, diretor de Operações da Nazapack, a decisão marcou uma mudança estrutural na forma como a companhia passou a tratar o tema. “Além da aquisição dos créditos, estruturamos um sistema interno para aprimorar o controle das informações ambientais. Instalamos balanças de alta precisão na linha de produção, permitindo a mensuração detalhada dos materiais que estamos colocando no mercado”, conta.</p>



<p>Neste primeiro momento, a Nazapack realiza a compensação ambiental para atender ao percentual médio exigido pela legislação, de cerca de 32% do volume de embalagens pós-consumo colocado no mercado. A estratégia, porém, é consolidar o processo internamente e, a partir da maturidade da operação, avançar para percentuais superiores ao mínimo regulatório.</p>



<h3 class="wp-block-heading">SELO COM QR CODE AMPLIA TRANSPARÊNCIA</h3>



<p>Como desdobramento da iniciativa, a empresa desenvolve um projeto considerado inédito no segmento de copos descartáveis, com a criação de um selo com QR Code. A proposta é que o selo permita rastrear os materiais, direcionando o consumidor para uma landing page com informações sobre o status da logística reversa. “Queremos que essa informação seja transparente e acessível ao cliente final.”</p>



<p>A iniciativa também é vista como diferencial competitivo em um setor pressionado por importações. “Há muitos produtos importados no mercado. A adequação à logística reversa passa a ser também um diferencial competitivo, porque nem sempre o importador está estruturado para atender às exigências ambientais brasileiras”, conclui o diretor da Nazapack.</p>



<p><a href="https://www.papirus.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://www.papirus.com</a><br><a href="https://nazapack.com.br">https://nazapack.com.br</a><br><a href="https://www.brpolen.com.br">https://www.brpolen.com.br</a></p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>DAVOS 2026: A URGÊNCIA DA TRANSIÇÃO ENERGÉTICA E O PAPEL ESTRATÉGICO DO BRASIL</title>
		<link>https://embanews.com.br/davos-2026-a-urgencia-da-transicao-energetica-e-o-papel-estrategico-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rubens Filho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 22:02:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2026]]></category>
		<category><![CDATA[ED431]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Fevereiro]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://embanews.com.br/?p=3907</guid>

					<description><![CDATA[E acabou mais uma edição do Fórum Econômico Mundial em Davos, que, em 2026, consolidou]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>E acabou mais uma edição do Fórum Econômico Mundial em Davos, que, em 2026, consolidou a transição energética como o grande protagonista global. Este ano não estive na cidade, mas acompanhei daqui, do Brasil, toda a movimentação e todas as discussões que lá ocorreram. Líderes mundiais, chefes de estado, CEOs e acadêmicos foram unânimes na reafirmação da necessidade de acelerar a migração para energias limpas, e fortalecer a cooperação política e econômica nesse sentido, um pouco em linha com as conversas orquestradas durante a COP30, em Belém (PA).</p>



<p>Minha impressão é de que o futuro que vínhamos antecipando já se manifesta no presente, tanto pelos danos causados pelas mudanças do clima, como pela crescente da agenda da sustentabilidade no mundo corporativo, exigindo ação coordenada e inovação sem precedentes. Não se trata mais de um debate sobre “se”, mas sobre “como” e “com que velocidade” faremos essa transição. A eletrificação, o uso de biocombustíveis, investimentos em matrizes elétricas limpas, da mobilidade à indústria, foram reiteradas como um caminho inevitável e acelerado, essencial para a descarbonização e para a construção de uma economia mais resiliente.</p>



<p>Em Davos, ficou claro que o investimento em energia renovável não apenas continua a crescer globalmente, como também é visto como pilar central para a competitividade e a segurança econômica das nações e das empresas. Países e organizações que liderarem essa transição serão os protagonistas da economia verde que emerge, e o Brasil tem grandes chances de o ser! É uma questão de resiliência frente às crises climáticas, de inovação tecnológica e de posicionamento estratégico no novo cenário geopolítico e econômico. A energia limpa deixa de ser apenas uma alternativa sustentável para se tornar base da economia nacional.</p>



<p>Neste cenário global, a agenda brasileira de sustentabilidade corporativa não apenas ressoa, mas contribui ativamente com soluções e oportunidades de mercado. Na rede brasileira do Pacto Global da ONU, que opera como catalisador da sustentabilidade socioambiental, por exemplo, iniciativas como o Movimento Ambição Net Zero, Hub Biocombustíveis e Elétricos, bem como a agenda de Agricultura engajam centenas de empresas a estabelecer metas de descarbonização robustas e alinhadas com a ciência, muitas delas focando diretamente na transição para fontes de energia renováveis e na eficiência energética.</p>



