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	<title>Produtos de Limpeza &#8211; Embanews</title>
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	<description>Conectando fabricantes e usuários do setor de embalagens</description>
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		<title>INDÚSTRIA DE PRODUTOS DE LIMPEZA COMEMORA ALTOS ÍNDICES DE RECICLAGEM DE EMBALAGENS PÓS-CONSUMO</title>
		<link>https://embanews.com.br/industria-de-produtos-de-limpeza-comemora-altos-indices-de-reciclagem-de-embalagens-pos-consumo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação EMBANEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 10:28:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Brasil produz cerca de 82 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos anualmente, mas]]></description>
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<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="594" height="700" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/07/1_ED423-Destaque_img1.jpg" alt="Foto Paulo Engler, diretor-executivo da ABIPLA" class="wp-image-2613" style="width:280px" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/07/1_ED423-Destaque_img1.jpg 594w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/07/1_ED423-Destaque_img1-255x300.jpg 255w" sizes="(max-width: 594px) 100vw, 594px" /></figure>



<p>O Brasil produz cerca de 82 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos anualmente, mas menos de 4% são recicladas, de forma efetiva, de acordo com dados da ABRELP (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais). “O índice é preocupante, sobretudo quando comparado a países que já conseguem reaproveitar mais de 30% de seus resíduos. Diante desse cenário, a indústria de limpeza e saneantes tem intensificado seus esforços para ampliar sua contribuição na economia circular e na destinação correta dos materiais descartados, mas ainda há um longo caminho a percorrer até que todas as fabricantes se engajem a esse movimento”, enfatiza Paulo Engler, diretor-executivo da ABIPLA &#8211; Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Higiene, Limpeza e Saneantes de Uso Doméstico e de Uso Profissional. <strong>Até o fim de 2024, foram coletadas e recicladas 198.733 toneladas de resíduos urbanos, das quais 38.598 toneladas ficaram sob responsabilidade das empresas associadas à ABIPLA, o que representa 19,4% do total processado.</strong> “Entre os associados da ABIPLA, há indústrias que já superam sua produção, chegando a 115% de reciclabilidade de materiais. Ou seja, reciclam mais do que produzem, o que é um dado fantástico e que deve ser seguido por todos”, comemora Engler.</p>



<p>Na avaliação do executivo, a prática não é seguida por todas as indústrias de limpeza, nem por outros setores. “Apesar da lei estar em vigor desde 2011, determinando que as empresas devem patrocinar a reciclagem das embalagens em uso, é essencial que o poder público consiga estabelecer estratégias para engajamento, como é o bom exemplo da CETESB no Estado de São Paulo quando da renovação da licença de operação da indústria”, alerta Paulo Engler, que afirma que a comemoração do Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, pode ser uma data propícia para reforçar a importância do comprometimento coletivo voltado à economia circular e à logística reversa de resíduos sólidos, como embalagens pós-consumo, em todos os segmentos.</p>



<p><strong>Programa “Mãos pro Futuro”</strong> &#8211; A ABIPLA destaca resultados expressivos do programa “Mãos Pro Futuro”, do qual a entidade faz parte, desde 2009. O programa é voltado à logística reversa de embalagens pós-consumo e à inclusão social de cooperativas de catadores.</p>



<p>“O Programa Mãos Pro Futuro é um conjunto de ações que busca o bem-estar da sociedade, e que se traduz como a concretização da circularidade, prevista na Lei nº 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) no país, deve ser seguida e estimulada. Esta lei define a logística reversa como um conjunto de ações, procedimentos e meios para viabilizar a coleta e restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial para reaproveitamento ou destinação ambientalmente adequada”, explica Engler, que complementa: “Nessa direção, o Programa Mãos pro Futuro demonstra, de forma inequívoca, não ape- nas o compromisso da indústria de saneantes, mas o quanto é possível realizar quando todos os setores industriais se aliam entre si e a outros setores envolvidos na economia circular, como catadores, recicladores e transformadores.</p>



