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	<title>Selecionado pelo Editor &#8211; Embanews</title>
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	<description>Conectando fabricantes e usuários do setor de embalagens</description>
	<lastBuildDate>Fri, 20 Feb 2026 22:09:44 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Selecionado pelo Editor &#8211; Embanews</title>
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		<title>SE O CARGO SUMISSE, QUEM AINDA TE SEGUIRIA?</title>
		<link>https://embanews.com.br/se-o-cargo-sumisse-quem-ainda-te-seguiria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Manolo Amato]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 21:56:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2026]]></category>
		<category><![CDATA[ED431]]></category>
		<category><![CDATA[Fevereiro]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Selecionado pelo Editor]]></category>
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					<description><![CDATA[No mês de janeiro, ao iniciar uma consultoria fora do Brasil, experiência que por si]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No mês de janeiro, ao iniciar uma consultoria fora do Brasil, experiência que por si só já amplia o campo de visão, tive o privilégio de compartilhar longas conversas com um grande amigo que agora reforça o time da Use Caixas/ Use Boxes. E como sempre acontece quando pessoas inquietas se encontram, o assunto extrapolou organogramas, metas e indicadores. Falamos de gente. Mas não apenas de pessoas no sentido funcional, falamos do ser, do querer ser, e do conflito silencioso entre identidade e papel social.</p>



<p>O mundo corporativo vive um paradoxo claro: nunca se falou tanto de liderança, e nunca houve tão poucos líderes de fato.</p>



<p>Uma frase ecoou por dias após essas discussões, especialmente quando tocamos nos temas de liderança e poder: Há uma diferença gigante entre ter o respeito de um líder e apenas ocupar o cargo de líder.</p>



<p>O mercado já percebeu isso. Pesquisas globais de clima organizacional mostram que colaboradores não deixam empresas, deixam gestores. A autoridade concedida pelo cargo não sustenta mais engajamento, lealdade ou performance. Em um mundo onde o talento escolhe onde ficar, o poder hierárquico perdeu força o poder moral ganhou protagonismo. Há uma diferença grandiosa entre ter uma patente alta e ela não significar nada diante da tropa.</p>



<p>Aqui, a metáfora militar é precisa. Nenhuma tropa segue alguém apenas pelos galões no ombro. Ela segue quem entra primeiro no campo, quem sustenta a pressão, quem assume responsabilidade quando o plano falha. O mercado atual é exatamente esse campo de batalha: volátil, ambíguo, imprevisível. E nele, líderes “decorativos” são rapidamente expostos. Liderar nunca foi sobre controle externo, mas sobre domínio interno.</p>



<p>Como esperar que alguém inspire confiança se não governa suas próprias emoções, vaidades e impulsos.</p>



<p>Liderança, não é status é serviço. Não é privilégio é fardo. Não é poder sobre pessoas é responsabilidade pelas pessoas.</p>



<p>Alguns supostos influenciadores vendem a ideia que no momento atual, nada importa se não o resultado. Ideia extremamente perigosa!</p>



<p>Devemos migrar de um modelo de liderança baseado em autoridade formal para um modelo sustentado por pelo menos por três pilares:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Caráter antes de competência </strong><br>Competência impressiona, caráter sustenta. Em tempos de crise, pessoas seguem quem é previsível moralmente, não quem fala bonito.</li>



<li><strong>Exemplo antes de discurso</strong><br>Cultura não é o que está escrito na parede, é o comportamento tolerado na prática. O líder é o termômetro ético do time.</li>



<li><strong>Consciência antes de controle</strong><br>Microgestão é sintoma de insegurança. Líderes maduros criam contexto, não coleiras. O cargo pode até ser concedido por uma assinatura.</li>
</ol>



<p>Mas o respeito, esse é conquistado diariamente, na forma como se escuta, se decide, se assume erros e se trata quem não tem poder algum.</p>



<p>No fim, tudo se resume a uma pergunta simples e desconfortável: Se amanhã seu cargo desaparecesse, as pessoas ainda escolheriam te seguir?</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A BIG PICTURE DA EMBALAGEM</title>
		<link>https://embanews.com.br/a-big-picture-da-embalagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fábio Mestriner]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Dec 2025 18:57:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Dezembro]]></category>
		<category><![CDATA[ED429]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Selecionado pelo Editor]]></category>
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					<description><![CDATA[PARTE 1 Quando em 1998 criei o Programa de Inteligência de Embalagem®, entendi que faltava]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">PARTE 1</h2>



<p></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="700" height="490" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/12/5_ED429-Mestriner_img1.jpg" alt="Ilustração de ecosistema da embalagem." class="wp-image-3760" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/12/5_ED429-Mestriner_img1.jpg 700w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/12/5_ED429-Mestriner_img1-300x210.jpg 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption class="wp-element-caption">Ilustração de ecosistema da embalagem.</figcaption></figure>



<p>Quando em 1998 criei o Programa de Inteligência de Embalagem®, entendi que faltava para muitas indústrias de embalagem, inclusive as grandes e até mesmo multinacionais, a visão do “Big Picture” do setor.</p>



<p>Essas empresas compreendiam e dominavam os segmentos onde atuavam, mas ignoravam muitas vezes que suas embalagens de vidro, plástico, aço, alumínio e papel não competiam apenas em seus segmentos, mas participavam de uma cadeia complexa e multidisciplinar que tinha a inovação como motor principal e a estratégia competitiva como requisito de sobrevivência.</p>



<p>Este entendimento básico proporcionou a criação do Programa e da metodologia que o sustenta e resultaram na criação de um curso de Pós-Graduação na ESPM Escola Superior de Propaganda e Marketing e na publicação de um livro com o conteúdo central deste curso intitulado “Gestão Estratégica de Embalagem”. Resultou também na criação do Núcleo de Estudos da Embalagem ESPM que reuniu especialistas em diversas disciplinas que juntos trabalharam para aprofundar esse conceito e criar uma geração de profissionais capazes de enxergar a Big Picture e interagirem proativamente com o Marketing, o P&amp;D a Logística e com o Comercial das empresas onde trabalhavam.</p>



<p>Neste período de grande aprendizado tive a oportunidade de atuar como consultor de Inteligência de Embalagem de duas dezenas de empresas, tanto indústrias de embalagem como end users que me permitiram aprender as peculiaridades de seus negócios e seus desafios estratégicos.</p>



<p>Entre estas empresas se encontravam líderes dos principais segmentos do setor de embalagem no Brasil, que me ajudaram a criar uma visão ampliada e mais abrangente da cadeia produtiva da embalagem e sua complexa multidisciplinaridade.</p>



<p>O resultado dessa atividade intensiva de quase 3 décadas acompanhando a evolução e participando ativamente das atividades associativas do nosso setor, me levaram a criar a primeira Inteligência Artificial exclusiva e totalmente dedicada ao setor de embalagem como um todo. O grande desafio de construir a base de conhecimento sobre a qual operam os algoritmos da IA, foi desenhar a Big Picture, criar um mapa e entrar nas nuances de cada detalhe deste mapa que começa nas matérias primas, Minério, Madeira e Petróleo, das quais a quase totalidade das embalagens é feita, entrar na ciência dos materiais, sua diversidade, as aplicações de cada uma dessas variantes como a diversidade dos polímeros plásticos, o aço, o vidro e o alumínio e os papéis, papelão e papel cartão, cada um deles com suas múltiplas aplicações.</p>



