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	<title>Reciclagem &#8211; Embanews</title>
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	<description>Conectando fabricantes e usuários do setor de embalagens</description>
	<lastBuildDate>Tue, 02 Sep 2025 17:30:18 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Reciclagem &#8211; Embanews</title>
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		<title>CRESCIMENTO GLOBAL DO SETOR DE EMBALAGENS RECICLÁVEIS TEM REFLEXO POSITIVO NO BRASIL, SEGUNDO SMURFIT WESTROCK</title>
		<link>https://embanews.com.br/crescimento-global-do-setor-de-embalagens-reciclaveis-tem-reflexo-positivo-no-brasil-segundo-smurfit-westrock/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação EMBANEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 17:28:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Agosto]]></category>
		<category><![CDATA[ED425]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado global de embalagens recicláveis deve atingir US$ 460 bilhões até 2035, com uma]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="696" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/09/2_ED425-Reciclagem_img1.jpg" alt="Manuel Alcalá, CEO da Smurfit Westrock Brasil" class="wp-image-3425" style="width:322px;height:auto" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/09/2_ED425-Reciclagem_img1.jpg 600w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/09/2_ED425-Reciclagem_img1-259x300.jpg 259w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<p>O mercado global de embalagens recicláveis deve atingir US$ 460 bilhões até 2035, com uma Taxa de Crescimento Anual Composta (CAGR) de 7,24% no período, conforme aponta o relatório mais recente da Metatech Insights. A projeção é impulsionada, segundo a consultoria, por estratégias de economia circular, metas ambientais cada vez mais rígidas e o avanço de tecnologias que viabilizam o reaproveitamento de materiais. Na Smurfit Westrock, essa tendência já se reflete na prática.</p>



<p>“Grandes marcas globais têm nos procurado com demandas alinhadas aos seus compromissos ambientais. Isso nos desafia e nos impulsiona a oferecer soluções de embalagens que combinem alto desempenho, reaproveitamento de materiais e menor impacto ambiental. Mercados emergentes, como o Brasil, têm papel estratégico nessa transição por conta de sua base florestal renovável, capacidade produtiva e crescente profissionalização das cadeias de reciclagem. Combinados, esses fatores posicionam o país como uma peça-chave na entrega de soluções sustentáveis para operações globais. Nosso propósito — criar, proteger e cuidar — orienta cada passo dessa jornada”, declara o CEO da Smurfit Westrock Brasil, Manuel Alcalá.</p>



<p>Ainda conforme o estudo, o avanço no mercado de reciclados reflete um amadurecimento nas estratégias de sustentabilidade adotadas por empresas de diversos setores. Embalagens compostas por materiais reciclados e provenientes de fontes renováveis, como a celulose, atendem uma parcela de consumidores preocupados com essas alternativas, ao mesmo tempo em que incentivam as cadeias de suprimentos a adotarem critérios ESG claros e mensuráveis.</p>



<p>Com mais de 80 anos de atuação no mercado, a Smurfit Westrock possui profundo conhecimento em ciência de materiais, design de embalagens e inovação de processos para criar soluções de embalagens, que trazem impacto à sustentabilidade e à eficiência dos negócios dos clientes.</p>



<p>“Estamos testemunhando uma mudança de perfil: a embalagem deixou de ser um mero invólucro funcional e passou a ser uma extensão da identidade ambiental da marca. Empresas que compreendem essa dinâmica estão se antecipando às exigências regulatórias e às expectativas dos consumidores”, finaliza Alcalá.</p>



<p><a href="https://solutions.westrock.com/brasil">https://solutions.westrock.com/brasil</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>RECICLAGEM MOLECULAR: A REVOLUÇÃO DA ECONOMIA CIRCULAR</title>
		<link>https://embanews.com.br/reciclagem-molecular-a-revolucao-da-economia-circular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alessandra Lancellotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 10:54:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Circular]]></category>
		<category><![CDATA[ED423]]></category>
		<category><![CDATA[Junho]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Selecionado pelo Editor]]></category>
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					<description><![CDATA[DESAFIOS NA ECONOMIA CIRCULAR DE PLÁSTICOS: O PAPEL DA RECICLAGEM MOLECULAR A transição para uma]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">DESAFIOS NA ECONOMIA CIRCULAR DE PLÁSTICOS: O PAPEL DA RECICLAGEM MOLECULAR</h3>



<p>A transição para uma economia circular no setor de plásticos enfrenta desafios significativos, especialmente relacionados às limitações da reciclagem mecânica. Embora seja a forma predominante de reciclagem, a reciclagem mecânica apresenta restrições que impedem a plena circularidade dos materiais plásticos. No Brasil, apesar dos avanços na reciclagem mecânica, há muitas dificuldades estruturais, como a baixa taxa de coleta seletiva, a contaminação dos resíduos e a falta de incentivos econômicos para o uso de materiais reciclados.</p>



<p>A reciclagem mecânica, embora amplamente utilizada, possui várias limitações. Ela é mais eficaz com materiais plásticos homogêneos e limpos, o que nem sempre é o caso dos resíduos pós-consumo. Contaminações, mistura de diferentes tipos de plásticos e degradação das propriedades físicas ao longo dos ciclos de reciclagem reduzem a qualidade dos materiais reciclados.</p>



<p>Aplicações como certas embalagens cosméticas, como compactos e batons, frascos coloridos, filmes multicamadas e materiais contaminados com tintas ou adesivos, por exemplo, não podem ser reciclados pelo processo mecânico de forma eficiente. Assim, muitas embalagens plásticas ainda acabam em aterros ou incineradores porque não podem ser recicladas eficientemente pelos métodos tradicionais.</p>



<p>De acordo com dados da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria de Plástico), a reciclagem mecânica de plásticos pós-consumo atingiu 20,6% em 2023, sendo 24,3% a taxa de reciclagem mecânica de embalagens. Esses dados reforçam que uma parcela significativa dos resíduos plásticos ainda não é reciclada, evidenciando as limitações do processo mecânico.</p>