<p>Além disso, o Brasil conta hoje com um ecossistema cada vez mais robusto de coalizões empresariais, plataformas multissetoriais e agendas colaborativas voltadas à transição energética. Essas iniciativas têm impulsionado empresas de diferentes setores a avançar na eletrificação de processos, na ampliação do uso de fontes renováveis e na incorporação do tema clima como vetor estratégico de competitividade e inovação, conectando políticas públicas, financiamento e ação empresarial concreta.</p>



<p>Apoiado por múltiplas iniciativas de impacto, o Brasil se mantém intrinsecamente alinhado às discussões globais de transição energética que marcaram o Fórum Econômico Mundial 2026. Nossas empresas avançam nos cumprimentos de metas, compartilhando bons casos e sendo base para ações em sustentabilidade corporativa pelo mundo. Pouco a pouco, a agenda ESG vem ganhando a maturidade necessária para ser tratada como investimento com retorno de curto prazo.</p>



<p>Há avanços distintos, mas a sustentabilidade por si permeia muito mais as agendas corporativas do que antes. Portanto, ainda que riscos climáticos não apareçam como preocupação imediata como antes nas análises do Fórum Econômico Mundial (Global Risks Report de 2026), o tema ganha a seriedade necessária dentro das salas das altas lideranças corporativas. Afinal, as perdas e danos já estão dadas.</p>



<p>Portanto, estamos todos prontos para liderar, inovar e cooperar, assegurando que o Brasil não apenas participe, mas seja protagonista ativo na construção de um futuro mais verde, com matriz elétrica e energética cada vez mais limpas, e mais próspero para todos e todas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A IMPORTÂNCIA DE UM MAPA DE CUSTOS CONFIÁVEL NA INDÚSTRIA DE EMBALAGENS</title>
		<link>https://embanews.com.br/a-importancia-de-um-mapa-de-custos-confiavel-na-industria-de-embalagens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adrian Bressi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 14:51:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2026]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ED430]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://embanews.com.br/?p=3880</guid>

					<description><![CDATA[Um mapa de custos funciona como uma bússola que orienta as empresas rumo a decisões]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um mapa de custos funciona como uma bússola que orienta as empresas rumo a decisões mais informadas e estratégicas. Neste artigo, vamos explorar como criar um mapa de custos eficaz para otimizar a saúde financeira do seu projeto ou negócio na indústria de embalagens e impressão.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O QUE É UM MAPA DE CUSTOS?</h3>



<p>Um mapa de custos é mais do que uma simples lista de despesas. É uma representação visual e estruturada de todos os custos associados à sua operação. Do fornecimento de matéria-prima e manutenção de equipamentos às despesas administrativas e logística, um mapa de custos permite que você visualize todo o panorama financeiro da sua operação. Essa clareza permite que as empresas de embalagens identifiquem ineficiências, priorizem melhorias e tomem decisões estratégicas com confiança.</p>



<h3 class="wp-block-heading">COMO CRIAR UM MAPA DE CUSTOS</h3>



<ol class="wp-block-list">
<li>Identifique todos os custos</li>
</ol>



<p>Ao iniciar um projeto, identifique todos os custos possíveis. Por exemplo, em uma nova linha de produtos, considere o tempo de configuração da máquina, o desperdício de substrato, as variações de envio e as campanhas promocionais.</p>



<ol start="2" class="wp-block-list">
<li>Classifique os custos com clareza</li>
</ol>



<p>Classifique os custos em categorias relevantes. Por exemplo, separe os custos variáveis, como matéria-prima, dos custos fixos, como o aluguel do espaço de produção.</p>



<ol start="3" class="wp-block-list">
<li>Alocação de custos às atividades</li>
</ol>



<p>Utilize métodos de alocação para vincular custos específicos a atividades ou processos. Em um projeto de desenvolvimento de software, por exemplo, você pode atribuir custos de pesquisa e desenvolvimento a funções específicas.</p>



<ol start="4" class="wp-block-list">
<li>Projete custos futuros</li>
</ol>



<p>Utilize dados históricos e tendências do setor para antecipar flutuações de custos. Considere como os preços da matéria-prima, as mudanças na mão de obra ou as mudanças regulatórias podem impactar sua estrutura de custos ao longo do tempo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">CRIAÇÃO DE MAPA DE CUSTOS NA INDÚSTRIA DE EMBALAGENS</h3>



<p>Construir manualmente um mapa de custos confiável pode ser demorado e propenso a erros. Sem suporte de software, as empresas frequentemente dependem de planilhas desconexas e entradas de dados inconsistentes, o que aumenta o risco de decisões baseadas em informações imprecisas e a perda de oportunidades de otimização.</p>



<p>No entanto, empresas com visão de futuro como Kawagraf e Emibra demonstraram que o uso de aplicações MES, como o planejamento de produção integrado, orçamentos e coleta de dados do chão de fábrica em tempo real, simplifica o mapeamento de custos e melhora a visibilidade em todas as operações.</p>