<p>Apoiamos a ABIHPEC (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos) nessa iniciativa, trabalhamos juntos e temos a certeza de que somente por meio do uso consciente dos materiais recicláveis é que alcançaremos o equilíbrio do progresso sem afetar o meio ambiente”, avalia Paulo Engler, diretor-executivo da ABIPLA. Segundo levantamento preliminar do “Mãos pro Futuro”, <strong>entre janeiro e abril de 2025, com o apoio do Programa, o volume total de materiais recicláveis, comercializados no Brasil, foi de 39.338 toneladas.</strong> Desse montante, o papel representou a maior parcela, com 49%, seguido pelo plástico (28%), vidro (15%) e metais (8%), sendo 7% de aço e 1% de alumínio. “Os dados evidenciam a predominância de determinados resíduos na cadeia da reciclagem e reforçam a necessidade de ampliar o reaproveitamento de materiais, como o vidro e o plástico de difícil triagem”, adverte o diretor executivo da ABIPLA.</p>



<p><strong>Produtos de limpeza apoiam meio ambiente</strong> &#8211; Além de fortalecer a cadeia de reciclagem, a ABIPLA e seus associados incentivam a inovação em fórmulas concentradas e embalagens reutilizáveis, aumentando a circularidade do plástico e reduzindo a pegada de carbono do setor. <strong>Segundo o diretor executivo da entidade, anualmente, a indústria química, da qual fazem parte os saneantes, investe cerca de R$ 2,5 bilhões em pesquisa e desenvolvimento para produtos mais biodegradáveis, economia de energia e menor geração de resíduos.</strong></p>



<p>“Neste Dia do Meio Ambiente, queremos chamar a atenção para a transformação estratégica que atravessa nossa indústria. A meta é clara: oferecer soluções que respeitem o planeta e elevem os padrões de bem-estar da sociedade”, ressalta Engler.</p>



<p><strong>Necessidade de mais engajamento</strong> &#8211; Apesar dos avanços, a ABIPLA alerta para a baixa adesão de parte das empresas do setor às práticas de sustentabilidade. “Muitas ainda não se engajaram de forma efetiva em iniciativas como a logística reversa ou na reformulação de produtos e processos com menor impacto ambiental. <strong>É preciso que mais empresas compreendam que sustentabilidade não é um custo, mas um investimento estratégico e urgente.</strong> O futuro da indústria passa, necessariamente, por práticas mais responsáveis”, reforça Paulo Engler.</p>



<p>A entidade também destaca a importância de políticas públicas, que incentivem o consumo consciente e o descarte adequado de resíduos, além do fortalecimento das cooperativas envolvidas na cadeia da reciclagem, mas orgulha-se de fazer parte de um movimento contínuo e que deve crescer, a cada ano, no Brasil.</p>



<p><a href="https://abipla.org.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://abipla.org.br</a></p>
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		<title>Limppano reduz 2,4 mil toneladas de carbono com energia limpa e iniciativas sustentáveis</title>
		<link>https://embanews.com.br/limppano-reduz-24-mil-toneladas-de-carbono-com-energia-limpa-e-iniciativas-sustentaveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação EMBANEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Jun 2025 21:22:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Home Care]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos de Limpeza]]></category>
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					<description><![CDATA[A Limppano S/A conta com dois complexos industriais próprios na Região Metropolitana do Rio de]]></description>
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<p>A <a href="https://www.linkedin.com/company/limppano-s-a/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Limppano S/A</a> conta com dois complexos industriais próprios na Região Metropolitana do Rio de Janeiro que utilizam somente energia limpa, renovável e certificada, além de trabalharem com a captação de água de chuva para reuso com fins de produção e consumo interno para limpeza.<br><br>Nos últimos cinco anos, a companhia, dona da marca ODD, reduziu suas emissões de gases do efeito estufa em 2,4 mil toneladas de carbono – de acordo com balanço da Eco Ludfor divulgado em março deste ano. Outra iniciativa que contribuiu para esse avanço foi a implantação de energia solar no pátio da fábrica localizada na Baixada Fluminense.<br><br>As embalagens dos produtos Limppano &#8211; desenvolvidas com até 30% menos plástico do que a média do mercado &#8211; também contam com o selo <a href="https://www.linkedin.com/company/seloeureciclo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">eureciclo</a>, uma das soluções de impacto positivo mais representativas no país, que contribui com a logística reversa de embalagens pós-consumo e, assim, garante sua destinação correta.</p>



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