<p>Nesse contexto, a reciclagem química surge como uma inovação promissora para superar essas barreiras e ampliar as possibilidades de reutilização de plásticos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">INOVAÇÃO ATRAVÉS DA RECICLAGEM MOLECULAR</h3>



<p>A reciclagem química, também conhecida como reciclagem avançada ou molecular, apresenta-se como uma solução inovadora para os desafios atuais. Este processo permite a transformação de resíduos plásticos, especialmente aqueles de composição complexa ou contaminados, em matérias-primas de alta qualidade, equivalentes às originais. Diferentemente da reciclagem mecânica, a reciclagem molecular pode processar misturas de plásticos e tolerar certos níveis de contaminantes, como tintas, rótulos e papéis, ampliando o espectro de materiais recicláveis. Com isso, um volume maior de embalagens deixa de ser descartada em aterros.</p>



<p>Além disso, a reciclagem molecular permite a produção de plásticos reciclados de alta qualidade, sem comprometer as propriedades do material, tampouco a processabilidade, o que é essencial para aplicações que exigem padrões elevados de estética e desempenho.</p>



<p>Diferentemente da reciclagem mecânica, que degrada as propriedades dos plásticos a cada ciclo, a reciclagem molecular permite a quebra dos polímeros em suas unidades químicas originais, criando resinas recicladas de qualidade idêntica à virgem, sem comprometer performance ou segurança.</p>



<p>Esse processo não apenas aumenta a circularidade do plástico, mas também reduz as emissões de carbono em comparação à produção de resinas a partir de fontes fósseis. Com a reciclagem molecular, plásticos que antes eram descartados agora têm valor como matéria-prima renovável.</p>



<h3 class="wp-block-heading">OPORTUNIDADES PARA O SETOR DE EMBALAGENS</h3>



<p>Para a indústria de embalagens, a reciclagem molecular representa uma oportunidade única de fechar o ciclo dos plásticos e atender às crescentes demandas por soluções sustentáveis.</p>



<p>A economia circular já não é apenas uma meta futura, ela é real e já está sendo aplicada agora. Com investimentos contínuos e políticas de incentivo, a reciclagem molecular pode transformar a forma como a indústria lida com resíduos plásticos, garantindo um futuro mais sustentável para o setor de embalagens.</p>



<p>Ao complementar as limitações da reciclagem mecânica, a reciclagem molecular reaproveita uma gama mais ampla de resíduos plásticos, contribuindo para a redução do impacto ambiental e promovendo a sustentabilidade na indústria de embalagens. Para que essa transição seja bem-sucedida, é fundamental o investimento contínuo em pesquisa e desenvolvimento, além de políticas públicas que incentivem práticas sustentáveis e a integração de novas tecnologias no setor.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>INDÚSTRIA DE PRODUTOS DE LIMPEZA COMEMORA ALTOS ÍNDICES DE RECICLAGEM DE EMBALAGENS PÓS-CONSUMO</title>
		<link>https://embanews.com.br/industria-de-produtos-de-limpeza-comemora-altos-indices-de-reciclagem-de-embalagens-pos-consumo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação EMBANEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 10:28:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[ED423]]></category>
		<category><![CDATA[Junho]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos de Limpeza]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil produz cerca de 82 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos anualmente, mas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="594" height="700" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/07/1_ED423-Destaque_img1.jpg" alt="Foto Paulo Engler, diretor-executivo da ABIPLA" class="wp-image-2613" style="width:280px" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/07/1_ED423-Destaque_img1.jpg 594w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/07/1_ED423-Destaque_img1-255x300.jpg 255w" sizes="(max-width: 594px) 100vw, 594px" /></figure>



<p>O Brasil produz cerca de 82 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos anualmente, mas menos de 4% são recicladas, de forma efetiva, de acordo com dados da ABRELP (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais). “O índice é preocupante, sobretudo quando comparado a países que já conseguem reaproveitar mais de 30% de seus resíduos. Diante desse cenário, a indústria de limpeza e saneantes tem intensificado seus esforços para ampliar sua contribuição na economia circular e na destinação correta dos materiais descartados, mas ainda há um longo caminho a percorrer até que todas as fabricantes se engajem a esse movimento”, enfatiza Paulo Engler, diretor-executivo da ABIPLA &#8211; Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Higiene, Limpeza e Saneantes de Uso Doméstico e de Uso Profissional. <strong>Até o fim de 2024, foram coletadas e recicladas 198.733 toneladas de resíduos urbanos, das quais 38.598 toneladas ficaram sob responsabilidade das empresas associadas à ABIPLA, o que representa 19,4% do total processado.</strong> “Entre os associados da ABIPLA, há indústrias que já superam sua produção, chegando a 115% de reciclabilidade de materiais. Ou seja, reciclam mais do que produzem, o que é um dado fantástico e que deve ser seguido por todos”, comemora Engler.</p>



<p>Na avaliação do executivo, a prática não é seguida por todas as indústrias de limpeza, nem por outros setores. “Apesar da lei estar em vigor desde 2011, determinando que as empresas devem patrocinar a reciclagem das embalagens em uso, é essencial que o poder público consiga estabelecer estratégias para engajamento, como é o bom exemplo da CETESB no Estado de São Paulo quando da renovação da licença de operação da indústria”, alerta Paulo Engler, que afirma que a comemoração do Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, pode ser uma data propícia para reforçar a importância do comprometimento coletivo voltado à economia circular e à logística reversa de resíduos sólidos, como embalagens pós-consumo, em todos os segmentos.</p>



<p><strong>Programa “Mãos pro Futuro”</strong> &#8211; A ABIPLA destaca resultados expressivos do programa “Mãos Pro Futuro”, do qual a entidade faz parte, desde 2009. O programa é voltado à logística reversa de embalagens pós-consumo e à inclusão social de cooperativas de catadores.</p>