<p>Um conversor de embalagens flexíveis reduziu os custos de produção em 15% após implementar um mapa de custos estruturado e identificar gastos excessivos com configuração e uso de materiais. O caso da Emibra mostra como a combinação de dados do chão de fábrica em tempo real e o cálculo de custos por projeto ajudam a evitar pontos cegos financeiros.</p>



<h3 class="wp-block-heading">DICAS PARA MANTER SEU MAPA DE CUSTOS ATUALIZADO</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Revise os custos com frequência</li>
</ul>



<p>O ideal é revisar seu mapa de custos pelo menos uma vez por mês — ou até mesmo semanalmente, se você estiver em um ambiente de produção com alta variação. Você pode usar uma ferramenta de automação, por exemplo, que permita configurar alertas ou painéis para sinalizar quando os KPIs de custo excederem os limites.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Integre seus sistemas</li>
</ul>



<p>Mantenha os dados de custos sincronizados entre os departamentos usando ferramentas interconectadas para orçamento, programação, monitoramento da produção e controle de estoque. Isso reduz a duplicação de dados e aprimora a tomada de decisões.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Escolha um parceiro que ofereça suporte à melhoria contínua</li>
</ul>



<p>Seu fornecedor de software deve oferecer mais do que ferramentas — ele deve ajudar você a interpretar os dados, identificar ineficiências e desenvolver suas estratégias de custos. Procure parceiros com expertise específica do setor, como a ePS, que combinam recursos avançados com suporte consultivo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">CONCLUSÃO</h3>



<p>Um mapa de custos bem elaborado é uma ferramenta inestimável para a tomada de decisões financeiras no setor de embalagens. Por meio de dados visuais e precisos, as empresas podem traçar seu caminho rumo à eficiência financeira e ao sucesso sustentável. Comece a mapear sua rota para o sucesso financeiro hoje mesmo!</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A PERGUNTA MAIS IMPORTANTE DO ANO PARA OS PROFISSIONAIS DE EMBALAGEM FAZEREM PARA A IA</title>
		<link>https://embanews.com.br/a-pergunta-mais-importante-do-ano-para-os-profissionais-de-embalagem-fazerem-para-a-ia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fábio Mestriner]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 14:35:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2026]]></category>
		<category><![CDATA[AI]]></category>
		<category><![CDATA[ED430]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://embanews.com.br/?p=3873</guid>

					<description><![CDATA[Fiz uma pergunta para a Inteligência de Embalagem 5.0 a IA Especialista e 100% Dedicada]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Fiz uma pergunta para a Inteligência de Embalagem 5.0 a IA Especialista e 100% Dedicada ao setor de embalagem. A pergunta que fiz foi essa:</p>



<p>Sou professor e pesquisador de embalagem e desejo saber qual a pergunta mais importante que os profissionais de embalagem devem fazer para esta IA neste ano de 2026 que se inicia?</p>



<p>Vejam a resposta que obtive, reflitam sobre ela e procurem aprofundar sua pesquisa na sua área de atividade e negócio. A IA pode ajudar a compreender o cenário e agir com cautela e sabedoria no ano que se inicia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">INTRODUÇÃO</h3>



<p>No início de 2026, o setor de embalagem enfrenta um ponto de inflexão crítico onde convergem pressões regulatórias crescentes, demandas de sustentabilidade, avanços tecnológicos disruptivos e expectativas de consumidores cada vez mais conscientes. Neste contexto complexo, a identificação da pergunta estratégica mais relevante torna- se fundamental para orientar pesquisas, investimentos e decisões operacionais dos profissionais da área.</p>



<p>A pergunta estratégica que emerge como mais importante é:</p>



<p>“Como podemos utilizar inteligência artificial para otimizar simultaneamente a sustentabilidade ambiental, a conformidade regulatória, a eficiência operacional e a experiência do consumidor, mantendo a viabilidade econômica e a escalabilidade em nossas operações de embalagem?”</p>



<p>Esta pergunta encapsula os seis pilares fundamentais que definem o futuro do setor e oferece um framework estratégico para orientar decisões e pesquisas nos próximos anos.</p>



<p>Por que esta é a pergunta estratégica mais importante?</p>



<h3 class="wp-block-heading">INTEGRAÇÃO DE MÚLTIPLAS DIMENSÕES CRÍTICAS</h3>



<p>A pergunta proposta não aborda isoladamente um único desafio, mas sim integra as seis dimensões que definem o cenário competitivo de 2026. Diferentemente de perguntas mais estreitas que focam apenas em sustentabilidade ou apenas em tecnologia, esta pergunta reconhece que os profissionais de embalagem enfrentam um dilema multidimensional onde otimizar uma variável frequentemente compromete outras.</p>



<p>A realidade operacional de 2026 é que as organizações não podem mais escolher entre ser sustentáveis OU eficientes OU inovadoras. A pergunta estratégica deve refletir essa necessidade de otimização simultânea, que é precisamente onde a inteligência artificial oferece seu maior potencial de valor.</p>



