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	<title>Setembro &#8211; Embanews</title>
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	<description>Conectando fabricantes e usuários do setor de embalagens</description>
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	<title>Setembro &#8211; Embanews</title>
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	<item>
		<title>CADEIA DE SUPRIMENTOS E O IMPACTO DOS DADOS QUE TRANSFORMA A INDÚSTRIA</title>
		<link>https://embanews.com.br/cadeia-de-suprimentos-e-o-impacto-dos-dados-que-transforma-a-industria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Carlos de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 19:24:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[ED426]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro]]></category>
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					<description><![CDATA[O momento é desafiador para a indústria brasileira. Ao mesmo tempo em que exige resiliência]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O momento é desafiador para a indústria brasileira. Ao mesmo tempo em que exige resiliência e investimentos está cheio de oportunidades. Com mercados cada vez mais complexos, economia instável e consumidores mais exigentes, operar com eficiência deixou de ser apenas uma vantagem competitiva. Hoje, é questão de sobrevivência. Nesse novo cenário, a transformação digital das cadeias de suprimentos ganha destaque, com os dados assumindo o papel de ativo estratégico das empresas.</p>



<p>Historicamente, as cadeias produtivas no Brasil enfrentaram obstáculos conhecidos: impostos altos, problemas na infraestrutura, burocracia e processos pouco eficientes. Mas esse cenário vem mudando. Com o avanço de tecnologias como inteligência artificial, machine learning e internet das coisas, começa a surgir uma nova forma de operar — mais inteligente, conectada e, principalmente, em tempo real. Agora é necessário que os sistemas atuem de forma mais inteligente, conectada e orientada por dados, sem seguir um modelo linear, manual e reativo. A lógica atual é de operação contínua, preditiva e colaborativa.</p>



<p>Agora, os dados circulam instantaneamente e ajudam as empresas a tomarem decisões mais rápidas e precisas. Isso permite, por exemplo, prever falhas, otimizar estoques, reorganizar rotas logísticas e ajustar a produção conforme a demanda muda, tornando a operação mais eficiente.</p>



<p>A chamada Indústria 4.0 já é realidade. Fábricas estão cada vez mais equipadas com sensores, sistemas integrados e plataformas de análise de dados. No setor automotivo, grandes montadoras já conectam fornecedores e distribuidores em redes digitais com total visibilidade da cadeia. Na indústria de alimentos e bebidas, o uso de dados em tempo real ajuda a evitar perdas, reduzir desperdícios e garantir a rastreabilidade, uma demanda cada vez maior de consumidores e órgãos reguladores.</p>



<p>Mas para que tudo isso funcione de verdade, é preciso integração. Os dados só geram valor quando são compartilhados com segurança e de forma padronizada entre todos os envolvidos: empresas, fornecedores, operadores logísticos e canais de venda. Isso exige investimento em interoperabilidade, governança da informação e, acima de tudo, confiança entre os parceiros da cadeia.</p>



<p>O Brasil tem uma oportunidade real de fortalecer sua posição no cenário global. Contamos com talentos, capacidade produtiva e um mercado interno robusto. Mas, para competir em um mundo cada vez mais orientado por dados, é preciso acelerar a digitalização, investir em infraestrutura tecnológica e criar políticas que incentivem essa transformação. O futuro da indústria brasileira depende de inteligência em tempo real e esse futuro já começou.</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>TRADIÇÃO, CULTURA E HISTÓRIA NAS EMBALAGENS DO VIETNÃ</title>
		<link>https://embanews.com.br/tradicao-cultura-e-historia-nas-embalagens-do-vietna/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Assunta Napolitano Camilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 19:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2026]]></category>
		<category><![CDATA[ED426]]></category>
		<category><![CDATA[Fronteiras]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro]]></category>
		<category><![CDATA[2025]]></category>
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					<description><![CDATA[A gastronomia e as bebidas do Vietnã se destacam por seus sabores e aromas únicos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="700" height="273" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/6_ED426-Fronteiras_img1.jpg" alt="Foto de produtos do Vietnã" class="wp-image-3619" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/6_ED426-Fronteiras_img1.jpg 700w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/6_ED426-Fronteiras_img1-300x117.jpg 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<p>A gastronomia e as bebidas do Vietnã se destacam por seus sabores e aromas únicos na Ásia e no mundo. Temperos e molhos são valorizados pelos vietnamitas, assim como as pimentas. O molho de peixe mais tradicional na Ásia tem origem no Vietnã. Seu nome, Nuoc Mam Tin (que significa molho de peixe de lata), surgiu há cerca de 300 anos, quando os pescadores de Phan Thiet armazenavam o molho de peixe de primeira prensagem — conhecido como Nuoc Mam Rin — em potes especiais de barro chamados Tin.</p>