<p>“O Programa Mãos Pro Futuro é um conjunto de ações que busca o bem-estar da sociedade, e que se traduz como a concretização da circularidade, prevista na Lei nº 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) no país, deve ser seguida e estimulada. Esta lei define a logística reversa como um conjunto de ações, procedimentos e meios para viabilizar a coleta e restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial para reaproveitamento ou destinação ambientalmente adequada”, explica Engler, que complementa: “Nessa direção, o Programa Mãos pro Futuro demonstra, de forma inequívoca, não ape- nas o compromisso da indústria de saneantes, mas o quanto é possível realizar quando todos os setores industriais se aliam entre si e a outros setores envolvidos na economia circular, como catadores, recicladores e transformadores.</p>



<p>Apoiamos a ABIHPEC (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos) nessa iniciativa, trabalhamos juntos e temos a certeza de que somente por meio do uso consciente dos materiais recicláveis é que alcançaremos o equilíbrio do progresso sem afetar o meio ambiente”, avalia Paulo Engler, diretor-executivo da ABIPLA. Segundo levantamento preliminar do “Mãos pro Futuro”, <strong>entre janeiro e abril de 2025, com o apoio do Programa, o volume total de materiais recicláveis, comercializados no Brasil, foi de 39.338 toneladas.</strong> Desse montante, o papel representou a maior parcela, com 49%, seguido pelo plástico (28%), vidro (15%) e metais (8%), sendo 7% de aço e 1% de alumínio. “Os dados evidenciam a predominância de determinados resíduos na cadeia da reciclagem e reforçam a necessidade de ampliar o reaproveitamento de materiais, como o vidro e o plástico de difícil triagem”, adverte o diretor executivo da ABIPLA.</p>



<p><strong>Produtos de limpeza apoiam meio ambiente</strong> &#8211; Além de fortalecer a cadeia de reciclagem, a ABIPLA e seus associados incentivam a inovação em fórmulas concentradas e embalagens reutilizáveis, aumentando a circularidade do plástico e reduzindo a pegada de carbono do setor. <strong>Segundo o diretor executivo da entidade, anualmente, a indústria química, da qual fazem parte os saneantes, investe cerca de R$ 2,5 bilhões em pesquisa e desenvolvimento para produtos mais biodegradáveis, economia de energia e menor geração de resíduos.</strong></p>



<p>“Neste Dia do Meio Ambiente, queremos chamar a atenção para a transformação estratégica que atravessa nossa indústria. A meta é clara: oferecer soluções que respeitem o planeta e elevem os padrões de bem-estar da sociedade”, ressalta Engler.</p>



<p><strong>Necessidade de mais engajamento</strong> &#8211; Apesar dos avanços, a ABIPLA alerta para a baixa adesão de parte das empresas do setor às práticas de sustentabilidade. “Muitas ainda não se engajaram de forma efetiva em iniciativas como a logística reversa ou na reformulação de produtos e processos com menor impacto ambiental. <strong>É preciso que mais empresas compreendam que sustentabilidade não é um custo, mas um investimento estratégico e urgente.</strong> O futuro da indústria passa, necessariamente, por práticas mais responsáveis”, reforça Paulo Engler.</p>



<p>A entidade também destaca a importância de políticas públicas, que incentivem o consumo consciente e o descarte adequado de resíduos, além do fortalecimento das cooperativas envolvidas na cadeia da reciclagem, mas orgulha-se de fazer parte de um movimento contínuo e que deve crescer, a cada ano, no Brasil.</p>



<p><a href="https://abipla.org.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://abipla.org.br</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Braskem realiza a primeira venda de PE circular na América do Sul</title>
		<link>https://embanews.com.br/braskem-realiza-a-primeira-venda-de-pe-circular-na-america-do-sul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação EMBANEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Jun 2025 02:01:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagens Flexíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pet Food]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A Braskem concluiu a venda de polietileno (PE) circular, produzido a partir da reciclagem química,]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <a href="https://www.linkedin.com/company/braskem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Braskem</a> concluiu a venda de polietileno (PE) circular, produzido a partir da reciclagem química, para o <a href="https://www.linkedin.com/company/grupocopobras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Grupo Copobras</a>. É a primeira vez que a petroquímica comercializa tal resina circular na América do Sul e o material será utilizado pela Copobras para a produção de embalagens flexíveis no segmento de pet food.<br><br>O PE circular da Braskem, assim como todos os demais produtos circulares da companhia, integra o portfólio Wenew, que busca alavancar ainda mais o conceito de economia circular dentro da cadeia produtiva da química e do plástico. A matéria-prima usada na produção desta resina circular foi fornecida pela Neste, empresa finlandesa de refino. Em 2024, as duas companhias assinaram um acordo para o fornecimento de matérias-primas circulares e bio-circulares voltado à produção de resinas e produtos químicos.<br><br>“É o nosso primeiro case de reciclagem química na América do Sul. Tivemos a matéria-prima oriunda da parceria com a Neste, a nossa atuação na produção da resina circular e a venda para a Copobras. Esse é um grande marco da companhia na direção do desenvolvimento sustentável e da concretização da economia circular”, afirma <a href="https://www.linkedin.com/in/ACoAAAPx9vMB5JpNmXoA97OkCEPZ3-hC92pXqNE"></a><a href="https://www.linkedin.com/in/pier-paolo-pesce/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pier Paolo Pesce</a>, gerente de desenvolvimento de negócios da Braskem na América do Sul.<br><br>Essa primeira venda na América do Sul concretiza as iniciativas da Braskem em prol da reciclagem química e na construção de um portfólio de produtos cada vez mais sustentáveis. Desde 2021, a companhia investe no tema, seja por meio de pesquisas para o desenvolvimento de tecnologias ou pela aquisição de matérias-primas circulares, produzidas via pirólise. Além disso, o PE circular, fornecido para o Grupo Copobras, possui certificação ISCC Plus, reiterando a qualidade e circularidade do produto.<br><br>“O processo de desenvolvimento do PE circular da Braskem é de altíssima qualidade e temos muito orgulho de termos sido os primeiros a utilizar tal resina. Soluções como essas devem se tornar cada vez mais presentes no mercado para que consigamos garantir padrões sustentáveis para o setor como um todo. E esse é um caminho fundamental para atendermos as demandas dos consumidores e brand owners por mais sustentabilidade nos produtos”, afirma <a href="https://www.linkedin.com/in/ACoAAAcbeEUBk_7pRGlvW8f5_wmXM_8YDlg75M8"></a><a href="https://www.linkedin.com/in/morgana-bon-0b1b2533/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Morgana Bon</a>, gerente Engenharia de Produto do Grupo Copobras.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A TENDÊNCIA DAS EMBALAGENS FLEXÍVEIS E O IMPACTO DA DECISÃO DE TRUMP SOBRE OS CANUDOS PLÁSTICOS</title>
		<link>https://embanews.com.br/a-tendencia-das-embalagens-flexiveis-e-o-impacto-da-decisao-de-trump-sobre-os-canudos-plasticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vanessa Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 06:38:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Abril]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ED421]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Selecionado pelo Editor]]></category>
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					<description><![CDATA[Nos últimos anos, a indústria de embalagens tem passado por uma transformação significativa, impulsionada pela]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nos últimos anos, a indústria de embalagens tem passado por uma transformação significativa, impulsionada pela busca por soluções mais sustentáveis e eficientes. As embalagens flexíveis emergiram como uma tendência dominante, oferecendo vantagens como menor uso de material, redução de custos logísticos e maior conveniência para os consumidores. No entanto, uma nova decisão política nos Estados Unidos pode impactar esse cenário globalmente.</p>