<h3 class="wp-block-heading">ALINHAMENTO COM TENDÊNCIAS TECNOLÓGICAS EMERGENTES</h3>



<p>As tendências tecnológicas no setor de embalagem em 2026 apontam para uma convergência de tecnologias que criam oportunidades sem precedentes. A inteligência artificial, machine learning, computação em nuvem, Internet das Coisas (IoT) e análise de dados em tempo real estão transformando como as embalagens são projetadas, fabricadas, distribuídas e descartadas.</p>



<p>A pergunta estratégica proposta coloca a IA no centro dessa transformação, reconhecendo que ela não é apenas uma ferramenta entre muitas, mas sim um catalisador que pode integrar e otimizar todas as outras tecnologias. A IA pode processar dados de múltiplas fontes simultaneamente, identificar padrões não óbvios e sugerir soluções que equilibram trade-offs complexos entre diferentes objetivos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">RESPOSTA AOS DESAFIOS DE SUSTENTABILIDADE E CONFORMIDADE REGULATÓRIA</h3>



<p>O cenário regulatório em 2026 é caracterizado por uma intensificação significativa das exigências ambientais. Regulamentações como a Diretiva de Embalagens e Resíduos de Embalagens da União Europeia, as metas de economia circular, as restrições a plásticos de uso único e as exigências de rastreabilidade estão se tornando globais.</p>



<p>Simultaneamente, os consumidores exercem pressão crescente por embalagens mais sustentáveis, criando um paradoxo: como reduzir o impacto ambiental mantendo a proteção do produto, a segurança alimentar e a viabilidade econômica? A pergunta estratégica reconhece que a IA é essencial para navegar esse paradoxo, pois pode otimizar materiais, processos e designs de forma que seria impossível fazer manualmente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">OPORTUNIDADES DE INOVAÇÃO EM MATERIAIS, DESIGN E PROCESSOS</h3>



<p>O setor de embalagem está experimentando uma explosão de inovações em materiais alternativos, desde bioplásticos até embalagens comestíveis, passando por materiais inteligentes que mudam de propriedades em resposta a estímulos externos. Simultaneamente, novas tecnologias de design como impressão 3D, prototipagem rápida e simulação computacional estão acelerando o ciclo de inovação.</p>



<p>A pergunta estratégica coloca a IA como o orquestrador dessas inovações, reconhecendo que a verdadeira oportunidade não está em qualquer inovação isolada, mas em como integrar essas inovações de forma coerente e otimizada. A IA pode ajudar a identificar quais combinações de materiais, designs e processos oferecem o melhor desempenho multidimensional.</p>



<h3 class="wp-block-heading">IMPACTO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA OTIMIZAÇÃO DE EMBALAGENS</h3>



<p>A IA está transformando fundamentalmente como as embalagens são otimizadas. Algoritmos de machine learning podem analisar dados de desempenho de embalagens em campo, identificar falhas, prever problemas antes que ocorram e sugerir melhorias incrementais contínuas. Sistemas de IA podem otimizar o uso de materiais, reduzindo desperdícios e custos enquanto mantêm ou melhoram o desempenho.</p>



<p>A pergunta estratégica reconhece que a IA não é apenas uma ferramenta de otimização, mas sim um novo paradigma para como pensamos sobre embalagens. Em vez de projetar uma embalagem estática e depois otimizá-la marginalmente, a IA permite embalagens que aprendem e evoluem continuamente com base em dados do mundo real.</p>



<h3 class="wp-block-heading">DEMANDAS DO MERCADO E DOS CONSUMIDORES</h3>



<p>Os consumidores em 2026 têm expectativas cada vez mais sofisticadas e frequentemente contraditórias. Desejam embalagens sustentáveis, mas também querem produtos bem protegidos e com longa vida útil. Querem transparência sobre a origem e o impacto ambiental dos produtos, mas também valorizam a conveniência e a facilidade de uso. Querem inovação e novos produtos, mas também querem preços acessíveis.</p>



<p>A pergunta estratégica reconhece que satisfazer essas demandas contraditórias requer uma abordagem sofisticada que a IA pode fornecer. A IA pode ajudar a segmentar mercados, entender preferências de consumidores em diferentes contextos e otimizar embalagens para diferentes segmentos simultaneamente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">ESTRUTURA ANALÍTICA DA PERGUNTA ESTRATÉGICA</h3>



<h4 class="wp-block-heading">COMPONENTE 1: OTIMIZAÇÃO SIMULTÂNEA</h4>



<p>O termo “simultaneamente” é crítico nesta pergunta. Não se trata de otimizar uma variável e depois outra, mas de encontrar soluções que melhoram múltiplas dimensões ao mesmo tempo. Isso requer uma abordagem sistêmica que a IA está particularmente bem equipada para fornecer.</p>



