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	<title>Reflexão &#8211; Embanews</title>
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	<description>Conectando fabricantes e usuários do setor de embalagens</description>
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	<title>Reflexão &#8211; Embanews</title>
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		<title>RECONHECIMENTO OU ENQUADRAMENTO?</title>
		<link>https://embanews.com.br/reconhecimento-ou-enquadramento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leandro Lima Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 15:06:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[ED427]]></category>
		<category><![CDATA[Outubro]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
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					<description><![CDATA[O ser humano tem uma necessidade quase instintiva de ser reconhecido. Desde cedo, aprendemos a]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ser humano tem uma necessidade quase instintiva de ser reconhecido. Desde cedo, aprendemos a buscar aprovação da família, dos amigos, dos professores e de todos que nos cercam. E quando entramos no mundo corporativo, essa busca ganha um novo palco.</p>



<p>Passamos a seguir padrões, ajustar discursos e moldar comportamentos. Tudo para sermos aceitos, lembrados e valorizados. Mas a pergunta que faço é: será que isso é saudável?</p>



<p>Por que não podemos simplesmente ser nós mesmos? Por que não expressar o nosso ponto de vista quando não concordamos? Por que não trocar conhecimento, em vez de apenas aceitar por medo de retaliação?</p>



<p>Muitos vão dizer: “Na minha empresa não é assim não…” Será mesmo?</p>



<p>Frases como “infelizmente tenho boletos para pagar” ou “manda quem pode, obedece quem tem juízo” ainda são muito fáceis de serem ouvidas, não é verdade? Mas será que um ambiente assim é realmente saudável para se trabalhar? Será que vale a pena sufocar a própria essência, guardar sentimentos e engolir verdades em troca de reconhecimento?</p>



<p>Os líderes de hoje estão onde estão, sim por mérito, por suas escolhas e pelas alianças que construíram ao longo da jornada. Mas será que, no fundo, estão bem? Estão realizados? Só eles saberão responder isso para si mesmos.</p>



<p>E detalhe: isso não os torna super-heróis, nem detentores da sabedoria absoluta. É importante que saibamos o nosso valor, pois muitos estudam, se capacitam e adquirem conhecimentos que valem ouro! Suas entregas são, sim, relevantes tanto para a companhia quanto para os líderes.</p>



<p>Costuma-se ouvir por aí também: Cuidado! Somos apenas um número. Se sairmos, a empresa não vai parar.” De fato, não vai. Mas será que encontrarão outra pessoa com a mesma qualidade, a mesma dedicação, disponibilidade? o mesmo olhar cuidadoso pelo que faz? Por isso, sim precisam te respeitar como profissional, independente da cadeira que você ocupa.</p>



<p>No ambiente corporativo, o reconhecimento muitas vezes é confundido com enquadramento. “Pertencer” passa a significar “parecer com o grupo”. E quem pensa diferente acaba sendo visto como problema, quando, na verdade, é justamente quem pode provocar evolução.</p>



<p>Mas é preciso lembrar que não existe reconhecimento verdadeiro quando você precisa deixar de ser quem é para obtê-lo.</p>



<p>A autenticidade continua sendo o maior diferencial, e a autorealização, o único reconhecimento que realmente liberta.</p>



<p>Reconhecer o valor do outro é importante, mas reconhecer o próprio valor é essencial.</p>



<p>Porque o dia em que você entender que não precisa mudar quem é para ser aceito, será o dia em que o verdadeiro reconhecimento o interno finalmente acontece.</p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>PLANO ESTRATÉGICO NACIONAL DE EMBALAGEM</title>
		<link>https://embanews.com.br/plano-estrategico-nacional-de-embalagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Cabral]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 19:52:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Agosto]]></category>
		<category><![CDATA[Competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[ED425]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
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					<description><![CDATA[Sempre me intrigaram as discussões estéreis sobre temas ligados ao Sistema Embalagem protagonizadas por diversos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Sempre me intrigaram as discussões estéreis sobre temas ligados ao Sistema Embalagem protagonizadas por diversos <em>stakeholders</em>: fabricantes e usuários de materiais de embalagem, ambientalistas que demonizam as embalagens<sup>2</sup>, políticos, professores de diversas instituições de ensino, Organizações Não Governamentais, agentes públicos entre outros.</p>