<p>Seguindo os passos da matéria prima encontramos os convertedores que as convertem nas embalagens, uma enorme diversidade de empresas que misturam fabricantes de matérias primas verticalizados, que também fabricam embalagens com as matérias primas que produzem e aquelas empresas que compram as matérias primas para produzirem suas embalagens.</p>



<p>Neste segmento dos fabricantes de Embalagens, participam os fabricantes dos equipamentos utilizados na fabricação, como injetoras, impressoras, máquinas especializadas de todos os tipos, fabricantes de insumos coadjuvantes das matérias primas como tintas, vernizes, aditivos de fabricação como adesivos industriais, antiblok, deslizantes, e, também, centros de pesquisas, laboratórios de testes e outros agentes de tecnologia que atuam nessa etapa do processo.</p>



<p>Embalagem é o item industrial mais produzido no mundo, 80% de tudo que sai das fábricas, sai numa embalagem e a indústria de embalagem tem a inovação por excelência pois todas elas disputam a oportunidade de embalar esses produtos fabricados pelas demais indústrias e, para isso, se dedicam a oferecer itens que trazem vantagem competitiva para os end users, sejam preços menores, mais tecnologia e diferenciais percebidos pelos consumidores. O consumidor é o senhor do fato econômico e o responsável direto por fazer a indústria funcionar para oferecer a ele os produtos necessários para sua sobrevivência, seus anseios, sua comodidade, praticidade e conveniência. Chegamos então ao fator determinante de todo o processo e o de maior impacto na cadeia produtiva, ou seja, são os desejos e necessidades que determinam o valor que o consumidor atribui aos produtos e o quanto aceitam pagar por eles.</p>



<p>A Indústria de embalagem muitas vezes tem dificuldade para enxergar a participação e as necessidades do consumidor como fator decisivo para seu negócio por acreditar que este é um problema de seu cliente, considerando que sua missão termina quando entrega as embalagens que produziu no depósito dos end users, sem perceber a dimensão e a amplitude da competição em que está envolvida.</p>



<p>É importante mencionar aqui que as embalagens fabricadas por uma indústria não competem apenas com as embalagens produzidas por seus concorrentes diretos, mas sim com todas as demais embalagens que poderiam estar ao lado das dela no ponto de vendas.</p>



<p>É através das embalagens dos seus clientes que a fabricante da embalagem compete com as embalagens produzidas por outros fabricantes, ou seja, no setor de embalagem a competição acontece por cadeia produtiva, quando uma consumidora escolhe um produto na gôndola do supermercado, ela o escolhe em detrimento de outros que não foram escolhidos e neste momento, desde a matéria prima, o fabricante da embalagem e o fabricante do produto foram escolhidos e venceram a competição.</p>



<p>A indústria de embalagem compete no mercado através das embalagens de seus clientes e não da própria produção. O que o consumidor compra não é a embalagem, mas o PRODUTO em sua embalagem.</p>



<h3 class="wp-block-heading">UM CONCEITO DEFINIDOR DESSA FASE É A LEI DA CATEGORIA</h3>



<p>O enunciado dessa lei determina que nenhum produto concorre no mercado, todo produto concorre numa categoria. A margarina não concorre com o macarrão e este não concorre com o detergente… cada produto concorre na sua categoria e a indústria de embalagem disputa a oportunidade de participar do maior número de categorias que conseguir, esse é o objetivo final da competição, conquistar uma categoria!</p>



<p>Nesta primeira parte é importante frisar que a embalagem produzida por uma indústria de embalagens de vidro, por exemplo, não compete apenas com outras embalagens de vidro, mas com todos os tipos de embalagens capazes de atender de forma eficiente os requisitos técnicos dos produtos que ela embala.</p>



<p>Em minha experiência como consultor de Inteligência de Embalagem, aprendi que nenhum tipo de embalagem ou material de embalagem é dono de uma categoria, pois toda categoria pode aceitar a participação de diversos tipos de embalagens e de materiais diferentes, o que determina esta aceitação é a escolha do consumidor e aquilo que ele percebe como valor no conjunto produto/embalagem.</p>



<p>Uma pesquisa da ABRE feita pela Research International revelou que o consumidor não separa a embalagem do produto, para ele, os dois juntos constituem uma única entidade indivisível, portanto a competição no setor de embalagem está estruturada em 4 Pilares:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>A embalagem com todas as suas características, materiais e tecnologias.</li>



<li>O produto com tudo o que ele é o que significa, seus aspectos racionais e emocionais.</li>



<li>O Design da Embalagem que atribui valor percebido ao produto por ser ao mesmo tempo expressão e atributo do conteúdo e</li>



<li>É o Consumidor que determina com sua escolha o sucesso ou o fracasso de toda a cadeia que produziu o produto e sua embalagem.</li>
</ol>



<p>A indústria de embalagem não pode ignorar a importância e o impacto que esses 4 pilares têm no seu negócio e quanto melhor ela enxergar a “Big Picture” formada por eles, mais chances de sucesso ela terá.</p>



<p>Na parte 2 este artigo abordará o <strong>Check List da Inteligência de Embalagem®</strong> e como a embalagem ajuda as empresas a competirem num mercado cada vez mais desafiador como o que encontraremos em de 2026.</p>



<p><a href="https://www.inteligenciadeembalagem.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://www.inteligenciadeembalagem.com.br</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Link do artigo:<br><a href="https://www.mestriner.com.br/artigo89.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://www.mestriner.com.br/artigo89.html</a></h3>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>BIOPOLÍMEROS: O FUTURO SUSTENTÁVEL DOS PLÁSTICOS</title>
		<link>https://embanews.com.br/biopolimeros-o-futuro-sustentavel-dos-plasticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliano Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2025 11:36:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[ED428]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Novembro]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Selecionado pelo Editor]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Vivemos cercados por plásticos. Eles estão nas embalagens que usamos diariamente, nas roupas, nos carros,]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Vivemos cercados por plásticos. Eles estão nas embalagens que usamos diariamente, nas roupas, nos carros, nos eletrodomésticos e até em dispositivos médicos. Essa versatilidade tornou o plástico um dos materiais mais importantes do século XX. No entanto, seu sucesso trouxe um problema crescente: a acumulação de resíduos plásticos no meio ambiente.</p>



<p>Estima-se que mais de 350 milhões de toneladas de plástico sejam produzidas anualmente no mundo, e uma parte significativa disso acaba em aterros ou, pior, nos oceanos. Como a maioria dos plásticos convencionais é derivada do petróleo e não se degrada facilmente, eles podem permanecer no ambiente por séculos, fragmentando-se em microplásticos que contaminam o solo, a água e os alimentos.</p>



<p>A reciclagem é, sem dúvida, uma das principais estratégias para mitigar os impactos ambientais dos plásticos. Ela reduz a necessidade de novas matérias- -primas e diminui o volume de resíduos descartados. Existem diferentes tipos de reciclagem — mecânica, química e energética — e cada uma tem seu papel.</p>