<p>A otimização simultânea reconhece que em muitos casos, melhorias em uma dimensão podem ser alcançadas sem comprometer outras. Por exemplo, uma embalagem mais leve pode ser simultaneamente mais sustentável (menos material), mais eficiente (custos de transporte reduzidos) e melhor para o consumidor (mais fácil de manusear). A IA pode identificar essas oportunidades de “ganho múltiplo” que não são óbvias para análise humana.</p>



<h4 class="wp-block-heading">COMPONENTE 2: SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL</h4>



<p>A sustentabilidade ambiental em 2026 vai além de simplesmente usar materiais reciclados ou biodegradáveis. Envolve uma análise completa do ciclo de vida, considerando extração de matérias-primas, fabricação, transporte, uso e fim de vida. Envolve também considerar não apenas o impacto de carbono, mas também consumo de água, poluição, biodiversidade e economia circular.</p>



<p>A pergunta estratégica reconhece que a IA é essencial para gerenciar essa complexidade. Algoritmos de IA podem processar dados de ciclo de vida completo, identificar hotspots ambientais e sugerir melhorias que reduzem o impacto geral enquanto mantêm o desempenho funcional.</p>



<h4 class="wp-block-heading">COMPONENTE 3: CONFORMIDADE REGULATÓRIA</h4>



<p>O cenário regulatório em 2026 é fragmentado e em rápida evolução. Diferentes regiões têm diferentes requisitos, e esses requisitos estão mudando constantemente. Além disso, há uma tendência crescente de regulamentações que exigem rastreabilidade, transparência e responsabilidade estendida do produtor.</p>



<p>A pergunta estratégica reconhece que a IA pode ajudar a navegar essa complexidade regulatória. Sistemas de IA podem monitorar mudanças regulatórias, avaliar conformidade de designs de embalagem com múltiplas regulamentações simultaneamente e sugerir ajustes para manter a conformidade enquanto otimiza outras dimensões.</p>



<h4 class="wp-block-heading">COMPONENTE 4: EFICIÊNCIA OPERACIONAL</h4>



<p>A eficiência operacional em 2026 não se limita apenas a reduzir custos de produção. Envolve otimizar toda a cadeia de valor, desde o design até a distribuição e o fim de vida. Envolve também considerar flexibilidade, resiliência e capacidade de responder rapidamente a mudanças de mercado.</p>



<p>A pergunta estratégica reconhece que a IA pode transformar a eficiência operacional através de otimização de processos, previsão de demanda, gestão de inventário e manutenção preditiva. A IA pode identificar ineficiências que não são óbvias e sugerir melhorias que economizam tempo e recursos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">COMPONENTE 5: EXPERIÊNCIA DO CONSUMIDOR</h4>



<p>A experiência do consumidor em 2026 vai além da funcionalidade básica da embalagem. Envolve a experiência de desempacotar, a facilidade de uso, a estética, a comunicação de informações e até mesmo o impacto emocional. Envolve também considerar acessibilidade para pessoas com diferentes capacidades.</p>



<p>A pergunta estratégica reconhece que a IA pode ajudar a otimizar a experiência do consumidor através de análise de feedback, testes de usabilidade automatizados e personalização de embalagens para diferentes segmentos de consumidores.</p>



<h4 class="wp-block-heading">COMPONENTE 6: VIABILIDADE ECONÔMICA E ESCALABILIDADE</h4>



<p>Finalmente, a pergunta estratégica reconhece que qualquer solução deve ser economicamente viável e escalável. Não importa quão sustentável ou inovadora seja uma embalagem se não puder ser produzida em escala comercial a um custo competitivo.</p>



<p>A pergunta estratégica reconhece que a IA pode ajudar a garantir viabilidade econômica através de otimização de custos, identificação de economias de escala e previsão de demanda que permite planejamento de produção mais eficiente.</p>



<h4 class="wp-block-heading">IMPLICAÇÕES ESTRATÉGICAS DA PERGUNTA PARA PESQUISA ACADÊMICA</h4>



<p>A pergunta estratégica proposta oferece um framework robusto para pesquisa acadêmica em embalagem. Em vez de pesquisas isoladas sobre materiais sustentáveis OU design de embalagens OU aplicações de IA, a pergunta incentiva pesquisas integradas que consideram múltiplas dimensões simultaneamente.</p>



<p>Pesquisadores podem usar essa pergunta para estruturar projetos que exploram como a IA pode ser aplicada para resolver problemas reais de embalagem que envolvem trade-offs complexos. Isso pode levar a contribuições mais relevantes e impactantes para a indústria.</p>



