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	<title>Embalagens Flexíveis &#8211; Embanews</title>
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	<description>Conectando fabricantes e usuários do setor de embalagens</description>
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	<title>Embalagens Flexíveis &#8211; Embanews</title>
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		<title>SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL E CUMPRIMENTO DE FUNÇÃO DAS EMBALAGENS PLÁSTICAS FLEXÍVEIS</title>
		<link>https://embanews.com.br/sustentabilidade-ambiental-e-cumprimento-de-funcao-das-embalagens-plasticas-flexiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Henrique Moraes,&nbsp;Clarice Fedosse Zornio&nbsp;and&nbsp;Amanda Alves Domingos Maia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 19:12:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[ED426]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagens Flexíveis]]></category>
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					<description><![CDATA[As embalagens plásticas flexíveis desempenham papel fundamental na conservação, proteção e transporte de alimentos, produtos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As embalagens plásticas flexíveis desempenham papel fundamental na conservação, proteção e transporte de alimentos, produtos de higiene e bens de consumo em geral. Seu desenvolvimento vem sendo cada vez mais orientado por diretrizes de sustentabilidade, impulsionadas por legislações, metas corporativas e expectativas do consumidor.</p>



<p>Nesse contexto, algumas tendências ganham destaque, como a simplificação e a compatibilização de estruturas como soluções de design para a reciclagem (D4R) e a incorporação de resina reciclada pós-consumo (PCR), sem deixar de lado a performance das embalagens. Esses e outros temas foram discutidos na 13ª Conferência Internacional de Embalagens Flexíveis Tappi/Cetea 2025, que aconteceu no Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital) de 23 a 25 de setembro no formato híbrido.</p>



<p>A simplificação de estrutura está relacionada à redução da complexidade das embalagens multicamadas e à busca por soluções monomateriais. Tradicionalmente, os plásticos flexíveis são formados pela combinação de diferentes polímeros que proporcionam propriedades como barreira a gases, resistência mecânica e brilho. No entanto, essa diversidade de materiais dificulta a reciclagem, já que a separação de cada polímero é tecnicamente desafiadora e pouco viável em escala industrial.</p>



<p>Associado a isso, a impressão presente pode gerar contaminação no material reciclado e até mesmo comprometer as suas propriedades mecânicas, limitando a aplicação do reciclado. A remoção das camadas de impressão é tecnicamente desafiadora e demanda processos adicionais, muitas vezes economicamente inviáveis em escala industrial.</p>



<p>Algumas soluções comerciais para esses entraves, as quais contribuem para melhorar a circularidade dos materiais plásticos e reduzir os seus impactos ambientais, foram discutidas por especialistas de grandes empresas ligadas ao setor como ExxonMobil, Toyo Ink Brasil, Antilhas, Braskem e Allianza, na Conferência Tappi/Cetea deste ano.</p>



<p>No âmbito da compatibilização de estruturas para a reciclagem, destacam-se os desenvolvimentos de filmes plásticos que combinam grades específicos de polietileno e poliamida projetados para apresentar maior compatibilidade frente aos processos de reciclagem mecânica. Historicamente, a associação entre esses dois polímeros gera limitações significativas nesse processo, pois suas diferenças de polaridade e estrutura química resultam em baixa miscibilidade, comprometendo a qualidade do material reciclado.</p>



<p>Avanços na formulação de grades compatíveis têm permitido melhorar a adesão interfacial e reduzir a separação de fases, garantindo melhores propriedades mecânicas e estabilidade do reciclado. Essa abordagem, explorada na conferência pela UBE, amplia a reciclabilidade de estruturas multicamadas que necessitam da alta barreira a gases fornecida pela poliamida e da processabilidade e versatilidade do polietileno, tornando tais filmes mais alinhados às diretrizes de circularidade e metas de sustentabilidade do setor, temas também abordados pela Yattó.</p>



<p>Outro caminho em expansão é a incorporação de PCR nas embalagens plásticas flexíveis, tema discutido pela Plastiweber. A utilização de resina pós-consumo reciclada em embalagens flexíveis representa um avanço significativo na economia circular, pois promove a reinserção de materiais no ciclo produtivo. Essa prática reduz a dependência de resinas virgens, diminui a pegada de carbono associada à produção e atende a compromissos de sustentabilidade assumidos por diversas empresas.</p>



<p>Como desafios técnicos e regulatórios ainda existem, principalmente relacionados à qualidade, à pureza do PCR e à segurança ao consumidor, avanços em tecnologias de reciclagem química vêm ampliando as possibilidades de aplicação do PCR em contato direto com alimentos para outras resinas além do poli(tereftalato de etileno), cuja reciclagem mecânica é permitida para contato com alimentos pela RDC n° 20 de 26 de março de 2008.</p>