<p>Contudo, a reciclagem enfrenta desafios: muitos plásticos são misturados, contaminados ou possuem aditivos que dificultam sua recuperação. Além disso, nem todos os produtos plásticos são economicamente viáveis para reciclar. Assim, embora essencial, a reciclagem sozinha não resolve o problema global do plástico.</p>



<p>É nesse contexto que surgem os biopolímeros, materiais que buscam unir funcionalidade e sustentabilidade. De forma simples, os biopolímeros são plásticos produzidos a partir de fontes renováveis, como amido de milho, cana-de-açúcar, celulose, óleos vegetais e até resíduos agrícolas. Alguns deles também têm a capacidade de se degradar naturalmente após o uso, retornando ao ciclo da natureza sem causar poluição persistente.</p>



<p>Entre os exemplos mais conhecidos estão o PLA (ácido polilático): obtido a partir da fermentação do amido de milho ou da cana-de-açúcar. É utilizado em embalagens, copos descartáveis e até em impressoras 3D; O-PHA (polihidroxialcanoatos): produzido por micro-organismos que transformam açúcares e óleos em um polímero biodegradável. Pode ser usado em produtos médicos, cosméticos e filmes agrícolas; E também o PBS (succinato de polibutileno) e PBAT (tereftalato adipato de polibutileno): frequentemente usados em sacolas e embalagens flexíveis biodegradáveis.</p>



<p>A produção dos biopolímeros geralmente começa com matérias-primas vegetais, que passam por processos químicos ou biotecnológicos até se transformarem em plásticos. Por serem provenientes de recursos renováveis, contribuem para a redução das emissões de carbono, já que as plantas utilizadas absorvem CO2 durante o crescimento.</p>



<p>Após o uso, esses materiais podem seguir diferentes caminhos. Quando corretamente descartados, muitos biopolímeros biodegradáveis se decompõem em água, dióxido de carbono e biomassa sob condições controladas, como em sistemas de compostagem industrial. Isso evita o acúmulo de resíduos e fecha o ciclo de forma mais sustentável.</p>



<p>No entanto, é importante lembrar que nem todo plástico de fonte renovável é biodegradável, e nem todo biodegradável é de fonte renovável. O ideal é combinar ambas as características — origem sustentável e degradação controlada — junto de políticas eficazes de coleta e compostagem.</p>



<p>Os biopolímeros representam uma nova geração de materiais alinhados aos princípios do ESG (ambiental, social e governança) e da economia circular, que propõem reduzir o desperdício e manter os recursos em uso pelo maior tempo possível.</p>



<p>Mas sua adoção em larga escala ainda depende de avanços tecnológicos, redução de custos e conscientização dos consumidores. Substituir os plásticos convencionais por alternativas sustentáveis exige não apenas inovação, mas também mudança de comportamento — repensar o consumo, valorizar o descarte correto e apoiar políticas públicas voltadas à sustentabilidade.</p>



<p>Os plásticos transformaram o mundo; agora é hora de transformarmos a relação que temos com eles, e os biopolímeros, inspirados pela própria natureza, podem ser o elo entre a tecnologia e o meio ambiente — um caminho promissor para um planeta mais limpo e equilibrado.</p>



<p><em>* O conteúdo dos artigos assinados não representa necessariamente a opinião do Mackenzie.</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ANALISANDO OS PFAS: RISCOS, DESAFIOS E PERSPECTIVAS</title>
		<link>https://embanews.com.br/analisando-os-pfas-riscos-desafios-e-perspectivas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nanci Castanha da Silva&nbsp;and&nbsp;Raphael D&#039;Anna Acayaba]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 15:01:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[ED427]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Selecionado pelo Editor]]></category>
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					<description><![CDATA[Os PFAS, substâncias per e polifluoroalquil, são uma família de mais de 4.000 compostos químicos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os PFAS, substâncias per e polifluoroalquil, são uma família de mais de 4.000 compostos químicos (OECD/UNEP, 2018) usados desde a década de 1950 em produtos que vão de espumas de combate a incêndio a pesticidas (Podder et al., 2021). Sua principal característica é a extrema persistência no meio ambiente. Estudos mostram que a exposição a eles está associada a efeitos adversos à saúde (Sunderland et al., 2019), e sua presença já é generalizada, com pesquisas indicando contaminação em cerca de 95% de adolescentes e adultos nos Estados Unidos (Lewis et al., 2015).</p>



<p>Para os consumidores, uma das rotas mais diretas de exposição é através das embalagens de alimentos (Sangkham, 2024; Zhang et al., 2024). Testes já revelaram níveis elevados desses compostos em caixas de fast-food, sacos plásticos e embalagens de pipoca para micro-ondas. Pesquisas indicam que a migração dos PFAS da embalagem para o alimento pode ocorrer em apenas duas horas de contato (Stroski &amp; Sapozhnikova, 2023). A ingestão oral é considerada a principal forma de absorção pelo corpo humano, e os PFAS tendem a se acumular no fígado, onde estudos epidemiológicos já demonstraram uma relação com o desenvolvimento de doenças hepáticas (Zhang et al., 2024).</p>



<p>Diante desses riscos, a União Europeia está tomando uma medida decisiva contra os “químicos eternos” presentes em embalagens de alimentos. A partir de 12 de agosto de 2026, novas e rigorosas regras proibirão a comercialização de embalagens que contenham PFAS acima de limites estritos, uma decisão que visa reduzir a exposição humana a compostos ligados a sérios riscos à saúde (Office of the European Union).</p>



<p>O novo regulamento europeu estabelece uma barreira clara: embalagens não poderão exceder 50 partes por milhão (ppm) para o total de PFAS presentes, incluindo os de natureza polimérica (Office of the European Union). A medida reforça a preocupação de agências como a Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar (EFSA), que já estabeleceu uma ingestão semanal máxima tolerável de apenas 4,4 nanogramas por quilo de peso corporal para a soma de quatro dos principais PFAS (Stroski &amp; Sapozhnikova, 2023).</p>



<p>Apesar do avanço regulatório, a indústria enfrenta desafios. A análise para detectar e quantificar com precisão os PFAS ainda é complexa, com métodos que podem subestimar a contaminação total (Nikiforov, 2021; Shojaei et al., 2022). Além disso, a busca por substitutos é uma corrida contra o tempo. Especialistas alertam que as alternativas precisam ser rigorosamente avaliadas, pois também podem ser danosas à saúde e ao meio ambiente, defendendo uma transição baseada em “química responsável” para um futuro sem os riscos associados aos PFAS (Ateia &amp; Scheringer, 2024).</p>



<p>Ciente dessa importante demanda, o corpo técnico do Centro de Tecnologia de Embalagem (Cetea) do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital/Apta/SAA) tem acompanhado as inovações na área para atender da melhor forma o setor produtivo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</h3>



<p>Ateia, M., &amp; Scheringer, M. (2024). From “forever chemicals”to fluorine- free alternatives. Science (<em>New York, N.Y.</em>), 385(6706), 256–258.</p>