<p>O sabor único do Nuoc Mam Rin vem da alta concentração de proteína do peixe, que começa com uma leve salinidade e é seguido por um adocicado natural do próprio peixe. É esse molho nobre que dá origem ao Nuoc Mam Tin. A receita tradicional foi resgatada e hoje está preservada no Museu do Molho de Peixe de Lang Chai Xua. A produção segue os mesmos princípios de séculos atrás, utilizando apenas ingredientes naturais, anchovas pretas frescas e sal puro, e um processo artesanal, livre de conservantes. Embora o nome ainda traga a palavra “Tin” (lata), atualmente o molho é comercializado em garrafas de vidro, com tampas práticas abre e fecha. O rótulo em papel kraft mantém o design original, com seus elementos gráficos na tradicional cor vermelha.</p>



<p>Na culinária, os temperos em frascos plásticos oferecem uma solução prática para quando não há disponibilidade dos ingredientes frescos. Entre os pratos prontos, destaca- se o Chao Nam Dong Cô, um creme de cogumelos tipo shitake que ganha um sabor especial graças à combinação cuidadosa dos temperos. A Cauire oferece uma ampla linha de molhos, com destaque para o molho de soja apimentado, muito apreciado para acompanhar pratos fritos, uma preferência bastante comum na região.</p>



<p>A tradição também se manifesta nas sobremesas. O bolo de feijão, por exemplo, representa a harmonia entre tradição e modernidade. Seu sabor combina o doce suave do feijão verde-amarelo com a leveza do chá verde, proporcionando uma experiência gastronômica sofisticada e, ao mesmo tempo, familiar. Para ocasiões especiais, como casamentos, esse bolo é embalado em uma caixa dourada no formato de uma moeda antiga, símbolo de prosperidade e bons desejos.</p>



<p>O chá tipo Oolong se tornou muito popular no Vietnã, por seu aroma adocicado e sabor suave, com menos amargor que os tradicionais chás verdes. Trata-se de uma bebida altamente valorizada e apreciada no país. Sua embalagem, em papelcartão com formato octogonal, traz uma mandala que resgata a história ancestral, contada por meio dos detalhes desses desenhos. As cores dourado e vermelho reforçam a excelência deste chá, produzido a partir de folhas cuidadosamente selecionadas e secadas sob o sol do Vietnã.</p>



<p>A Destilaria MAM tem como propósito levar ao mundo a essência da história e da cultura do Vietnã por meio de uma coleção de licores feitos com frutas e flores típicas do país. Cada garrafa carrega o sabor autêntico e a alma vietnamita. Moc Chau, famosa em toda a região pelos diversos tipos de damascos, como os amarelos e os brancos, inspira um dos sabores mais especiais. Como a colheita acontece em um curto período, de março a abril, transformar os damascos em licores e doces é uma forma de preservar esse sabor único o ano todo. Com orgulho, o nome MAM VIETNAM é estampado no ombro da garrafa, enquanto o fundo traz o selo da marca, que também pode ser utilizado como um carimbo, reforçando a autenticidade e a identidade da destilaria.</p>



<p>Embalagens mundo afora melhores, mundo melhor.</p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL E CUMPRIMENTO DE FUNÇÃO DAS EMBALAGENS PLÁSTICAS FLEXÍVEIS</title>
		<link>https://embanews.com.br/sustentabilidade-ambiental-e-cumprimento-de-funcao-das-embalagens-plasticas-flexiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Henrique Moraes,&nbsp;Clarice Fedosse Zornio&nbsp;and&nbsp;Amanda Alves Domingos Maia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 19:12:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[ED426]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagens Flexíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagens Flexiveis]]></category>
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					<description><![CDATA[As embalagens plásticas flexíveis desempenham papel fundamental na conservação, proteção e transporte de alimentos, produtos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As embalagens plásticas flexíveis desempenham papel fundamental na conservação, proteção e transporte de alimentos, produtos de higiene e bens de consumo em geral. Seu desenvolvimento vem sendo cada vez mais orientado por diretrizes de sustentabilidade, impulsionadas por legislações, metas corporativas e expectativas do consumidor.</p>