<h4 class="wp-block-heading">PARA DECISÕES DE INVESTIMENTO</h4>



<p>A pergunta estratégica oferece um critério claro para avaliar oportunidades de investimento em tecnologia e inovação de embalagem. Investimentos que contribuem para responder essa pergunta &#8211; seja através de desenvolvimento de novas tecnologias de IA, novos materiais que funcionam bem com otimização de IA, ou novos processos que aproveitam IA &#8211; são investimentos estratégicos que oferecem retorno multidimensional.</p>



<h4 class="wp-block-heading">PARA DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS</h4>



<p>A pergunta estratégica sugere que profissionais de embalagem em 2026 precisam desenvolver competências em múltiplas áreas: compreensão de IA e machine learning, conhecimento de sustentabilidade ambiental, familiaridade com regulamentações, habilidades de design e engenharia, e compreensão de comportamento do consumidor. A pergunta oferece um framework para integrar essas competências de forma coerente.</p>



<h4 class="wp-block-heading">PARA COLABORAÇÃO INTERDISCIPLINAR</h4>



<p>A pergunta estratégica reconhece que responder a ela requer colaboração entre múltiplas disciplinas: engenheiros de embalagem, cientistas de materiais, especialistas em IA, reguladores, designers, especialistas em sustentabilidade e pesquisadores de comportamento do consumidor. A pergunta oferece um objetivo comum que pode unir essas disciplinas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">CONCLUSÃO</h3>



<p>A pergunta estratégica mais importante que profissionais de embalagem devem fazer para uma IA no início de 2026 é: “Como podemos utilizar inteligência artificial para otimizar simultaneamente a sustentabilidade ambiental, a conformidade regulatória, a eficiência operacional e a experiência do consumidor, mantendo a viabilidade econômica e a escalabilidade em nossas operações de embalagem?”</p>



<h4 class="wp-block-heading">ESTA PERGUNTA É ESTRATÉGICA PORQUE:</h4>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>INTEGRA MÚLTIPLAS DIMENSÕES CRÍTICAS</strong></li>
</ol>



<p>Reconhece que o futuro da embalagem não é sobre otimizar uma única variável, mas sobre encontrar soluções que melhoram múltiplas dimensões simultaneamente.</p>



<ol start="2" class="wp-block-list">
<li><strong>COLOCA A IA NO CENTRO DA TRANSFORMAÇÃO</strong></li>
</ol>



<p>Reconhece que a IA não é apenas uma ferramenta entre muitas, mas sim um catalisador que pode integrar e otimizar todas as outras tecnologias e processos.</p>



<ol start="3" class="wp-block-list">
<li><strong>OFERECE UM FRAMEWORK PARA PESQUISA E INOVAÇÃO</strong></li>
</ol>



<p>Fornece um objetivo claro que pode orientar pesquisa acadêmica, desenvolvimento de produtos, investimentos e decisões estratégicas.</p>



<ol start="4" class="wp-block-list">
<li><strong>REFLETE A REALIDADE COMPETITIVA DE 2026</strong></li>
</ol>



<p>Reconhece os desafios reais que profissionais de embalagem enfrentam: pressões regulatórias crescentes, demandas de sustentabilidade, expectativas de consumidores sofisticadas e necessidade de viabilidade econômica.</p>



<ol start="5" class="wp-block-list">
<li><strong>ABRE OPORTUNIDADES PARA INOVAÇÃO</strong></li>
</ol>



<p>Sugere que a verdadeira oportunidade não está em qualquer inovação isolada, mas em como integrar inovações de forma coerente e otimizada.</p>



<p>Profissionais de embalagem que usam essa pergunta como guia estratégico estarão bem posicionados para navegar a complexidade de 2026 e além, criando soluções de embalagem que são simultaneamente sustentáveis, conformes, eficientes, atraentes para consumidores e economicamente viáveis.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>THINK PLASTIC BRAZIL E INSTITUTE OF DESIGN DE CHICAGO UNIDOS PELO DESIGN ESTRATÉGICO</title>
		<link>https://embanews.com.br/think-plastic-brazil-e-institute-of-design-de-chicago-unidos-pelo-design-estrategico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação EMBANEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 14:14:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2026]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[ED430]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://embanews.com.br/?p=3856</guid>

					<description><![CDATA[O Think Plastic Brazil junto do Institute of Design da Illinois Institute of Technology (Chicago),]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="700" height="356" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1_ED430-Design_img1.jpg" alt="Foto Marco Aurélio Lobo Júnior, coordenador do núcleo Global Green Design do Think Plastic Brazil; Carlos Moreira, Diretor-Executivo do INP e de Projetos do Think Plastic Brazil; Carlos Teixeira, Diretor do Programa de Doutorado do Institute of Design da Illinois Institute of Technology (Chicago)." class="wp-image-3860" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1_ED430-Design_img1.jpg 700w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1_ED430-Design_img1-300x153.jpg 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<p>O Think Plastic Brazil junto do Institute of Design da Illinois Institute of Technology (Chicago), firmaram no dia 9 de dezembro de 2025 uma Carta de Intenções para cooperação internacional em design estratégico, visando fortalecimento em pesquisa, ensino e prática de design, para trazer inovação e sustentabilidade à indústria de plásticos transformados. A assinatura aconteceu em evento no espaço Cazoolo da Braskem, em São Paulo.</p>