<p>Recentemente, o ex-presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva permitindo o retorno dos canudos plásticos em estabelecimentos americanos, revertendo políticas anteriores que incentivavam alternativas sustentáveis. Essa decisão reacende o debate sobre a responsabilidade ambiental das empresas e pode influenciar as regulamentações e o comportamento do consumidor em relação a outros materiais plásticos, incluindo embalagens flexíveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O CRESCIMENTO DAS EMBALAGENS FLEXÍVEIS</h3>



<p>As embalagens flexíveis têm se destacado no mercado por sua capacidade de oferecer proteção eficiente aos produtos com menor impacto ambiental em comparação com opções rígidas. Elas são amplamente utilizadas em alimentos, bebidas, produtos de higiene e até mesmo no setor farmacêutico. Além disso, possuem um menor peso e volume, reduzindo a pegada de carbono durante o transporte e a distribuição.</p>



<p>Muitas empresas vêm investindo em tecnologias para tornar essas embalagens mais recicláveis e biodegradáveis, atendendo às exigências de consumidores cada vez mais conscientes. Inovações como os filmes compostáveis e monomateriais recicláveis estão ganhando espaço e moldando o futuro do setor.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O QUE MUDA COM A DECISÃO DE TRUMP?</h3>



<p>O retorno dos canudos plásticos nos EUA pode gerar um efeito cascata na aceitação de plásticos descartáveis, enfraquecendo iniciativas globais de redução de resíduos. No entanto, a decisão executiva também apresenta um ponto de vista positivo, conforme argumentado pelo governo Trump:</p>



<p>Fim do uso forçado de canudos de papel: A ordem executiva instrui o governo federal a interromper a aquisição e o uso de canudos de papel dentro dos edifícios federais e desenvolver uma Estratégia Nacional para acabar com o uso forçado desses canudos em 45 dias.</p>



<p>Senso comum na regulamentação: A administração Trump argumenta que as proibições de canudos plásticos foram impulsionadas mais pelo simbolismo do que por ciência, ressaltando que estudos indicam a presença de substâncias químicas nocivas, como PFAS, em canudos de papel.</p>



<p>Custo e eficiência: Canudos de papel são mais caros, muitas vezes obrigam o uso de múltiplos canudos por serem menos resistentes e não necessariamente possuem menor pegada de carbono em comparação aos canudos plásticos.</p>



<p>Impacto ambiental questionável: Além de serem frequentemente embalados em plástico, canudos de papel exigem mais água e recursos em sua produção, o que pode anular os benefícios ambientais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O FUTURO DAS EMBALAGENS FLEXÍVEIS</h3>



<p>A sustentabilidade continua sendo um fator-chave para a competitividade no setor de embalagens. Embora a decisão de Trump possa alterar temporariamente a dinâmica do mercado americano, a pressão de consumidores, investidores e reguladores em outras partes do mundo deve manter o impulso para soluções mais ecológicas.</p>



<p>Empresas que investirem em inovação e adaptação a normas ambientais mais rigorosas estarão melhor posicionadas para o futuro. A evolução das embalagens flexíveis seguirá seu curso, impulsionada por novas tecnologias, economia circular e um crescente compromisso global com a sustentabilidade.</p>



<p>E você, como enxerga o impacto dessas mudanças no mercado de embalagens? Deixe seu comentário e vamos debater o futuro da sustentabilidade na indústria!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A IMPORTÂNCIA DA ÁREA DE DESENVOLVIMENTO NA CRIAÇÃO DE EMBALAGENS CARTONADAS</title>
		<link>https://embanews.com.br/a-importancia-da-area-de-desenvolvimento-na-criacao-de-embalagens-cartonadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Manolo Amato]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Mar 2025 23:13:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[ED420]]></category>
		<category><![CDATA[Março]]></category>
		<category><![CDATA[Papel Cartão]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.embanews.com.br/?p=2413</guid>

					<description><![CDATA[A indústria de embalagens cartonadas desempenha um papel fundamental no mercado de consumo, sendo responsável]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A indústria de embalagens cartonadas desempenha um papel fundamental no mercado de consumo, sendo responsável por agregar valor aos produtos e influenciar diretamente a decisão de compra dos consumidores. Em um cenário onde mais de 90% das embalagens expostas nos pontos de venda não contam com apoio de mídia, o design gráfico, a ergonomia e a engenharia estrutural da embalagem tornam-se determinantes para a atratividade e sucesso comercial do produto.</p>



<p>Neste contexto, a área de desenvolvimento e criação de embalagens em uma gráfica de cartonagem assume um papel estratégico, indo além da estética para garantir funcionalidade, inovação e eficiência produtiva. A aplicação de conceitos da engenharia de projetos na estruturação desse setor possibilita uma abordagem mais técnica e assertiva, mitigando riscos e otimizando processos desde a concepção até a produção final da embalagem.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O PAPEL ESTRATÉGICO DO DESENVOLVIMENTO DE EMBALAGENS</h3>