<p>Nesse contexto, algumas tendências ganham destaque, como a simplificação e a compatibilização de estruturas como soluções de design para a reciclagem (D4R) e a incorporação de resina reciclada pós-consumo (PCR), sem deixar de lado a performance das embalagens. Esses e outros temas foram discutidos na 13ª Conferência Internacional de Embalagens Flexíveis Tappi/Cetea 2025, que aconteceu no Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital) de 23 a 25 de setembro no formato híbrido.</p>



<p>A simplificação de estrutura está relacionada à redução da complexidade das embalagens multicamadas e à busca por soluções monomateriais. Tradicionalmente, os plásticos flexíveis são formados pela combinação de diferentes polímeros que proporcionam propriedades como barreira a gases, resistência mecânica e brilho. No entanto, essa diversidade de materiais dificulta a reciclagem, já que a separação de cada polímero é tecnicamente desafiadora e pouco viável em escala industrial.</p>



<p>Associado a isso, a impressão presente pode gerar contaminação no material reciclado e até mesmo comprometer as suas propriedades mecânicas, limitando a aplicação do reciclado. A remoção das camadas de impressão é tecnicamente desafiadora e demanda processos adicionais, muitas vezes economicamente inviáveis em escala industrial.</p>



<p>Algumas soluções comerciais para esses entraves, as quais contribuem para melhorar a circularidade dos materiais plásticos e reduzir os seus impactos ambientais, foram discutidas por especialistas de grandes empresas ligadas ao setor como ExxonMobil, Toyo Ink Brasil, Antilhas, Braskem e Allianza, na Conferência Tappi/Cetea deste ano.</p>



<p>No âmbito da compatibilização de estruturas para a reciclagem, destacam-se os desenvolvimentos de filmes plásticos que combinam grades específicos de polietileno e poliamida projetados para apresentar maior compatibilidade frente aos processos de reciclagem mecânica. Historicamente, a associação entre esses dois polímeros gera limitações significativas nesse processo, pois suas diferenças de polaridade e estrutura química resultam em baixa miscibilidade, comprometendo a qualidade do material reciclado.</p>



<p>Avanços na formulação de grades compatíveis têm permitido melhorar a adesão interfacial e reduzir a separação de fases, garantindo melhores propriedades mecânicas e estabilidade do reciclado. Essa abordagem, explorada na conferência pela UBE, amplia a reciclabilidade de estruturas multicamadas que necessitam da alta barreira a gases fornecida pela poliamida e da processabilidade e versatilidade do polietileno, tornando tais filmes mais alinhados às diretrizes de circularidade e metas de sustentabilidade do setor, temas também abordados pela Yattó.</p>



<p>Outro caminho em expansão é a incorporação de PCR nas embalagens plásticas flexíveis, tema discutido pela Plastiweber. A utilização de resina pós-consumo reciclada em embalagens flexíveis representa um avanço significativo na economia circular, pois promove a reinserção de materiais no ciclo produtivo. Essa prática reduz a dependência de resinas virgens, diminui a pegada de carbono associada à produção e atende a compromissos de sustentabilidade assumidos por diversas empresas.</p>



<p>Como desafios técnicos e regulatórios ainda existem, principalmente relacionados à qualidade, à pureza do PCR e à segurança ao consumidor, avanços em tecnologias de reciclagem química vêm ampliando as possibilidades de aplicação do PCR em contato direto com alimentos para outras resinas além do poli(tereftalato de etileno), cuja reciclagem mecânica é permitida para contato com alimentos pela RDC n° 20 de 26 de março de 2008.</p>