<p>Lewis, R. C., Johns, L. E., &amp; Meeker, J. D. (2015). Serum biomarkers of exposure to perfluoroalkyl substances in relation to serum testosterone and measures of thyroid function among adults and adolescents from NHANES 2011–2012. <em>International Journal of Environmental Research and Public Health, 12</em>(6), 6098–6114.</p>



<p>OECD/UNEP. (2018). <em>Toward a new comprehensive global database of per- and polyfluoroalkyl substances</em> (PFASs).</p>



<p>Office of the European Union L-, P., &amp; Luxembourg, L. (n.d.). <em>Regulation (EU) 2025/40 of the European Parliament and of the Council of 19 December 2024 on packaging and packaging waste</em>.</p>



<p>Podder, A., et al. (2021). Per and poly-fluoroalkyl substances (PFAS) as a contaminant of emerging concern in surface water: A transboundary review of their occurrences and toxicity effects. <em>Journal of Hazardous Materials, 419</em>.</p>



<p>Sangkham, S. (2024). Global Perspective on the Impact of Plastic Waste as a Source of Microplastics and Per- and Polyfluoroalkyl Substances in the Environment. <em>ACS ES and T Water, 4</em>(1), 1–4.</p>



<p>Stroski, K. M., &amp; Sapozhnikova, Y. (2023). Analysis of per- and polyfluoroalkyl substances in plastic food storage bags by different analytical approaches. <em>Journal of Chromatography Open, 4</em>.</p>



<p>Zhang, J., Hu, L., &amp; Xu, H. (2024). Dietary exposure to per- and polyfluoroalkyl substances: Potential health impacts on human liver. <em>Science of the Total Environment, 907</em>.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="600" height="217" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/5_ED413-Pesquisa_img1.jpg" alt="imagem do instituto de tecnologia de alimentos e do governo do estado de são paulo" class="wp-image-1334" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/5_ED413-Pesquisa_img1.jpg 600w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/5_ED413-Pesquisa_img1-300x109.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TECNOLOGIA E EMBALAGENS METÁLICAS: EFICIÊNCIA E INOVAÇÃO A SERVIÇO DO SETOR DE TINTAS</title>
		<link>https://embanews.com.br/tecnologia-e-embalagens-metalicas-eficiencia-e-inovacao-a-servico-do-setor-de-tintas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Amanda Hernandes Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 19:07:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[ED426]]></category>
		<category><![CDATA[Latas de Aço]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Selecionado pelo Editor]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado de tintas passou por transformações profundas nos últimos anos. Muito tem se falado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O mercado de tintas passou por transformações profundas nos últimos anos. Muito tem se falado sobre novas formulações, tintas à base de água e atributos sustentáveis. Mas há uma engrenagem crucial para que tudo isso funcione de forma realmente competitiva nesse setor: a embalagem.</p>



<p>É que as embalagens metálicas deixaram de ser apenas um invólucro para proteger o conteúdo armazenado em seu interior. Elas se tornaram verdadeiros ativos estratégicos, incorporando tecnologia de ponta, rastreabilidade, processos inteligentes de produção e outras inovações que reduzem custo e impacto ambiental. E isso muda completamente o jogo para fabricantes, distribuidores e varejistas do setor de tintas.</p>



<p>Segundo a Associação Brasileira da Embalagem (ABRE), o Valor Bruto da Produção do setor de Embalagens chegou a R$ 165,9 bilhões em 2024, um crescimento de 14,89% em relação ao ano anterior. É um dado que revela muito mais do que volume: mostra como esse setor tem se desenvolvido, especialmente no que diz respeito à adoção de tecnologias que agregam valor ao produto final.</p>



<h3 class="wp-block-heading">IMPRESSÃO DIGITAL: A RESPOSTA À AGILIDADE QUE O MERCADO EXIGE</h3>



<p>Um exemplo claro desse avanço é a impressão digital permitindo personalizações rápidas, tiragens menores com alta qualidade e redução de perdas. Em um cenário onde o tempo de lançamento de novos produtos é cada vez mais curto, essa tecnologia permite que fabricantes de tintas adaptem suas embalagens com agilidade, mantendo padrões visuais profissionais e competitivos.</p>



<p>Essa abordagem favorece a diversificação de portfólio, além de abrir espaço para ações promocionais, edições especiais e até personalizações regionais — algo impensável em linhas tradicionais de impressão.</p>



<h3 class="wp-block-heading">RASTREABILIDADE E AMPLIAÇÃO DOS DADOS: EMBALAGENS INTELIGENTES GANHAM ESPAÇO</h3>



<p>Outro salto relevante são as chamadas embalagens inteligentes. Trata-se de latas que trazem QR codes únicos, sistemas de rastreamento logístico, recursos de geolocalização e até interações digitais em realidade aumentada. Com essa tecnologia é possível conhecer mais o consumidor final, entender o comportamento de compra no varejo, entre outras ações que agregam valor aos departamentos de marketing e compras das empresas.</p>



<p>Além disso, também é possível incorporar tintas UV invisíveis, que revelam números de série e marcas d’água sob luz especial; uma solução que pode ser utilizada para criar layouts especiais, edições limitadas e até garantir a autenticidade e integridade do conteúdo, mitigando falsificações e facilitando a rastreabilidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">SUSTENTABILIDADE OPERACIONAL: MENOS ENERGIA, MAIS EFICIÊNCIA</h3>



<p>Do ponto de vista industrial, o avanço mais impactante tem sido na eliminação de fornos térmicos nos processos de revestimento metálico. Em vez de aplicar camadas que exigem altas temperaturas para cura (processo de secagem e fixação do revestimento), novas soluções eco amigáveis utilizam tecnologia de plasma e cura UV imediata, que não só economizam energia como também reduzem drasticamente as emissões de Compostos Orgânicos Voláteis (VOCs).</p>



<p>Para o fabricante de tintas, isso se traduz em parcerias com fornecedores mais eficientes, com menor pegada de carbono e maior compliance ambiental — o que, por sua vez, valoriza o produto final no ponto de venda e perante órgãos reguladores.</p>



<h3 class="wp-block-heading">CONVERGÊNCIA ENTRE TECNOLOGIA E LOGÍSTICA</h3>



<p>Por fim, é importante destacar que essas inovações afetam toda a cadeia logística, da fábrica ao cliente final. Embalagens mais leves, resistentes e inteligentes significam melhor empilhamento, menor taxa de avarias, transporte mais eficiente e rastreamento desde a origem até o consumidor.</p>



<p>Essa nova geração de embalagens, que une tecnologia de produção, controle de qualidade, segurança digital e compromisso ambiental, redefine o papel do fornecedor no trade de tintas: não se trata mais apenas de entregar latas, mas entregar valor agregado e vantagem competitiva.</p>



<p>Em suma, a transformação das embalagens metálicas não é apenas uma evolução estética ou funcional — ela representa um salto estratégico para o trade de tintas, que hoje exige mais agilidade e sustentabilidade.</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>INICIATIVA CONECTA COOPERATIVAS E RECICLADORES PARA FORTALECER A ECONOMIA CIRCULAR NO BRASIL</title>
		<link>https://embanews.com.br/iniciativa-conecta-cooperativas-e-recicladores-para-fortalecer-a-economia-circular-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliana Seidel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 19:41:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Agosto]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Circular]]></category>
		<category><![CDATA[ED425]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Selecionado pelo Editor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://embanews.com.br/?p=3447</guid>