<p>O Think Plastic Brazil, é um portfólio de soluções para o setor de produtos transformados em plástico no processo de internacionalização para os mercados- alvo, realizado por meio de uma parceria entre a ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) e o INP (Instituto Nacional do Plástico).</p>



<p>O documento marca o início de uma cooperação institucional e acadêmica internacional voltada ao fortalecimento da pesquisa, ensino e prática em design estratégico, com ênfase em inovação e sustentabilidade na indústria de transformação plástica. A parceria prevê o desenvolvimento de pesquisas conjuntas, a realização de workshops, seminários e programas de capacitação voltados a empresários e líderes de inovação, além da conexão entre empresas brasileiras e metodologias avançadas de design utilizadas em ambientes acadêmicos internacionais.</p>



<p>“Temos como uma das nossas metas para o futuro capacitar cada vez mais a indústria no eixo de estratégia, inovação, design e sustentabilidade. A assinatura desta carta com Institute of Design consolida o início desta meta. Vamos contribuir para a estratégia que as indústrias têm para daqui a 10 anos e como ela pode crescer cada vez mais, trazendo principalmente o ESG e inovação pelo design com uma capilaridade nos seus negócios”, declara Carlos Moreira, Diretor-Executivo do INP e de projetos do Think Plastic Brazil.</p>



<p>Assinaram o acordo o Diretor-Executivo do INP e de Projetos do Think Plastic Brazil, Carlos Moreira, e o Diretor do Programa de Doutorado do Institute of Design, Professor Carlos Teixeira, brasileiro radicado nos Estados Unidos e referência global em design estratégico aplicado à transformação industrial. Como testemunhas, assinaram Marco Aurélio Lobo Júnior, coordenador de um dos núcleos do Think Plastic Brazil, o Global Green Design e Daniela Viana, analista de desenvolvimento de mercado do Think Plastic Brazil. No evento, iniciou-se com uma visita ao Cazoolo para conhecer o espaço, em seguida a palestra do Professor Carlos Teixeira e finalizou com o ato de assinatura.</p>



<p>“A assinatura da carta inicia uma colaboração no processo de capacitação de design para as empresas do setor de plástico aqui no Brasil, para que a gente possa trazer essa metodologia, esse conhecimento de integração do design dentro das empresas. A ideia é levar como que as empresas precisam desenvolver uma inteligência, de como projetar utilizando o design, uma capacidade interna de poder inovar através de projetos complexos e pensando dentro de toda a cadeia produtiva”, explica o Professor Carlos Teixeira, Diretor do Programa de Doutorado do Institute of Design.</p>



<p><a href="https://thinkplasticbrazil.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://thinkplasticbrazil.com</a><br><a href="https://id.iit.edu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://id.iit.edu/</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="300" height="300" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1_ED430-Design_img2.jpg" alt="QR Code para assistir o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=KO027tLhLYA" class="wp-image-3861" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1_ED430-Design_img2.jpg 300w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1_ED430-Design_img2-150x150.jpg 150w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1_ED430-Design_img2-70x70.jpg 70w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PLANO ESTRATÉGICO NACIONAL DE EMBALAGEM</title>
		<link>https://embanews.com.br/plano-estrategico-nacional-de-embalagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Cabral]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 19:52:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Agosto]]></category>
		<category><![CDATA[Competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[ED425]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://embanews.com.br/?p=3449</guid>

					<description><![CDATA[Sempre me intrigaram as discussões estéreis sobre temas ligados ao Sistema Embalagem protagonizadas por diversos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Sempre me intrigaram as discussões estéreis sobre temas ligados ao Sistema Embalagem protagonizadas por diversos <em>stakeholders</em>: fabricantes e usuários de materiais de embalagem, ambientalistas que demonizam as embalagens<sup>2</sup>, políticos, professores de diversas instituições de ensino, Organizações Não Governamentais, agentes públicos entre outros.</p>



<p>Muitas dessas discussões se assemelham a disputas infantis — &#8220;eu sou melhor em matemática!&#8221;, &#8220;mas você nem sabe escrever!&#8221; — quando, na verdade, juntos poderiam compor excelentes textos com sólida lógica e fundamento.</p>



<p>O ponto essencial, porém, quase sempre negligenciado, é a educação, em todas as suas dimensões: profissional, ambiental, política, financeira. Ela deveria estar fortalecida em todos os níveis do ensino brasileiro, da pré- -escola (para fortalecer a adequada formação dos futuros cidadãos) até a pós-graduação. É imperioso investir recursos humanos e financeiros nesse sentido, destinando para ele, por exemplo, uma pequena parte da importante arrecadação obtida pelas loterias e casas de apostas.</p>