<p>O setor de desenvolvimento de embalagens deve atuar como um eixo central, promovendo a interação entre as diversas áreas da empresa, como comercial, produção, qualidade e logística. Um projeto bem estruturado precisa considerar fatores essenciais, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Escolha da matéria-prima: A gramatura e a rigidez do papel cartão, devem ser compatíveis com o produto a ser envasado, garantindo resistência adequada sem comprometer a sustentabilidade e a viabilidade econômica. Atuar com cálculos de módulo e efetivar uma visão sistêmica dos substratos disponíveis, gera competitividade para o projeto, viabilizando não só economicamente quanto no seu desempenho em linhas de envase.</li>



<li>Processo produtivo: O design deve ser pensado para otimizar a impressão e seus enobrecimentos, as operações de corte e vinco e colagem, minimizando desperdícios e tempo de setup nas máquinas. As áreas devem desburocratizar e eliminar procedimentos e ações que travam o andamento as ações, a troca de informações deve ser constante, entendendo as limitações e facilidades das operações, a equipe de Desenvolvimento de Produto age como o capitão do navio, entendendo, delegando, agindo e reinventando-se , de tal modo que todos tenham o engajamento e idealizem o projeto, vestindo a camisa, evitando assim ruídos e desentendimentos que comprometam o sucesso do projeto.</li>



<li>Experiência do consumidor: Embalagens com abertura facilitada, fechamento eficiente e boa ergonomia elevam a percepção de valor do produto. A embalagem precisa gerar um vínculo do produto com o consumidor, ser a representação artística da marca e do item envasado que propague a necessidade de querer consumir.</li>



<li>Sustentabilidade: A escolha de substratos recicláveis e provenientes de fontes sustentáveis, a redução do uso de insumos e a aplicação de tintas ecológicas são aspectos cada vez mais valorizados pelos consumidores. Segundo a Smithers, a demanda global por embalagens sustentáveis deverá crescer cerca de 5% ao ano até 2027.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">ENGENHARIA DE PROJETOS APLICADA AO DESENVOLVIMENTO DE EMBALAGENS</h3>



<p>A engenharia de projetos aplicada à cartonagem visa integrar tecnologia, design e produção de forma otimizada. Entre os principais métodos utilizados estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Modelagem CAD 3D: Permite a simulação digital da embalagem, avaliando encaixes, resistência e usabilidade antes da prototipagem física.</li>



<li>Prototipagem rápida: O uso de mesas de corte (ploters) e a impressão digital possibilita testes de amostras antes da produção em larga escala, evitando retrabalhos. Nada melhor que um impacto visual e tátil para conquistar o End User.</li>
</ul>



<p>Análise de elementos finitos (FEA): Técnicas como essa permitem avaliar a resistência estrutural da embalagem sob diferentes condições de transporte e armazenamento.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Análise de Risco: Avaliar e agir nos mínimos detalhes em todos os pontos que possam comprometer o desempenho da embalagem, deste um simples aba de fechamento ao desempenho da cola utilizada na aba de colagem.</li>



<li>Metodologias ágeis: Aplicação de frameworks como Scrum ou Design Thinking para acelerar a inovação e reduzir o tempo de desenvolvimento. Tendências e Impacto no Mercado de Consumo</li>
</ul>



<p>A evolução do comportamento do consumidor exige que as embalagens sejam cada vez mais funcionais e atraentes. Segundo dados da ‘Nielsen, cerca de 70 % das decisões de compra são feitas diretamente no PDV, e a embalagem é o primeiro ponto de contato entre o produto e o cliente, reforçando a necessidade de embalagens impactantes e bem estruturadas.</p>



<p>Além disso, tendências como personalização em massa, embalagens conectadas (com QR Codes e NFC) e soluções sustentáveis vêm ganhando força no mercado. Empresas que investem em um setor de desenvolvimento robusto e bem estruturado conseguem inovar constantemente, diferenciando-se da concorrência e fidelizando clientes.</p>



<p>O setor de desenvolvimento de embalagens cartonadas em uma gráfica deve atuar de forma integrada e estratégica, combinando design, engenharia e inovação para agregar valor ao produto final. A aplicação de conceitos da engenharia de projetos não só aprimora a eficiência produtiva, como também melhora a experiência do consumidor e impulsiona as vendas.</p>



<p>Investir em pesquisa, novas tecnologias e boas práticas na criação de embalagens é um diferencial competitivo essencial para empresas que desejam se destacar em um mercado cada vez mais exigente e dinâmico.</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>FTD EDUCAÇÃO TRANSFORMA RESÍDUOS ORGÂNICOS EM ADUBO DESTINADO A ONGS</title>
		<link>https://embanews.com.br/ftd-educacao-transforma-residuos-organicos-em-adubo-destinado-a-ongs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Hiraishi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Mar 2025 23:11:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Circular]]></category>
		<category><![CDATA[Março]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[ED420]]></category>
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					<description><![CDATA[A FTD Educação, conhecida pela produção de materiais didáticos e soluções educacionais, também tem um]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A FTD Educação, conhecida pela produção de materiais didáticos e soluções educacionais, também tem um forte compromisso com a sustentabilidade e busca reduzir seu impacto ambiental por meio de diversas iniciativas. Uma delas envolve o reaproveitamento de materiais orgânicos para a produção de adubo, contribuindo para a economia circular e a redução de resíduos.</p>



<p>Como explica Roberto Jovan da Silva, coordenador de Segurança do Trabalho e Meio Ambiente da FTD Educação, a ideia do reaproveitamento dos resíduos orgânicos e sua transformação em adubo surgiu do compromisso da empresa com a sustentabilidade e com a meta do modelo de Aterro Zero no nosso Parque Gráfico, localizado em Guarulhos (SP). “Identificamos a oportunidade de reduzir o desperdício e dar um novo propósito aos resíduos do restaurante, transformando- os em um recurso valioso para a comunidade”, diz. “Por meio do processo de compostagem, conseguimos converter até 30 quilos de resíduos orgânicos por semana em adubo de alta qualidade, que é destinado a hortas de ONGs e projetos sociais”.</p>