<p>A tendência de sustentabilidade tem direcionado muitos dos desenvolvimentos de novas embalagens, com soluções sendo apresentadas na Tappi/Cetea 2025 pela Universidade Tecnológica Nacional (UTN), da Argentina, e pelas empresas Ecopopoli, Nanox, Avient e Avery Dennison. Contudo, há necessidade de comprovação da efetividade dos ganhos ambientais propostos, conforme foi discutido por empresas como GAIA BioMaterials e Basf, e assegurada a qualidade das novas estruturas e formulações, objeto de discussão apresentado pela Thermo Fischer.</p>



<p>O fato é: os desenvolvimentos de embalagens plásticas flexíveis orientados por aspectos de sustentabilidade não podem deixar de lado o atendimento a requisitos de proteção dos produtos ou de etapas do processamento de alimentos envasados. Quando a embalagem falha em cumprir sua função, há não só o desperdício do material da embalagem, mas também dos recursos naturais usados para a obtenção do produto acondicionado, resultando em impactos ambientais significativamente maiores. Com foco nessa perspectiva de performance de materiais de embalagem, valeu a pena acompanhar na conferência o que dizeram especialistas da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e das empresas Milliken, Nova Chemicals, Dow, Embaquim, Cepalgo e Oben.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="600" height="217" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/5_ED413-Pesquisa_img1.jpg" alt="imagem do instituto de tecnologia de alimentos e do governo do estado de são paulo" class="wp-image-1334" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/5_ED413-Pesquisa_img1.jpg 600w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/5_ED413-Pesquisa_img1-300x109.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="400" height="400" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/5_ED426-Pesquisa_img1.jpg" alt="QR Code com a programação da 13ª Conferência Internacional de Embalagens Flexíveis Tappi/Cetea 2025" class="wp-image-3618" style="width:216px;height:auto" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/5_ED426-Pesquisa_img1.jpg 400w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/5_ED426-Pesquisa_img1-300x300.jpg 300w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/5_ED426-Pesquisa_img1-150x150.jpg 150w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/5_ED426-Pesquisa_img1-70x70.jpg 70w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></figure>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TECNOLOGIA E EMBALAGENS METÁLICAS: EFICIÊNCIA E INOVAÇÃO A SERVIÇO DO SETOR DE TINTAS</title>
		<link>https://embanews.com.br/tecnologia-e-embalagens-metalicas-eficiencia-e-inovacao-a-servico-do-setor-de-tintas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Amanda Hernandes Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 19:07:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[ED426]]></category>
		<category><![CDATA[Latas de Aço]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Selecionado pelo Editor]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado de tintas passou por transformações profundas nos últimos anos. Muito tem se falado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O mercado de tintas passou por transformações profundas nos últimos anos. Muito tem se falado sobre novas formulações, tintas à base de água e atributos sustentáveis. Mas há uma engrenagem crucial para que tudo isso funcione de forma realmente competitiva nesse setor: a embalagem.</p>



<p>É que as embalagens metálicas deixaram de ser apenas um invólucro para proteger o conteúdo armazenado em seu interior. Elas se tornaram verdadeiros ativos estratégicos, incorporando tecnologia de ponta, rastreabilidade, processos inteligentes de produção e outras inovações que reduzem custo e impacto ambiental. E isso muda completamente o jogo para fabricantes, distribuidores e varejistas do setor de tintas.</p>



<p>Segundo a Associação Brasileira da Embalagem (ABRE), o Valor Bruto da Produção do setor de Embalagens chegou a R$ 165,9 bilhões em 2024, um crescimento de 14,89% em relação ao ano anterior. É um dado que revela muito mais do que volume: mostra como esse setor tem se desenvolvido, especialmente no que diz respeito à adoção de tecnologias que agregam valor ao produto final.</p>



<h3 class="wp-block-heading">IMPRESSÃO DIGITAL: A RESPOSTA À AGILIDADE QUE O MERCADO EXIGE</h3>



<p>Um exemplo claro desse avanço é a impressão digital permitindo personalizações rápidas, tiragens menores com alta qualidade e redução de perdas. Em um cenário onde o tempo de lançamento de novos produtos é cada vez mais curto, essa tecnologia permite que fabricantes de tintas adaptem suas embalagens com agilidade, mantendo padrões visuais profissionais e competitivos.</p>