<p>Muitas dessas discussões se assemelham a disputas infantis — &#8220;eu sou melhor em matemática!&#8221;, &#8220;mas você nem sabe escrever!&#8221; — quando, na verdade, juntos poderiam compor excelentes textos com sólida lógica e fundamento.</p>



<p>O ponto essencial, porém, quase sempre negligenciado, é a educação, em todas as suas dimensões: profissional, ambiental, política, financeira. Ela deveria estar fortalecida em todos os níveis do ensino brasileiro, da pré- -escola (para fortalecer a adequada formação dos futuros cidadãos) até a pós-graduação. É imperioso investir recursos humanos e financeiros nesse sentido, destinando para ele, por exemplo, uma pequena parte da importante arrecadação obtida pelas loterias e casas de apostas.</p>



<p>Quando se fala em impactos ambientais, o debate tende a ficar obscurecido por imagens alarmantes de poluição, especialmente por plásticos (recomendo a leitura reflexiva do livro “Paradoxo dos Plásticos – fatos para um futuro melhor”<sup>3</sup>). Raramente se menciona o verdadeiro responsável: <strong>o ser humano</strong>. Isso reforça o que costumo dizer: a embalagem é sempre considerada a culpada pelos problemas e pelas desavenças que ocorrem nas cadeias produtivas.</p>



<p>Cabem aqui algumas perguntas: a quem interessa essas discussões ineficazes nem sempre conduzidas por pessoas conhecedoras do tema? Quem ganha o quê com isso? Há algum poder em jogo? Penso que existe um ser invisível e manipulador, que conduz, subliminarmente, os trâmites desses desacordos que podem chegar a hostilidades inaceitáveis. Permito-me chamá-lo de Discórdia, uma quase imperadora, seguidora fiel dos ensinamentos de Maquiavel, especialmente o trecho que se segue, retirado do Capítulo XX de “O Príncipe”<sup>4</sup>:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Os nossos antepassados […]mantinham as discórdias entre os partidos para dominá-las mais facilmente.</p>
</blockquote>



<p>Concluo que o poder da Discórdia age para manter a divisão do povo (leia-se os diversos materiais) para (por que não?) perpetuar-se no poder (qual poder?). É preciso trabalhar contra isso e, para tanto, sugiro criar uma <strong>estratégia brasileira de embalagem </strong>que seja <strong>rapidamente regulamentada, aceita e implantada </strong>para evitar que o sempre imenso intervalo de tempo entre a aprovação e a real “posta em marcha” de qualquer plano se transforme em outra arma da Discórdia (sempre ela, uma verdadeira imperatriz). Como exemplo dessa demora, a Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS foi instituída pela Lei 12.305/2010 e o Plano Nacional de Resíduos Sólidos — PLANARES foi publicado doze anos depois, em 29 de dezembro de 2022, pela Portaria nº 1.090/2022, do Ministério do Meio Ambiente (MMA).</p>



<p>O que seria esse Plano? Como começar? Busquei apoio em uma nova ferramenta — o ChatGPT — com quem dialoguei intensamente buscando exemplos internacionais (que são poucos) até estruturar um roteiro para um Plano Estratégico Nacional de Embalagem, que disponibilizo5 aos eventuais interessados. Ele foi elaborado com a visão sistêmica que guia o meu pensamento quando o assunto é embalagem.</p>



<p>Esse Plano:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Representa pacto de não agressão entre os materiais, promove a cooperação e o não confronto.</li>



<li>Propõe a inserção da educação sobre embalagens desde os primeiros anos escolares, conscientizando sobre seu papel essencial na preservação de alimentos e da vida.</li>



<li>Rejeita o princípio maquiavélico de divisão como instrumento de controle.</li>