<p>Essa iniciativa não apenas reduz o impacto ambiental, mas também fortalece a responsabilidade social ao apoiar a agricultura urbana e contribuir para um ciclo produtivo mais sustentável, reforçando o compromisso com a economia circular e a preservação dos recursos naturais.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="800" height="530" src="https://www.embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/03/3_ED420-educacao_img1.jpg" alt="Foto. Adubo produzido pela FTD Educação." class="wp-image-2402" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/03/3_ED420-educacao_img1.jpg 800w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/03/3_ED420-educacao_img1-300x199.jpg 300w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/03/3_ED420-educacao_img1-768x509.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading">A QUEM SE DESTINA O ADUBO?</h3>



<p>O adubo orgânico produzido a partir da compostagem dos resíduos do restaurante do Parque Gráfico da FTD Educação é destinado a parceiros e clientes que visitam as instalações para conhecer o processo de produção de livros e materiais didáticos. “Como queremos promover impacto positivo e conscientização, desenvolvemos uma embalagem especial para o nosso adubo orgânico, tornando essa iniciativa ainda mais significativa”, afirma Silva.</p>



<p>Assim, a empresa chegou à Camargo Embalagens, que atendia às necessidades de sustentabilidade e compostabilidade exigidas pela empresa. As embalagens produzidas para o adubo possuem uma barreira de odor, o que garante uma experiência mais agradável; e são feitas de um material compostável, garantindo que, assim como o adubo, possam também retornar à natureza sem causar impactos negativos.</p>



<p>Felipe Toledo, diretor executivo da Camargo Embalagens, complementa: “Além disso, as embalagens são produzidas a partir de materiais recicláveis, como o Polietileno Verde, que é um tipo de plástico derivado da cana-de-açúcar, o que também endossa nosso compromisso em oferecer à FTD Educação soluções sustentáveis de acordo com a sua proposta”, enfatiza.</p>



<p>Silva explica que esses diferenciais foram decisivos na escolha da Camargo Embalagens, pois era preciso que a embalagem também refletisse o compromisso da FTD com a economia circular e com a redução de resíduos, garantindo que todo o processo – desde a compostagem até a entrega do produto – estivesse alinhado às práticas sustentáveis da empresa, reforçando a mensagem de conscientização e incentivo a hábitos mais responsáveis por parte de quem recebe o adubo”, conclui.</p>



<p><a href="https://camargociaembalagens.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://camargociaembalagens.com.br</a><br><a href="https://ftd.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://ftd.com.br</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A INDÚSTRIA DE EMBALAGENS NA ERA DA ECONOMIA VERDE</title>
		<link>https://embanews.com.br/a-industria-de-embalagens-na-era-da-economia-verde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Vicente Tuma]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Mar 2025 22:36:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[ED420]]></category>
		<category><![CDATA[Latas de Aço]]></category>
		<category><![CDATA[Março]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
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					<description><![CDATA[Em um quadro atual de crise climática em estágio avançado e cobrança da sociedade por]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em um quadro atual de crise climática em estágio avançado e cobrança da sociedade por maior responsabilidade das corporações, a indústria de embalagens se vê diante do desafio cada vez maior de conciliar a produção de embalagens com as crescentes exigências ambientais.</p>



<p>De acordo com a empresa de inteligência de dados e consultoria Mordor Intelligence, o tamanho do Mercado de Embalagens Sustentáveis foi estimado, no ano passado, em US$ 292,71 bilhões, e deverá atingir, até 2029, US$ 423,56 bilhões até 2029.</p>



<p>A sustentabilidade, no âmbito da fabricação de embalagens, envolve diversas frentes, que vão desde a escolha dos materiais até os processos produtivos, tendo como objetivo reduzir a pegada ambiental ao longo de todo o ciclo de vida do produto fabricado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O AÇO COMO MATÉRIA-PRIMA SUSTENTÁVEL</h3>



<p>No debate sobre o futuro das embalagens, o aço desponta como uma das alternativas mais eficazes para a redução dos danos ambientais.</p>



<p>A matéria-prima tem um longo ciclo de vida e é 100% reciclável, podendo ser reincorporado ao processo de produção indefinidamente, sem perda de qualidade, o que contribui para a consolidação de um ciclo sustentável de produção e consumo no setor de embalagens.</p>



<p>Outro insumo com uma pegada sustentável é o uso de plástico pós-consumo (PP-PCR). Este material é fabricado a partir de resinas recicladas, sem a necessidade de produção de plástico virgem, o que contribui para a redução de resíduos e diminui a pressão sobre os recursos naturais.</p>



<p>Projetos que utilizam plástico pós-consumo, como aqueles aplicados em embalagens de tintas e outros produtos, oferecem uma solução alternativa, alinhada com os compromissos de sustentabilidade de diversas indústrias.</p>



<h3 class="wp-block-heading">PROCESSOS PRODUTIVOS – A EFICIÊNCIA NA CADEIA DE PRODUÇÃO</h3>



<p>Além da escolha dos materiais, os processos de produção desempenham um papel fundamental na sustentabilidade. A implementação de tecnologias que reduzam a emissão de poluentes e a utilização de insumos menos impactantes são passos essenciais. No setor de impressão de embalagens, a adoção de tecnologias digitais, como a impressão direta no metal ou o uso de impressoras offset mais eficientes, contribuem inevitavelmente para a redução do consumo de solventes e da liberação de gases de efeito estufa.</p>



<p>Essas inovações não só têm um impacto ambiental positivo, mas também geram benefícios operacionais, como a redução dos custos e a otimização dos processos produtivos. A possibilidade de mudar rótulos ou personalizar embalagens sem a necessidade de alterar configurações das máquinas, por exemplo, reduz o desperdício de materiais e o consumo de energia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">LOGÍSTICA REVERSA E GESTÃO DE RESÍDUOS</h3>