<p>Essa abordagem favorece a diversificação de portfólio, além de abrir espaço para ações promocionais, edições especiais e até personalizações regionais — algo impensável em linhas tradicionais de impressão.</p>



<h3 class="wp-block-heading">RASTREABILIDADE E AMPLIAÇÃO DOS DADOS: EMBALAGENS INTELIGENTES GANHAM ESPAÇO</h3>



<p>Outro salto relevante são as chamadas embalagens inteligentes. Trata-se de latas que trazem QR codes únicos, sistemas de rastreamento logístico, recursos de geolocalização e até interações digitais em realidade aumentada. Com essa tecnologia é possível conhecer mais o consumidor final, entender o comportamento de compra no varejo, entre outras ações que agregam valor aos departamentos de marketing e compras das empresas.</p>



<p>Além disso, também é possível incorporar tintas UV invisíveis, que revelam números de série e marcas d’água sob luz especial; uma solução que pode ser utilizada para criar layouts especiais, edições limitadas e até garantir a autenticidade e integridade do conteúdo, mitigando falsificações e facilitando a rastreabilidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">SUSTENTABILIDADE OPERACIONAL: MENOS ENERGIA, MAIS EFICIÊNCIA</h3>



<p>Do ponto de vista industrial, o avanço mais impactante tem sido na eliminação de fornos térmicos nos processos de revestimento metálico. Em vez de aplicar camadas que exigem altas temperaturas para cura (processo de secagem e fixação do revestimento), novas soluções eco amigáveis utilizam tecnologia de plasma e cura UV imediata, que não só economizam energia como também reduzem drasticamente as emissões de Compostos Orgânicos Voláteis (VOCs).</p>



<p>Para o fabricante de tintas, isso se traduz em parcerias com fornecedores mais eficientes, com menor pegada de carbono e maior compliance ambiental — o que, por sua vez, valoriza o produto final no ponto de venda e perante órgãos reguladores.</p>



<h3 class="wp-block-heading">CONVERGÊNCIA ENTRE TECNOLOGIA E LOGÍSTICA</h3>



<p>Por fim, é importante destacar que essas inovações afetam toda a cadeia logística, da fábrica ao cliente final. Embalagens mais leves, resistentes e inteligentes significam melhor empilhamento, menor taxa de avarias, transporte mais eficiente e rastreamento desde a origem até o consumidor.</p>



<p>Essa nova geração de embalagens, que une tecnologia de produção, controle de qualidade, segurança digital e compromisso ambiental, redefine o papel do fornecedor no trade de tintas: não se trata mais apenas de entregar latas, mas entregar valor agregado e vantagem competitiva.</p>



<p>Em suma, a transformação das embalagens metálicas não é apenas uma evolução estética ou funcional — ela representa um salto estratégico para o trade de tintas, que hoje exige mais agilidade e sustentabilidade.</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>AVERY DENNISON LANÇA NO BRASIL A PRIMEIRA ETIQUETA TÉRMICA DIRETA, COM CONTEÚDO RECICLADO DE RESÍDUO PÓS-INDUSTRIAL</title>
		<link>https://embanews.com.br/avery-dennison-lanca-no-brasil-a-primeira-etiqueta-termica-direta-com-conteudo-reciclado-de-residuo-pos-industrial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação EMBANEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 18:59:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[ED426]]></category>
		<category><![CDATA[Impressão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro]]></category>
		<category><![CDATA[Tintas de Embalagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o objetivo de reduzir a quantidade de resíduos e aumentar a circularidade na indústria]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="394" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/3_ED426-Etiquetas-Avery-Dennison_img1.jpg" alt="Foto da planta da Avery Dennison" class="wp-image-3617" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/3_ED426-Etiquetas-Avery-Dennison_img1.jpg 700w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/3_ED426-Etiquetas-Avery-Dennison_img1-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<p>Com o objetivo de reduzir a quantidade de resíduos e aumentar a circularidade na indústria de embalagens, a Avery Dennison, player global em ciência de materiais e soluções de identificação digital, apresenta uma novidade em seu portfólio de produtos sustentáveis. De forma pioneira no Brasil, a companhia lança o Fasson® Térmico Dry 10% PIR, a primeira etiqueta térmica direta, composta com 10% de conteúdo reciclado de resíduo pós-industrial.</p>