<li>Prevê a liderança de um comitê gestor plural, com foco em inovação, agilidade e superação de rivalidades setoriais.</li>
</ul>



<p>Acredito ser viável, em médio prazo, implementar um plano <strong>inclusivo, inovador e competitivo</strong>, que equilibre preservação ambiental, desenvolvimento econômico e justiça social.</p>



<p>Espero estimular reflexões e fomentar um movimento colaborativo em torno dessa ideia. Conto com o engajamento de todos que acreditam que o caminho do futuro passa, sim, pelas embalagens — mas sobretudo pelo <strong>consenso</strong>, pela ação e pela <strong>inteligência coletiva</strong>.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Diretor da Pack&amp;Strat – Engenharia e Estratégia de Embalagem, Ltda – <a href="http://www.packstrat.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">www.packstrat.com.br</a></li>



<li>CABRAL, A. Sem embalagem, talvez só belzebu coma. Embanews, agosto 2017, pág. 50</li>



<li>DeARMITT, C. O Paradoxo dos Plásticos – fatos para um futuro melhor. Versão digital disponível em <a href="https: //tampinhalegal. com.br/web/2023/05/28/o-paradoxo-dos-plasticos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https: //tampinhalegal. com.br/web/2023/05/28/o-paradoxo-dos-plasticos/</a> último acesso em 31 de julho de 2025</li>



<li>MACHIAVELLI, N. O Príncipe / traduzido do italiano por Maurício Santana Dias ; prefácio de Fernando Henrique Cardoso; tradução dos apêndices por Luiz A. de Araújo. – São Paulo: Penguin Classics – Companhia das Letras, 2010.</li>



<li>CABRAL, A. Plano Estratégico Nacional de Embalagem. Disponível em <a href="https://packstrat.com.br/category/artigos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://packstrat.com.br/category/artigos/</a></li>
</ol>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>REFLEXÕES PARA 2025</title>
		<link>https://embanews.com.br/reflexoes-para-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leandro Lima Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 15:32:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[ED418]]></category>
		<category><![CDATA[Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
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					<description><![CDATA[Às vezes, ouvimos pessoas mais velhas dizerem: “Se eu tivesse a cabeça que tenho hoje,]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="900" height="585" src="https://www.embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/02/7_ED418-relexoes_img1.jpg" alt="Foto de homem ao topo de uma montanha com vista a uma cidade ao longe" class="wp-image-2246" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/02/7_ED418-relexoes_img1.jpg 900w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/02/7_ED418-relexoes_img1-300x195.jpg 300w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/02/7_ED418-relexoes_img1-768x499.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></figure>



<p>Às vezes, ouvimos pessoas mais velhas dizerem: “Se eu tivesse a cabeça que tenho hoje, teria feito tudo diferente.” Mas a verdade é que não podemos mudar o passado. O que passou, passou!</p>



<p>O que realmente importa é o que aprendemos com as nossas experiências, sejam elas positivas ou não. No mundo corporativo, isso não é diferente. Não perca tempo tentando agradar a todos, porque isso é impossível! O foco deve ser em estar bem consigo mesmo e ter a certeza de que está a dando o seu melhor sempre!</p>



<p>Respeite todos como gostaria que fosse respeitado! Isso é fundamental! Aperfeiçoe-se nas áreas onde sente que precisa de desenvolvimento e mantenha-se atualizado no que se propôs a fazer. O resto? Deixe que a vida se encarregue.</p>



<p>E quando sentir que a equação não está positiva? Não hesite! Procure algo que realmente te identifique e vá atrás do que te motiva. O autoconhecimento é chave para entender o que realmente importa e te faz feliz.</p>



<p>Aceite de bom grado o que não está sob o seu controle e entregue nas mãos de Deus. A vida tem uma forma surpreendente de nos guiar quando deixamos de lado as preocupações desnecessárias.</p>



<p>O caminho para a sua felicidade e realização profissional começa com você. Invista no seu crescimento pessoal, abrace as mudanças de hábitos e siga em frente com confiança!</p>
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