<p>Uma das estratégias mais eficazes para promover a sustentabilidade na indústria de embalagens é a implementação de sistemas de logística reversa e gerenciamento de resíduos. Esses sistemas permitem que as embalagens retornem ao ciclo produtivo após o uso, evitando que se tornem resíduos indesejados no meio ambiente. A criação de pontos de coleta voluntária e a melhoria da infraestrutura para a reciclagem são ações essenciais nesse processo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">RUMO A UMA ECONOMIA VERDE</h3>



<p>É preciso ressaltar que as companhias que investem em processos mais sustentáveis não apenas cumprem suas responsabilidades sociais e ambientais, mas também ganham uma vantagem competitiva no mercado, alinhando-se às expectativas de consumidores e investidores.</p>



<p>As empresas do setor de embalagens precisam se focar no desenvolvimento e na adoção de inovações tecnológicas para melhorar seus processos e reduzir os impactos negativos no meio ambiente, contribuindo, dessa forma, para um ciclo mais sustentável. Só assim será possível transformar essa indústria em um exemplo de responsabilidade ambiental e, ao mesmo tempo, garantir a sustentabilidade dos negócios no longo prazo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Prolata Reciclagem é habilitada pelo Ministério do Meio Ambiente como entidade gestora para logística reversa</title>
		<link>https://embanews.com.br/prolata-reciclagem-e-habilitada-pelo-ministerio-do-meio-ambiente-como-entidade-gestora-para-logistica-reversa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Hiraishi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 22:58:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[ED420]]></category>
		<category><![CDATA[Março]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir da publicação da portaria GM/MMA Nº 1.295, em 22 de janeiro de 2025,]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A partir da publicação da portaria GM/MMA Nº 1.295, em 22 de janeiro de 2025, o Ministério do Meio Ambiente habilitou a <a href="https://www.linkedin.com/company/prolata-reciclagem/">Prolata Reciclagem</a> como entidade gestora de sistemas de logística reversa de embalagens em geral. A associação sem fins lucrativos criada para cumprimento das políticas de resíduos sólidos é uma das primeiras a serem habilitadas pelo MMA e a cumprir os critérios estabelecidos pelo Decreto nº 11.413, de 13 de fevereiro de 2023. Hoje, somam-se cinco entidades gestoras habilitadas pelo Ministério.<br><br>Com base na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), Lei no 12.305/10, esta portaria tem como objetivo estabelecer diretrizes para a atuação das entidades responsáveis pela logística reversa. Regulamentando e definindo os requisitos para a habilitação de entidades gestoras, essas passam a cumprir exigências legais, como a apresentação de relatórios periódicos, definição de metas de coleta e reciclagem, além de mecanismos de monitoramento.<br><br>A Prolata Reciclagem está ativa nas cinco regiões do Brasil e possui o objetivo de estimular a reciclagem e a logística reversa de latas de aço no Brasil, gerando estatísticas confiáveis a respeito, abrindo canal direto com os consumidores, fomentando centros de reciclagem e parcerias com cooperativas de catadores e catadoras de materiais recicláveis, assim como trabalhando na valorização do preço da sucata de aço para embalagens. Além disso, também investe em plataformas de comunicação e na educação da sociedade, capacitando redes de ensino nos mais variados temas desde educação para o consumo consciente até mudanças climáticas. Nos últimos 10 anos, o Programa Prolata realizou a destinação ambientalmente adequada de mais de 310 mil toneladas de embalagens de aço pós-consumo.<br><br>“Essa regulamentação visa dar mais clareza e eficiência aos processos da logística reversa no país, o que é fundamental para a redução dos impactos ambientais causados pelos resíduos pós-consumo e para alcançar as metas estabelecidas pela PNRS. A Prolata seguirá atuando de forma transparente com seu compromisso com a sustentabilidade e a sociedade”, comenta <a href="https://www.linkedin.com/in/ACoAAAJe8jYBKS-2hYfIoYqxgB9ST90epep1Z0A"></a><a href="https://www.linkedin.com/in/thais-fagury-bb23a211/">Thais Fagury</a>, presidente-executiva da Prolata Reciclagem.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="726" height="1024" src="https://www.embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/02/20250217_post_pl1-726x1024.jpeg" alt="Prolata Reciclagem. Foto." class="wp-image-2283" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/02/20250217_post_pl1-726x1024.jpeg 726w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/02/20250217_post_pl1-213x300.jpeg 213w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/02/20250217_post_pl1-768x1083.jpeg 768w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/02/20250217_post_pl1.jpeg 1000w" sizes="auto, (max-width: 726px) 100vw, 726px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>CBA DESENVOLVE TECNOLOGIA PARA A RECICLAGEM DE EMBALAGENS MULTIMATERIAIS</title>
		<link>https://embanews.com.br/cba-desenvolve-tecnologia-para-a-reciclagem-de-embalagens-multimateriais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Hiraishi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 22:53:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2024]]></category>
		<category><![CDATA[Dezembro]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Circular]]></category>
		<category><![CDATA[ED417]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Selecionado pelo Editor]]></category>
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					<description><![CDATA[PROJETO PERMITE A SEPARAÇÃO DE 100% DO ALUMÍNIO E DO PLÁSTICO PARA RECICLAGEM E PODE]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">PROJETO PERMITE A SEPARAÇÃO DE 100% DO ALUMÍNIO E DO PLÁSTICO PARA RECICLAGEM E PODE CHEGAR A 1,3 BILHÃO DE EMBALAGENS RECICLADAS POR ANO</h3>



<p>A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), única no Brasil a ter a cadeia produtiva do metal completamente integrada, acaba de desenvolver um projeto inovador, batizado de Tecnologia ReAl (Recycling Aluminium). Capaz de separar o alumínio e o polímero das embalagens flexíveis e cartonadas, que servem para acondicionar alimentos, bebidas, cosméticos, entre outros produtos, a inovação garante a circularidade e a utilização dos dois materiais em novas embalagens. Desta forma, além de gerar benefícios ambientais, sociais, econômicos, será possível alavancar os níveis de reciclagem de embalagens pós-consumo no país.</p>