<p>A solução, desenvolvida pela companhia em parceria com a Oji Papéis Especiais – fornecedora de papéis térmicos – e a Polpel, especialista em reciclagem de liners, é fruto do programa AD Circular, uma iniciativa lançada e gerida pela própria Avery Dennison, voltada à reciclagem e transformação dos resíduos gerados na conversão e aplicação de suas soluções autoadesivas.</p>



<p>De acordo com Renato Rafael, gerente de produtos da Avery Dennison na América Latina, o novo Fasson® Térmico Dry 10% PIR atende especialmente aos segmentos que fazem uso de etiquetas térmicas diretas para precificação, impressão de código de barras e eficiência operacional &#8211; a exemplo dos supermercados, empresas e departamentos de logística e e-commerce.</p>



<p>“Juntos, somente esses setores movimentam mais de R$ 2 trilhões por ano, o que demonstra o potencial de consumo brasileiro, tanto de alimentos quanto de outros produtos, principalmente os bens de consumo. Portanto, pensando no reflexo dessas operações, precisamos agir colaborativamente para que as empresas adequem os seus processos com um menor impacto ambiental, ainda mantendo a alta eficiência e praticidade. Esta nova solução vem como uma opção que pode atender esta demanda do mercado”, explica o executivo.</p>



<p>Produzido sem uso de Bisfenol A (BPA-Free), o novo frontal Fasson® Térmico Dry 10% PIR se apresenta como a opção ideal ao priorizar a reutilização de materiais e, ao mesmo tempo, impulsionar a economia circular, devido à sua composição com fibras de papel reciclado, coletados durante o processo de conversão de rótulos e etiquetas das empresas participantes da iniciativa de economia circular da Avery Dennison, o AD Circular.</p>



<p>Oferecido em conjunto com um liner apto para reciclagem, também por meio do AD Circular, o Fasson® Térmico Dry 10% PIR, chancelado pela FSC®, pode ser combinado com os adesivos S2045N ou C2075, ambos certificados pelas instituições PTS (Papiertechnische Stiftung, ou Foundation for Paper Technology) – que garante que o produto é apto para a reciclagem de papel e papelão, podendo a etiqueta permanecer nessas embalagens sem afetar esse processo específico de reciclagem &#8211; e Biopreferred, um programa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, que valida o uso de conteúdo de base biológica no desenvolvimento do produto.</p>



<p><a href="https://label.averydennison.com/sa/br/home.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://label.averydennison.com/sa/br/home.html</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>LINDOYA VERÃO LANÇA EMBALAGENS TERMOENCOLHÍVEIS (SHRINKS) ESTRATÉGICAS PARA O PONTO DE VENDA</title>
		<link>https://embanews.com.br/lindoya-verao-lanca-embalagens-termoencolhiveis-shrinks-estrategicas-para-o-ponto-de-venda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação EMBANEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 18:54:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[ED426]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro]]></category>
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					<description><![CDATA[A Lindoya Verão, referência em tradição, inovação e sustentabilidade, anuncia o lançamento de duas embalagens]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="444" height="600" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/2_ED426-Bebidas-Agua-Minaral_img1.jpg" alt="Garafas da Lindoya Verão" class="wp-image-3616" style="width:266px;height:auto" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/2_ED426-Bebidas-Agua-Minaral_img1.jpg 444w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/2_ED426-Bebidas-Agua-Minaral_img1-222x300.jpg 222w" sizes="auto, (max-width: 444px) 100vw, 444px" /></figure>



<p>A Lindoya Verão, referência em tradição, inovação e sustentabilidade, anuncia o lançamento de duas embalagens termoencolhíveis (shrinks), na cor branco leitoso. A inovação reforça a comunicação da origem premium da água, trazendo a imagem da Serra da Mantiqueira e, assim, reforçando sua estratégia de exposição no ponto de venda.</p>



<p>As embalagens termoencolhíveis são 100% recicláveis produzidas em um filme plástico especial (geralmente de PVC, PET ou PE), que permitem impressão em toda a superfície, diferente de rótulos comuns. Depois de passar por um túnel de calor (ar quente ou vapor), o material encolhe e se ajusta perfeitamente ao formato da embalagem.</p>