					<description><![CDATA[Para enfrentar os desafios da reciclagem de embalagens flexíveis no Brasil, a REDE lançou o]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Para enfrentar os desafios da reciclagem de embalagens flexíveis no Brasil, a REDE lançou o CirculaFlex em 2023, um projeto que conecta recicladores e cooperativas criando soluções para viabilizar o reaproveitamento de materiais. Desde o seu lançamento, a iniciativa já alcançou importantes avanços, demonstrando o potencial de transformação da cadeia de reciclagem no país.</p>



<p>Com a promoção de mudanças concretas na reciclagem dos resíduos de embalagens flexíveis, até o momento o projeto já estabeleceu conexões estratégicas com 22 recicladores, dos quais 8 foram homologados, além de envolver 54 cooperativas, com 8 já homologadas. Além disso, 2 toneladas de BOPP (um dos materiais plásticos utilizados em embalagens flexíveis) foram escoadas em testes piloto, possibilitando sua reinserção na cadeia produtiva.</p>



<p>Para enfrentar as barreiras da reciclagem desse tipo de resíduo, o CirculaFlex atua em diversas frentes. O projeto mantém um diálogo contínuo com recicladores para entender os desafios técnicos do processamento dos resíduos dessas embalagens, enquanto oferece apoio às cooperativas na triagem e destinação correta desses materiais. Além disso, conta com consultoria especializada para estruturar e fortalecer a cadeia de reciclagem, conectando cooperativas e recicladores a fim de facilitar a comercialização dos materiais recuperados, bem como os transformadores que possam utilizar o material reciclado.</p>



<p>Outra iniciativa essencial são os testes industriais, que exploram novas aplicações para os materiais reciclados, garantindo maior viabilidade econômica para sua reutilização. Dessa forma, o projeto indica que o aprimoramento da cadeia de reciclagem requer essa ação coordenada: desenvolvimento e fortalecimento da indústria recicladora em paralelo com o investimento no treinamento das cooperativas, aprimorando técnicas de separação e processamento dos resíduos, contribuindo para uma cadeia mais eficiente e sustentável.</p>



<h3 class="wp-block-heading">DESAFIOS E OPORTUNIDADES PARA UM FUTURO MAIS SUSTENTÁVEL</h3>



<p>Apesar dos avanços, o projeto identificou desafios que ainda limitam a reciclagem dos resíduos de embalagens flexíveis no Brasil, como a falta de infraestrutura para processar resíduos pós-consumo frente ao pós-industrial, diversidade de composições das embalagens, a presença de camadas de alumínio e tinta que dificultam o reaproveitamento como insumo na indústria de plástico, e o baixo valor agregado do produto final reciclado. Além disso, a escassez de compradores e o baixo valor pago às cooperativas representam entraves para o aumento do material coletado e reciclado.</p>



<p>Para superar essas dificuldades, o CirculaFlex busca o fortalecimento da colaboração entre indústria de bens de consumo, cooperativas, recicladores, transformadores e o poder público, promovendo incentivos que tornem a reciclagem dos resíduos dessas embalagens mais viável e eficiente.</p>



<p>A iniciativa segue avançando para estruturar um ecossistema mais eficiente para a reciclagem dos resíduos de embalagens flexíveis. Neste cenário, o apoio de patrocinadores, parceiros e agentes do setor se torna essencial para ampliar o impacto do projeto, o qual busca constantemente avanços na gestão sustentável de resíduos em todo o Brasil. Hoje o projeto acontece no âmbito da Rede pela Circularidade do Plástico com o patrocínio de Ajinomoto, Amcor, Cargill, Kenvue, LyondellBasell, Mars, Mondelez, Natura, Nestlè e P&amp;G.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>RECICLAGEM MOLECULAR: A REVOLUÇÃO DA ECONOMIA CIRCULAR</title>
		<link>https://embanews.com.br/reciclagem-molecular-a-revolucao-da-economia-circular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alessandra Lancellotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 10:54:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Circular]]></category>
		<category><![CDATA[ED423]]></category>
		<category><![CDATA[Junho]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Selecionado pelo Editor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://embanews.com.br/?p=2630</guid>

					<description><![CDATA[DESAFIOS NA ECONOMIA CIRCULAR DE PLÁSTICOS: O PAPEL DA RECICLAGEM MOLECULAR A transição para uma]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">DESAFIOS NA ECONOMIA CIRCULAR DE PLÁSTICOS: O PAPEL DA RECICLAGEM MOLECULAR</h3>



<p>A transição para uma economia circular no setor de plásticos enfrenta desafios significativos, especialmente relacionados às limitações da reciclagem mecânica. Embora seja a forma predominante de reciclagem, a reciclagem mecânica apresenta restrições que impedem a plena circularidade dos materiais plásticos. No Brasil, apesar dos avanços na reciclagem mecânica, há muitas dificuldades estruturais, como a baixa taxa de coleta seletiva, a contaminação dos resíduos e a falta de incentivos econômicos para o uso de materiais reciclados.</p>



<p>A reciclagem mecânica, embora amplamente utilizada, possui várias limitações. Ela é mais eficaz com materiais plásticos homogêneos e limpos, o que nem sempre é o caso dos resíduos pós-consumo. Contaminações, mistura de diferentes tipos de plásticos e degradação das propriedades físicas ao longo dos ciclos de reciclagem reduzem a qualidade dos materiais reciclados.</p>



<p>Aplicações como certas embalagens cosméticas, como compactos e batons, frascos coloridos, filmes multicamadas e materiais contaminados com tintas ou adesivos, por exemplo, não podem ser reciclados pelo processo mecânico de forma eficiente. Assim, muitas embalagens plásticas ainda acabam em aterros ou incineradores porque não podem ser recicladas eficientemente pelos métodos tradicionais.</p>



<p>De acordo com dados da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria de Plástico), a reciclagem mecânica de plásticos pós-consumo atingiu 20,6% em 2023, sendo 24,3% a taxa de reciclagem mecânica de embalagens. Esses dados reforçam que uma parcela significativa dos resíduos plásticos ainda não é reciclada, evidenciando as limitações do processo mecânico.</p>



<p>Nesse contexto, a reciclagem química surge como uma inovação promissora para superar essas barreiras e ampliar as possibilidades de reutilização de plásticos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">INOVAÇÃO ATRAVÉS DA RECICLAGEM MOLECULAR</h3>



<p>A reciclagem química, também conhecida como reciclagem avançada ou molecular, apresenta-se como uma solução inovadora para os desafios atuais. Este processo permite a transformação de resíduos plásticos, especialmente aqueles de composição complexa ou contaminados, em matérias-primas de alta qualidade, equivalentes às originais. Diferentemente da reciclagem mecânica, a reciclagem molecular pode processar misturas de plásticos e tolerar certos níveis de contaminantes, como tintas, rótulos e papéis, ampliando o espectro de materiais recicláveis. Com isso, um volume maior de embalagens deixa de ser descartada em aterros.</p>