<p>Quando se fala em impactos ambientais, o debate tende a ficar obscurecido por imagens alarmantes de poluição, especialmente por plásticos (recomendo a leitura reflexiva do livro “Paradoxo dos Plásticos – fatos para um futuro melhor”<sup>3</sup>). Raramente se menciona o verdadeiro responsável: <strong>o ser humano</strong>. Isso reforça o que costumo dizer: a embalagem é sempre considerada a culpada pelos problemas e pelas desavenças que ocorrem nas cadeias produtivas.</p>



<p>Cabem aqui algumas perguntas: a quem interessa essas discussões ineficazes nem sempre conduzidas por pessoas conhecedoras do tema? Quem ganha o quê com isso? Há algum poder em jogo? Penso que existe um ser invisível e manipulador, que conduz, subliminarmente, os trâmites desses desacordos que podem chegar a hostilidades inaceitáveis. Permito-me chamá-lo de Discórdia, uma quase imperadora, seguidora fiel dos ensinamentos de Maquiavel, especialmente o trecho que se segue, retirado do Capítulo XX de “O Príncipe”<sup>4</sup>:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Os nossos antepassados […]mantinham as discórdias entre os partidos para dominá-las mais facilmente.</p>
</blockquote>



<p>Concluo que o poder da Discórdia age para manter a divisão do povo (leia-se os diversos materiais) para (por que não?) perpetuar-se no poder (qual poder?). É preciso trabalhar contra isso e, para tanto, sugiro criar uma <strong>estratégia brasileira de embalagem </strong>que seja <strong>rapidamente regulamentada, aceita e implantada </strong>para evitar que o sempre imenso intervalo de tempo entre a aprovação e a real “posta em marcha” de qualquer plano se transforme em outra arma da Discórdia (sempre ela, uma verdadeira imperatriz). Como exemplo dessa demora, a Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS foi instituída pela Lei 12.305/2010 e o Plano Nacional de Resíduos Sólidos — PLANARES foi publicado doze anos depois, em 29 de dezembro de 2022, pela Portaria nº 1.090/2022, do Ministério do Meio Ambiente (MMA).</p>



<p>O que seria esse Plano? Como começar? Busquei apoio em uma nova ferramenta — o ChatGPT — com quem dialoguei intensamente buscando exemplos internacionais (que são poucos) até estruturar um roteiro para um Plano Estratégico Nacional de Embalagem, que disponibilizo5 aos eventuais interessados. Ele foi elaborado com a visão sistêmica que guia o meu pensamento quando o assunto é embalagem.</p>



<p>Esse Plano:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Representa pacto de não agressão entre os materiais, promove a cooperação e o não confronto.</li>



<li>Propõe a inserção da educação sobre embalagens desde os primeiros anos escolares, conscientizando sobre seu papel essencial na preservação de alimentos e da vida.</li>



<li>Rejeita o princípio maquiavélico de divisão como instrumento de controle.</li>



<li>Prevê a liderança de um comitê gestor plural, com foco em inovação, agilidade e superação de rivalidades setoriais.</li>
</ul>



<p>Acredito ser viável, em médio prazo, implementar um plano <strong>inclusivo, inovador e competitivo</strong>, que equilibre preservação ambiental, desenvolvimento econômico e justiça social.</p>



<p>Espero estimular reflexões e fomentar um movimento colaborativo em torno dessa ideia. Conto com o engajamento de todos que acreditam que o caminho do futuro passa, sim, pelas embalagens — mas sobretudo pelo <strong>consenso</strong>, pela ação e pela <strong>inteligência coletiva</strong>.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Diretor da Pack&amp;Strat – Engenharia e Estratégia de Embalagem, Ltda – <a href="http://www.packstrat.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">www.packstrat.com.br</a></li>



<li>CABRAL, A. Sem embalagem, talvez só belzebu coma. Embanews, agosto 2017, pág. 50</li>



<li>DeARMITT, C. O Paradoxo dos Plásticos – fatos para um futuro melhor. Versão digital disponível em <a href="https: //tampinhalegal. com.br/web/2023/05/28/o-paradoxo-dos-plasticos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https: //tampinhalegal. com.br/web/2023/05/28/o-paradoxo-dos-plasticos/</a> último acesso em 31 de julho de 2025</li>



<li>MACHIAVELLI, N. O Príncipe / traduzido do italiano por Maurício Santana Dias ; prefácio de Fernando Henrique Cardoso; tradução dos apêndices por Luiz A. de Araújo. – São Paulo: Penguin Classics – Companhia das Letras, 2010.</li>



<li>CABRAL, A. Plano Estratégico Nacional de Embalagem. Disponível em <a href="https://packstrat.com.br/category/artigos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://packstrat.com.br/category/artigos/</a></li>
</ol>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