<p>A planta onde está instalada a tecnologia, dentro da Fábrica da CBA em Alumínio (SP), tem capacidade de reciclar 1,3 bilhão de embalagens por ano, podendo ser ampliada de forma modular, conforme o crescimento das taxas de coleta. A unidade opera neste momento em fase de comissionamento, ou seja, por etapas e de forma contínua, até atingir escala industrial, prevista para o primeiro trimestre de 2025.</p>



<p>O piloto do projeto foi realizado no CNPEM – Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, localizado em Campinas (SP). O ReAl também contou com a parceria da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos), que contribuiu com o financiamento do primeiro módulo desta tecnologia.</p>



<p>“O ReAl chega ao mercado de forma inovadora para potencializar o processo de reciclagem de embalagens multimateriais com alumínio e gerar novas soluções para embalagens cartonadas e flexíveis. Com este novo projeto, reafirmamos o compromisso da CBA com a sustentabilidade e demonstramos que a nossa estratégia está alinhada à adoção das melhores práticas ambientais em toda a cadeia de produção, além de apoiar nossos clientes e parceiros em suas metas de descarbonização das operações e proteção ao meio ambiente. Assim, toda a cadeia será beneficiada”, declara o Diretor do Negócio de Produtos Transformados, Inovação e Transformação Digital da CBA, Fernando Varella.</p>



<p>Parceira da CBA e primeira empresa a aderir ao novo projeto da Companhia, a Tetra Pak vê com bons olhos a novidade. “No momento em que vivemos, a sustentabilidade não é somente um pilar, ela é a nossa estratégia. A CBA é nossa parceira nesse trabalho e nos ajuda todos os dias a entregar nosso propósito de proteger os alimentos, as pessoas e o planeta. A reciclagem no país ainda apresenta grandes desafios relacionados à coleta seletiva e à conscientização ambiental. Estamos entusiasmados com o ReAl, pois ele concretiza a visão de economia circular, com potencial para potencializar nossa taxa de reciclagem, agregando mais valor ao material pós-consumo e distribuindo prosperidade ao longo da cadeia”, destaca Marco Dorna, Presidente da Tetra Pak Brasil. Além do benefício da reciclagem integral do alumínio e do plástico, outro relevante resultado do projeto ReAl, que já recebeu patente verde, é a geração de hidrogênio (gás com alta capacidade para gerar energia) durante o processo. A grande vantagem do hidrogênio é que ele não gera CO2 e pode ser reutilizado para abastecer a própria planta produtiva, substituindo o uso de combustíveis em etapas de combustão, realizadas por exemplo em caldeiras e fornos calcinadores.</p>



<h3 class="wp-block-heading">PROCESSO DA TECNOLOGIA REAL</h3>



<p>O processo do ReAl utiliza uma solução alcalina para isolar o alumínio do plástico. Assim, o alumínio é separado e, por ser infinitamente reciclável, volta ao processo produtivo, podendo dar origem novamente a uma folha de alumínio para embalagens, assegurando 100% das suas propriedades. O plástico não reage em meio alcalino e, portanto, sai totalmente limpo ao final do processo, podendo ser reciclado e utilizado em aplicações mais nobres.</p>



<figure class="wp-block-gallery aligncenter has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="512" data-id="2045" src="https://www.embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/12/5_ED417-destaque_img2.jpg" alt="foto de planta de reciclagem de embalagens multimateriais" class="wp-image-2045" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/12/5_ED417-destaque_img2.jpg 600w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/12/5_ED417-destaque_img2-300x256.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="452" data-id="2044" src="https://www.embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/12/5_ED417-destaque_img1.jpg" alt="foto de planta de reciclagem de embalagens multimateriais" class="wp-image-2044" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/12/5_ED417-destaque_img1.jpg 600w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/12/5_ED417-destaque_img1-300x226.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>
</figure>



<p>Entenda o processo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A tecnologia permite separar o alumínio do plástico em todas as embalagens flexíveis e cartonadas que contenham o metal.</li>



<li>Tanto as embalagens cartonadas quanto as flexíveis passam por uma etapa de limpeza.</li>



<li>Todo o material é triturado, lavado e levado para o reator químico, que usa uma solução alcalina para separar o alumínio do plástico.</li>



<li>O alumínio, que é infinitamente reciclável, é novamente incorporado ao processo de fabricação do próprio metal na Fábrica da CBA.</li>



<li>O plástico passa por uma nova lavagem e, na sequência, por uma secadora, podendo ser reciclado e reaproveitado em diversas aplicações, como por exemplo, filmes plásticos e embalagens secundárias.</li>



<li>O ciclo da reciclagem se fecha, e o alumínio e o plástico são reciclados em novos produtos.</li>
</ul>



<p>Mais detalhes sobre o processo da tecnologia ReAl podem ser obtidos através do site <a href="https://www.cba.com.br/real" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.cba.com.br/real</a>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">BENEFÍCIO SOCIAL</h3>



<p>Além das vantagens já mencionadas, o ReAl também foi pensado para se integrar às dinâmicas existentes na cadeia de coleta e reciclagem já estabelecidas. Assim, soma esforços com todas as entidades que fazem parte desse processo no Brasil, gerando valor social, por exemplo, por meio do incremento de renda de catadores de materiais recicláveis.</p>



<p>“A tecnologia desenvolvida pela CBA tem grande potencial de alavancar a taxa de coleta, o que contribui para o aumento proporcional do volume de embalagens disponíveis para a reciclagem e gera importantes benefícios para todo o setor”, destaca Varella.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="438" height="600" src="https://www.embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/12/5_ED417-destaque_img3.jpg" alt="foto de planta de reciclagem de embalagens multimateriais" class="wp-image-2046" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/12/5_ED417-destaque_img3.jpg 438w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/12/5_ED417-destaque_img3-219x300.jpg 219w" sizes="auto, (max-width: 438px) 100vw, 438px" /></figure>
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			</item>
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