<p>A tendência de sustentabilidade tem direcionado muitos dos desenvolvimentos de novas embalagens, com soluções sendo apresentadas na Tappi/Cetea 2025 pela Universidade Tecnológica Nacional (UTN), da Argentina, e pelas empresas Ecopopoli, Nanox, Avient e Avery Dennison. Contudo, há necessidade de comprovação da efetividade dos ganhos ambientais propostos, conforme foi discutido por empresas como GAIA BioMaterials e Basf, e assegurada a qualidade das novas estruturas e formulações, objeto de discussão apresentado pela Thermo Fischer.</p>



<p>O fato é: os desenvolvimentos de embalagens plásticas flexíveis orientados por aspectos de sustentabilidade não podem deixar de lado o atendimento a requisitos de proteção dos produtos ou de etapas do processamento de alimentos envasados. Quando a embalagem falha em cumprir sua função, há não só o desperdício do material da embalagem, mas também dos recursos naturais usados para a obtenção do produto acondicionado, resultando em impactos ambientais significativamente maiores. Com foco nessa perspectiva de performance de materiais de embalagem, valeu a pena acompanhar na conferência o que dizeram especialistas da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e das empresas Milliken, Nova Chemicals, Dow, Embaquim, Cepalgo e Oben.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="217" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/5_ED413-Pesquisa_img1.jpg" alt="imagem do instituto de tecnologia de alimentos e do governo do estado de são paulo" class="wp-image-1334" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/5_ED413-Pesquisa_img1.jpg 600w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/5_ED413-Pesquisa_img1-300x109.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="400" height="400" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/5_ED426-Pesquisa_img1.jpg" alt="QR Code com a programação da 13ª Conferência Internacional de Embalagens Flexíveis Tappi/Cetea 2025" class="wp-image-3618" style="width:216px;height:auto" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/5_ED426-Pesquisa_img1.jpg 400w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/5_ED426-Pesquisa_img1-300x300.jpg 300w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/5_ED426-Pesquisa_img1-150x150.jpg 150w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/5_ED426-Pesquisa_img1-70x70.jpg 70w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></figure>



<p></p>
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		<title>EMBALAGENS FLEXÍVEIS MANTÉM RESILIÊNCIA NO 1º SEMESTRE DE 2025, MAS ENCERRA 2º TRIMESTRE SOB PRESSÃO</title>
		<link>https://embanews.com.br/embalagens-flexiveis-mantem-resiliencia-no-1o-semestre-de-2025-mas-encerra-2o-trimestre-sob-pressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação EMBANEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 21:45:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagens Flexíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagens Flexiveis]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes Flexíveis]]></category>
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					<description><![CDATA[O desempenho da indústria de embalagens plásticas flexíveis no primeiro semestre de 2025 reflete um]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O desempenho da indústria de embalagens plásticas flexíveis no primeiro semestre de 2025 reflete um ambiente econômico desafiador, marcado por juros elevados, inflação pressionada e retração em setores estratégicos como alimentos e bebidas. Apesar desse cenário, o setor mostrou sinais de resiliência, apoiado pelo crescimento do agronegócio e pelo avanço das exportações.</p>



<p>De acordo com levantamento da ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis – <a href="http://www.abief.org.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.abief.org.br</a>), elaborado pela Maxiquim, a produção total alcançou 1,148 milhão de toneladas, praticamente estável frente ao mesmo período de 2024 (+0,4%), mas com retração na comparação com o semestre imediatamente anterior (-3,3%).</p>



<p>O consumo aparente somou 1,137 milhão de toneladas, com leve queda (-0,3%) em relação ao primeiro semestre de 2024. Alimentos permaneceram como principal destino, representando 40% da demanda, mas recuaram 1,5%. O destaque positivo foi o agronegócio, que cresceu 7,4% no período.</p>



<p>No comércio exterior, o saldo foi favorável: as exportações brasileiras de embalagens plásticas flexíveis avançaram 11,5%, enquanto as importações caíram 2,9%, evidenciando maior competitividade da indústria nacional.</p>



<p></p>



<p><strong><em>Recorte: 2º trimestre de 2025</em></strong></p>



<p>O estudo da Maxiquim evidenciou que no 2º trimestre de 2025, os desafios se intensificaram. A produção brasileira de embalagens plásticas flexíveis recuou ligeiramente para 573 mil toneladas, apontando estabilidade em relação ao segundo trimestre de 2024 (+0,3%), mas com queda frente ao trimestre anterior (-0,3%). A maior parte do volume continuou concentrada em filmes diversos (70%), enquanto shrink e stretch responderam por 12% e 8%, respectivamente.</p>



<p>O consumo aparente totalizou 569 mil toneladas, virtualmente estável frente ao primeiro trimestre de 2025 (+0,2%) e em queda de 0,3% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Por destino, alimentos mantiveram a liderança (40%), mas caíram 2,3% frente ao segundo trimestre de 2024. Já o agronegócio avançou 9,5%, reforçando seu papel como pilar de crescimento no segundo trimestre e no primeiro semestre de 2025.</p>