<p>Além disso, a reciclagem molecular permite a produção de plásticos reciclados de alta qualidade, sem comprometer as propriedades do material, tampouco a processabilidade, o que é essencial para aplicações que exigem padrões elevados de estética e desempenho.</p>



<p>Diferentemente da reciclagem mecânica, que degrada as propriedades dos plásticos a cada ciclo, a reciclagem molecular permite a quebra dos polímeros em suas unidades químicas originais, criando resinas recicladas de qualidade idêntica à virgem, sem comprometer performance ou segurança.</p>



<p>Esse processo não apenas aumenta a circularidade do plástico, mas também reduz as emissões de carbono em comparação à produção de resinas a partir de fontes fósseis. Com a reciclagem molecular, plásticos que antes eram descartados agora têm valor como matéria-prima renovável.</p>



<h3 class="wp-block-heading">OPORTUNIDADES PARA O SETOR DE EMBALAGENS</h3>



<p>Para a indústria de embalagens, a reciclagem molecular representa uma oportunidade única de fechar o ciclo dos plásticos e atender às crescentes demandas por soluções sustentáveis.</p>



<p>A economia circular já não é apenas uma meta futura, ela é real e já está sendo aplicada agora. Com investimentos contínuos e políticas de incentivo, a reciclagem molecular pode transformar a forma como a indústria lida com resíduos plásticos, garantindo um futuro mais sustentável para o setor de embalagens.</p>



<p>Ao complementar as limitações da reciclagem mecânica, a reciclagem molecular reaproveita uma gama mais ampla de resíduos plásticos, contribuindo para a redução do impacto ambiental e promovendo a sustentabilidade na indústria de embalagens. Para que essa transição seja bem-sucedida, é fundamental o investimento contínuo em pesquisa e desenvolvimento, além de políticas públicas que incentivem práticas sustentáveis e a integração de novas tecnologias no setor.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A TENDÊNCIA DAS EMBALAGENS FLEXÍVEIS E O IMPACTO DA DECISÃO DE TRUMP SOBRE OS CANUDOS PLÁSTICOS</title>
		<link>https://embanews.com.br/a-tendencia-das-embalagens-flexiveis-e-o-impacto-da-decisao-de-trump-sobre-os-canudos-plasticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vanessa Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 06:38:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Abril]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ED421]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Selecionado pelo Editor]]></category>
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					<description><![CDATA[Nos últimos anos, a indústria de embalagens tem passado por uma transformação significativa, impulsionada pela]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nos últimos anos, a indústria de embalagens tem passado por uma transformação significativa, impulsionada pela busca por soluções mais sustentáveis e eficientes. As embalagens flexíveis emergiram como uma tendência dominante, oferecendo vantagens como menor uso de material, redução de custos logísticos e maior conveniência para os consumidores. No entanto, uma nova decisão política nos Estados Unidos pode impactar esse cenário globalmente.</p>



<p>Recentemente, o ex-presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva permitindo o retorno dos canudos plásticos em estabelecimentos americanos, revertendo políticas anteriores que incentivavam alternativas sustentáveis. Essa decisão reacende o debate sobre a responsabilidade ambiental das empresas e pode influenciar as regulamentações e o comportamento do consumidor em relação a outros materiais plásticos, incluindo embalagens flexíveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O CRESCIMENTO DAS EMBALAGENS FLEXÍVEIS</h3>



<p>As embalagens flexíveis têm se destacado no mercado por sua capacidade de oferecer proteção eficiente aos produtos com menor impacto ambiental em comparação com opções rígidas. Elas são amplamente utilizadas em alimentos, bebidas, produtos de higiene e até mesmo no setor farmacêutico. Além disso, possuem um menor peso e volume, reduzindo a pegada de carbono durante o transporte e a distribuição.</p>



<p>Muitas empresas vêm investindo em tecnologias para tornar essas embalagens mais recicláveis e biodegradáveis, atendendo às exigências de consumidores cada vez mais conscientes. Inovações como os filmes compostáveis e monomateriais recicláveis estão ganhando espaço e moldando o futuro do setor.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O QUE MUDA COM A DECISÃO DE TRUMP?</h3>



<p>O retorno dos canudos plásticos nos EUA pode gerar um efeito cascata na aceitação de plásticos descartáveis, enfraquecendo iniciativas globais de redução de resíduos. No entanto, a decisão executiva também apresenta um ponto de vista positivo, conforme argumentado pelo governo Trump:</p>



<p>Fim do uso forçado de canudos de papel: A ordem executiva instrui o governo federal a interromper a aquisição e o uso de canudos de papel dentro dos edifícios federais e desenvolver uma Estratégia Nacional para acabar com o uso forçado desses canudos em 45 dias.</p>



<p>Senso comum na regulamentação: A administração Trump argumenta que as proibições de canudos plásticos foram impulsionadas mais pelo simbolismo do que por ciência, ressaltando que estudos indicam a presença de substâncias químicas nocivas, como PFAS, em canudos de papel.</p>



<p>Custo e eficiência: Canudos de papel são mais caros, muitas vezes obrigam o uso de múltiplos canudos por serem menos resistentes e não necessariamente possuem menor pegada de carbono em comparação aos canudos plásticos.</p>



<p>Impacto ambiental questionável: Além de serem frequentemente embalados em plástico, canudos de papel exigem mais água e recursos em sua produção, o que pode anular os benefícios ambientais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O FUTURO DAS EMBALAGENS FLEXÍVEIS</h3>



<p>A sustentabilidade continua sendo um fator-chave para a competitividade no setor de embalagens. Embora a decisão de Trump possa alterar temporariamente a dinâmica do mercado americano, a pressão de consumidores, investidores e reguladores em outras partes do mundo deve manter o impulso para soluções mais ecológicas.</p>



<p>Empresas que investirem em inovação e adaptação a normas ambientais mais rigorosas estarão melhor posicionadas para o futuro. A evolução das embalagens flexíveis seguirá seu curso, impulsionada por novas tecnologias, economia circular e um crescente compromisso global com a sustentabilidade.</p>



<p>E você, como enxerga o impacto dessas mudanças no mercado de embalagens? Deixe seu comentário e vamos debater o futuro da sustentabilidade na indústria!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ASPECTOS DA LEGISLAÇÃO PARA USO DE POLÍMEROS RECICLADOS EM EMBALAGENS PARA ALIMENTOS – PARTE 1</title>
		<link>https://embanews.com.br/aspectos-da-legislacao-para-uso-de-polimeros-reciclados-em-embalagens-para-alimentos-parte-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clarice Fedosse Zornio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 21:01:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[ED419]]></category>
		<category><![CDATA[Fevereiro]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Selecionado pelo Editor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.embanews.com.br/?p=2361</guid>

					<description><![CDATA[Artigo original completo foi publicado no Informativo Cetea Vol. 36 nº 3 1907 é considerado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading"><em>Artigo original completo foi publicado no Informativo Cetea Vol. 36 nº 3</em></h3>