<p>No comércio exterior, mais uma vez o setor registrou desempenho positivo: as exportações cresceram 9,7% frente ao 2T24 e 3,9% em relação ao 1T25, com destaque para os Estados Unidos, que absorveram cerca de 10% do volume exportado.</p>



<p>As perspectivas para os próximos meses são de uma inflação em queda, favorecida pela redução nos preços dos alimentos e pela recuperação parcial do poder de compra dos consumidores. “Isso deve estimular a indústria de alimentos e bebidas, tradicionalmente mais aquecida no segundo semestre e, consequentemente, alavancar as vendas de embalagens plásticas flexíveis”, reflete o Presidente da ABIEF, Eduardo Berkovitz.</p>



<p>No entanto, ele teme que barreiras externas, como as tarifas de importação impostas pelos EUA, possam limitar a expansão de alguns segmentos, especialmente carnes, um importante cliente de flexíveis. “O setor de embalagens plásticas flexíveis tem demonstrado uma resiliência importante em meio a um cenário macroeconômico desafiador. O crescimento do agronegócio e a expansão das exportações reforçam a relevância estratégica da indústria, que continua sendo parte essencial da cadeia produtiva do país”, conclui.</p>



<p>A indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis fechou 2024 com um crescimento sólido, mas desigual. De um lado, o faturamento bruto atingiu R$ 37,8 bilhões, com alta de 7,6% sobre o ano anterior. No mesmo ano, a produção nacional cresceu 2,5%, totalizando 2,33 milhões de toneladas, e o consumo per capita rompeu a marca dos 11 kg/hab/ano, registrando crescimento de 4,3%.</p>



<p></p>
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		<title>Braskem realiza a primeira venda de PE circular na América do Sul</title>
		<link>https://embanews.com.br/braskem-realiza-a-primeira-venda-de-pe-circular-na-america-do-sul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação EMBANEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Jun 2025 02:01:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagens Flexíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pet Food]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A Braskem concluiu a venda de polietileno (PE) circular, produzido a partir da reciclagem química,]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <a href="https://www.linkedin.com/company/braskem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Braskem</a> concluiu a venda de polietileno (PE) circular, produzido a partir da reciclagem química, para o <a href="https://www.linkedin.com/company/grupocopobras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Grupo Copobras</a>. É a primeira vez que a petroquímica comercializa tal resina circular na América do Sul e o material será utilizado pela Copobras para a produção de embalagens flexíveis no segmento de pet food.<br><br>O PE circular da Braskem, assim como todos os demais produtos circulares da companhia, integra o portfólio Wenew, que busca alavancar ainda mais o conceito de economia circular dentro da cadeia produtiva da química e do plástico. A matéria-prima usada na produção desta resina circular foi fornecida pela Neste, empresa finlandesa de refino. Em 2024, as duas companhias assinaram um acordo para o fornecimento de matérias-primas circulares e bio-circulares voltado à produção de resinas e produtos químicos.<br><br>“É o nosso primeiro case de reciclagem química na América do Sul. Tivemos a matéria-prima oriunda da parceria com a Neste, a nossa atuação na produção da resina circular e a venda para a Copobras. Esse é um grande marco da companhia na direção do desenvolvimento sustentável e da concretização da economia circular”, afirma <a href="https://www.linkedin.com/in/ACoAAAPx9vMB5JpNmXoA97OkCEPZ3-hC92pXqNE"></a><a href="https://www.linkedin.com/in/pier-paolo-pesce/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pier Paolo Pesce</a>, gerente de desenvolvimento de negócios da Braskem na América do Sul.<br><br>Essa primeira venda na América do Sul concretiza as iniciativas da Braskem em prol da reciclagem química e na construção de um portfólio de produtos cada vez mais sustentáveis. Desde 2021, a companhia investe no tema, seja por meio de pesquisas para o desenvolvimento de tecnologias ou pela aquisição de matérias-primas circulares, produzidas via pirólise. Além disso, o PE circular, fornecido para o Grupo Copobras, possui certificação ISCC Plus, reiterando a qualidade e circularidade do produto.<br><br>“O processo de desenvolvimento do PE circular da Braskem é de altíssima qualidade e temos muito orgulho de termos sido os primeiros a utilizar tal resina. Soluções como essas devem se tornar cada vez mais presentes no mercado para que consigamos garantir padrões sustentáveis para o setor como um todo. E esse é um caminho fundamental para atendermos as demandas dos consumidores e brand owners por mais sustentabilidade nos produtos”, afirma <a href="https://www.linkedin.com/in/ACoAAAcbeEUBk_7pRGlvW8f5_wmXM_8YDlg75M8"></a><a href="https://www.linkedin.com/in/morgana-bon-0b1b2533/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Morgana Bon</a>, gerente Engenharia de Produto do Grupo Copobras.</p>
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