<p>1907 é considerado o ano em que a humanidade entrou na Idade dos Polímeros (ou Idade dos Plásticos). Isso significa que, assim como para a Idade dos Metais, agora são os polímeros que são os materiais dominantes, que vêm trazendo inovação tecnológica e melhorando a qualidade de vida da população em geral. De fato, o adjetivo que melhor pode definir os polímeros é “versatilidade”, em concordância ao descrito em 1945 por Yarsley e Couzens no livro “Plastic”, no qual afirmam que as possíveis aplicações dos plásticos são quase que inexauríveis (Mariano, Zornio, et al., 2017; Yarsley, 1941). No entanto, nem tudo são flores, e o uso dos polímeros tem se tornado um dos grandes problemas ambientais da atualidade. Dessa forma, a pesquisa focada em alternativas que diminuam o descarte e acúmulo de materiais poliméricos no meio ambiente tem crescido tanto na área acadêmica quanto na indústria, sendo a reciclagem uma das abordagens em voga.</p>



<p>A Plastics Europe elabora periodicamente um relatório focado no mercado europeu referente à produção, demanda, conversão e gestão da indústria de polímeros. Na sua última edição, <em>“Plastics – The Fast Facts 2024”</em>, é descrito também o panorama mundial da produção de polímeros, considerando o tipo de resina e o processo de produção. De acordo com os dados apresentados, das 413,8 megatoneladas de polímeros colocados no mercado, 90,4% são polímeros virgens obtidos a partir de matéria-prima de fonte fóssil, 8,8% são polímeros reciclados pós-consumo (PCR, sendo 8,8% obtidos a partir de processos de reciclagem mecânica e 0,1% por reciclagem química), e 0,7% são biopolímeros. Considerando apenas os polímeros pós-consumo, os dados mostram que 53% da produção mundial por reciclagem mecânica e química é realizada na Ásia (25,8% para a China e 27,2% para os demais países asiáticos), 19,8% nos países da comunidade europeia, 7,7% na América do Norte, 7,0% no Oriente Médio e África, 5,7% nas Américas do Sul e Central, 5,1% no Japão e 1,7% na Comunidade dos Estados Independentes (CEI, formada por Armênia, Azerbaijão, Belarus, Cazaquistão, Federação Russa, Moldávia, Quirguistão, Tadjiquistão, Turcomenistão e Uzbequistão). Isso mostra que a transição para uma economia circular para esses materiais necessita ainda de muito investimento e inovação que culminem em modelos de negócio interessantes com foco na reciclagem polímeros (Plastics Europe, 2024).</p>



<p>O investimento para o uso de polímeros PCR destinados ao contato direto com alimentos é ainda maior devido aos desafios relacionados à segurança desses materiais. Caso o processo de reciclagem não seja bem desenhado, as embalagens PCR podem carregar contaminantes, originados de contato prévio durante seu uso prévio e/ou descarte. Se colocadas em contato direto com alimentos, esses contaminantes podem, eventualmente, migrar da embalagem para o alimento. Por isso, muitos países regulamentam o uso de polímeros PCR para a produção de embalagens para contato direto com alimentos.</p>



<p>Essas regulamentações, geralmente, consideram o tipo de processamento por reciclagem realizado para obtenção do material final. Dessa forma, é interessante ter uma melhor compreensão sobre as três categorias principais de reciclagem, como segue <em>(Food And Drug Administration, 2023)</em>:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Reciclagem primária: reciclagem mecânica (física) do material pré-consumo, como a sucata industrial obtida durante a fabricação dos artigos para contato com alimentos. Esse tipo de processamento é, geralmente, aceito pelas agências reguladoras, já que se espera que o material não represente perigo para o consumidor. Para tanto, devem ser seguidas as boas práticas de fabricação e, mais importante, os materiais originais devem estar em conformidade para uso para contato direto com alimentos;</li>



<li>Reciclagem secundária: reciclagem mecânica (física) do material pós-consumo. Nesse caso, geralmente o processo de reciclagem desenvolvido por uma empresa deve ser submetido à aprovação de uma agência reguladora, a fim de demonstrar que os níveis de contaminantes no material PCR são reduzidos a níveis suficientemente baixos, garantindo que a embalagem final tenha pureza adequada para seu uso pretendido. Em diversos casos, para que o polímero PCR apresente uma performance adequada, é necessário que sejam incorporados aditivos à resina, os quais devem estar, necessariamente, em conformidade com a regulamentação para contato com alimentos;</li>



<li>Reciclagem terciária: reciclagem química do material pós-consumo. Nesse caso, também é recomendada a aprovação de uma agência reguladora. O processamento por reciclagem química envolve a regeneração do material utilizado, ou seja, a obtenção do monômero original ou de oligômeros, por meio da despolimerização, seguido da repolimerização. Os monômeros e/ou polímero regenerados podem ser utilizados isoladamente ou misturados a materiais virgens <em>(Food And Drug Administration, 2023)</em>.</li>
</ol>



<p>Na próxima edição, serão apresentados alguns aspectos referentes ao uso de polímeros reciclados para contato direto com alimentos, considerando os mercados dos Estados Unidos da América (EUA), da comunidade europeia e do Brasil.</p>



<h3 class="wp-block-heading">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</h3>



<p>MARIANO, M. et al. <strong>Influence of Natural Fillers Size and Shape into Mechanical and Barrier Properties of Biocomposites.</strong> In: THAKUR, V. K.; THAKUR, M. K.; KESSLER, M. R. Handbook of Composites from Renewable Materials. [S.l.]: John Wiley &amp; Sons Inc, v. Volume 3: Physico-Chemical and Mechanical Characterization, 2017. p. 459-488 YARSLEY, V. E. . C. E. G. Plastics. [S.l.]: Penguin Books, 1941.</p>



<p>PLASTICS EUROPE. <strong>Plastics</strong> – The Fast Facts 2024. Site da Plastics Europe, 2024. Disponível em: <a href="https://plasticseurope.org/knowledge-hub/plastics-the-fast-facts-2024/">https://plasticseurope.org/knowledge-hub/plastics-the-fast-facts-2024/</a>. Acesso em: 6 nov. 2024.</p>



<p><strong>FOOD AND DRUG ADMINISTRATION.</strong><br>Use of Recycled Plastics in Food Packaging (Chemistry Considerations): Guidance for Industry. Site da Food and Drug Administration, 2023. Disponível em: <a href="https://www.fda.gov/regulatory-information/search-fda-guidance-documents/guidance-industry-use-recycled-plastics-food-packaging-chemistry-considerations">https://www.fda.gov/regulatory-information/search-fda-guidance-documents/guidance-industry-use-recycled-plastics-food-packaging-chemistry-considerations</a>. Acesso em: 23 nov. 2023.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="600" height="217" src="https://www.embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/5_ED413-Pesquisa_img1.jpg" alt="imagem do instituto de tecnologia de alimentos e do governo do estado de são paulo" class="wp-image-1334" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/5_ED413-Pesquisa_img1.jpg 600w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/5_ED413-Pesquisa_img1-300x109.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ASSUNTOS IMPORTANTES PARA A INDÚSTRIA DE EMBALAGEM EM 2025</title>
		<link>https://embanews.com.br/assuntos-importantes-para-a-industria-de-embalagem-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fábio Mestriner]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 15:11:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[ED418]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Selecionado pelo Editor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.embanews.com.br/?p=2238</guid>

					<description><![CDATA[Vivemos tempos velozes e de mudanças aceleradas com desafios que muitas vezes assustam aqueles que]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Vivemos tempos velozes e de mudanças aceleradas com desafios que muitas vezes assustam aqueles que não estão percebendo ou acompanhando as mudanças.</p>



<p>A complexidade do mundo atual, a geopolítica global está surpreendendo os analistas e. superando as previsões mais arrojadas com fatos novos e não previstos.</p>



<p>Com o noticiário online 24 horas sete dias por semana, fica difícil acompanhar tantos temas que impactam nosso setor mesmo que aconteçam em lugares distantes pois o mundo atual está integrado de tal forma que tudo o que acontece acaba tendo algum impacto sobre nós.</p>



<p>Para não deixar passar nada de muito importante, devemos estar atentos pelo menos aos temas cruciais do nosso setor e por isso decidi escrever este pequeno lembrete sobro os assuntos que estrão em pauta em 2025, que os dirigentes e gestores do setor de embalagem precisarão estar atentos.</p>



<p>A Inteligência Artificial vem ganhando terreno de forma vertiginosa e acompanhando este movimento, descobri que cerca de 200 inteligências artificiais são lançadas no mundo a cada dia. No início foi a Open AI com o Chat GPT que deu início a população da IA tornando acessível a todos a pesquisa inicial e o conhecimento dessa nova ferramenta.</p>



<p>As grandes plataformas como Google, Amazon, Meta e IBM lançaram suas Inteligências artificiais e logo o ambiente digital online estava repleto delas, mas passada a primeira onda, ficou claro que o futuro será das IA especializada, dedicada temas específicos e milhares delas começaram a ser lançadas nas principais atividades desde medicina, e-commerce, agricultura, engenharia, produção e tantas outras. Assim como no início da internet todas as empresas rapidamente perceberam que precisariam ter um site para não deixar que apenas seus concorrentes aparecessem nas buscas da WEB, algumas empresas já perceberam que precisarão ter suas próprias Ais para não ficarem para trás neste novo cenário competitivo que está se delineando.</p>



<p>Perguntei para a Inteligência Artificial quais os principais benefícios que ela poderia trazer para as empresas do setor de embalagem e esta foi a resposta que obtive:</p>



<p>As inteligências artificiais (IA) especializadas podem trazer vários benefícios para as empresas do setor de embalagem, incluindo:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Melhoria na eficiência: </strong>A IA pode automatizar tarefas rotineiras e repetitivas, como a análise de dados e a gestão de estoque, liberando recursos para tarefas mais estratégicas e valorizadas.</li>



<li><strong>Aumento da precisão: </strong>A IA pode ajudar a reduzir erros e imprecisões em processos de embalagem, como a contagem de produtos e a aplicação de rótulos, garantindo que os produtos sejam embalados corretamente e de forma segura.</li>



<li><strong>Melhoria na capacidade de resposta: </strong>A IA pode ajudar as empresas a reagir rapidamente a mudanças no mercado, alterações nas demandas de produtos e alterações nos padrões de embalagem.</li>



<li><strong>Análise de dados: </strong>A IA pode analisar grandes volumes de dados sobre a produção, estoque e entrega de produtos, fornecendo insights valiosos para melhorar a eficiência e reduzir custos.</li>



<li><strong>Desenvolvimento de novos produtos e serviços: </strong>A IA pode ajudar as empresas a desenvolver novos produtos e serviços de embalagem, como embalagens personalizadas e embalagens sustentáveis.</li>



<li><strong>Melhoria na segurança: </strong>A IA pode ajudar a identificar e prevenir riscos de segurança, como a contaminação de produtos e a perda de dados.</li>



<li><strong>Redução de custos: </strong>A IA pode ajudar a reduzir custos de produção, armazenamento e entrega de produtos, bem como custos de manutenção e reparo de equipamentos.</li>



<li><strong>Melhoria na experiência do cliente: </strong>A IA pode ajudar as empresas a melhorar a experiência do cliente, fornecendo informações precisas sobre a disponibilidade de produtos e a entrega.</li>



<li><strong>Desenvolvimento de parcerias: </strong>A IA pode ajudar as empresas a estabelecer parcerias mais eficazes com fornecedores e parceiros, melhorando a colaboração e a comunicação.</li>



<li><strong>Inovação e competitividade: </strong>A IA pode ajudar as empresas a se manter competitivas no mercado, desenvolvendo soluções inovadoras e personalizadas para atender às necessidades dos clientes.</li>
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<p>Em resumo, a inteligência artificial especializada pode trazer benefícios significativos para as empresas do setor de embalagem, melhorando a eficiência, a precisão, a capacidade de resposta e a inovação, entre outros. Portanto, restaevidenteque as empresas dever esta muito atentas a este tema em 2025.</p>



<p>Outro assunto que está dominando a pauta e que não pode ser negligenciado é a questão ambiental. Nosestudos que venhorealizando nas tesesde mestrado e doutorado publicadas pelas universidades do Brasile do munto, quando se busca por embalagemou “packaging” fica fácil perber que a sustentabilidade e a circularidade se destacam entre os temas abordados.</p>



<p>Nesse tema, uma atenção mais acuradaprecisa ser colcada no que chamo de “Sustentabilidade Positiva” onde a indústriade embalagem em sua comunicação precisa sair da defensiva e deixar de pedir desculpa por existir mas integrar ao seu discurso sobre sustentabilidade a função social da embalagem e sua contribuição para avida das pessoas, só assim ela será perbida cada vez mais comoalgo útil e indispensável à vida humana e menos como uma inimiga do meioambiente que precisa ser combatida com legislações cada vez mais punitivas.</p>



<p>Outro ponto de atenção que deve ser acompanhado em 2025 é a necessidade de uma mudança do mind set dosetor do entendimento da embalagem principalmente como cuto e passar a percebe-lacada vez maiscomo um aferramenta estratégica de competitividade que precisaser utilizada deforma intensiva pelo marketing das empresas, afinal, no novo cenário altamente competitivo em que estamos vivendo, aembalagem nnao pode mais ser usada apenas paracarregar o produto mas sim ser utilzada para agregar valorao negócio da empresa, funcioando como ferramenta de marketing, veículo de comunicação e instrumento para conectar o consumidor cada vez maiscom a marca e os produtos.</p>



<p>Tudo isso sem falar do e-commerce onde a embalagem precisa trabalhar para diferenciar o produto deseus concorrente entreguesem embalagem de trasporte que o iguala a seus concorrentes, precisa promover um final feliz para a compra, uma boa experiência de desembalagem e principalmente, a embalagem do e-commerce precisa iniar um novo processo de compra, ou seja, uma nova venda.</p>



<p>Estamos no limiar de uma nova etapa, semelhante ao período em que a internet dominou o ambientede negócios e precisamos estar atentos para não ser surprendidos por falta deatenção aos pontos críticos por onde nosso setor vai avançar num grande passo em direção ao futoro próximo cujo horizonte começa a ser possível vislumbrar.</p>
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