<p>“Esse tipo de acabamento permite uma impressão de alta qualidade em 360 graus, valorizando a comunicação visual da marca. Além disso, protegem o produto e transmitem a ideia de sofisticação”, destaca Marcos Angeli, diretor geral da empresa.</p>



<p>“A escolha do branco como cor predominante traz leveza à comunicação, diferenciando-o do tradicional shrink transparente. A inovação une facilidade de exposição em ilhas, gôndolas ou outros pontos de venda e a possibilidade de transmitir mensagens visuais atraentes para o consumidor”, diz o diretor.</p>



<p>Os novos shrinks estão disponíveis para os produtos de 1,5 litro natural e 1,25 litro com gás, mantendo as mesmas características de reciclabilidade e composição do material transparente. As embalagens continuam sendo desenvolvidas em parceria com a Valgroup, empresa brasileira voltada para a produção, transformação e reciclagem de plástico. Não há alterações na resistência mecânica, eficiência logística ou sustentabilidade do material.</p>



<p>De acordo com Angeli, o shrink 1,5 litro natural foi desenvolvido pensando na ergonomia do consumidor, com a inclusão de alça no pacote. Já o shrink 1,25 litro com gás destaca o produto de forma atraente e funcional, garantindo identificação ainda mais fácil no varejo.</p>



<p>As novas embalagens já estão disponíveis nos pontos de vendas.</p>



<p><a href="https://lindoyaverao.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://lindoyaverao.com.br</a></p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>DANONE LANÇA EMBALAGEM MAIS LEVE, INSPIRADA NA NATUREZA E COM MENOR IMPACTO AMBIENTAL</title>
		<link>https://embanews.com.br/danone-lanca-embalagem-mais-leve-inspirada-na-natureza-e-com-menor-impacto-ambiental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação EMBANEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 18:46:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[ED426]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://embanews.com.br/?p=3613</guid>

					<description><![CDATA[A Danone Brasil, player global de produtos lácteos e de nutrição especializada, acaba de dar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="404" src="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/1_ED426-Sustentabilidade_img1.jpg" alt="Produtos Danone" class="wp-image-3615" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/1_ED426-Sustentabilidade_img1.jpg 700w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2025/10/1_ED426-Sustentabilidade_img1-300x173.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<p>A Danone Brasil, player global de produtos lácteos e de nutrição especializada, acaba de dar mais um passo decisivo rumo a um futuro mais sustentável. A companhia anuncia o lançamento da nova embalagem de 100 g para seus produtos lácteos — como Activia, Danoninho e Actimel — que combina alta performance técnica com design inspirado na natureza e na redução significativa da geração de resíduos no fim de vida do produto.</p>



<p>Resultado de um projeto colaborativo que contou com o apoio do Cazoolo – Lab de design de embalagens circulares da Braskem –, da Amazu e da Graham Packaging, para o desenvolvimento da nova embalagem que está alinhado a visão de longo prazo da Danone de aliar inovação à sustentabilidade. O projeto foi inspirado em padrões de design da natureza, onde foram avaliados designs como as formações dos corais, a carapaça dos tatus e as trombas dos elefantes. O objetivo foi alcançar um modelo inovador com padrão de textura hexagonal (semelhante ao das colmeias das abelhas) que garantisse maior estruturação do frasco e otimizasse os processos de envaze, distribuição e transporte.</p>



<p>“Estamos orgulhosos de entregar ao mercado uma solução que reforça o nosso compromisso de ser uma empresa cada vez mais sustentável e inovadora. Essa nova embalagem traduz a nossa estratégia de otimizar o uso de plástico e, ao mesmo tempo, melhorar a performance ambiental dos nossos produtos. Desde 2015, já reduzimos globalmente em 38% nossas emissões de carbono, e essa inovação é mais um marco importante nesse caminho”, afirma Gustavo Alvarez, Diretor de R&amp;I da Danone Brasil.</p>



<p>A nova embalagem possui um design biomimético e é 8% mais leve do que a anterior, sem comprometer sua integridade ou funcionalidade e conseguindo uma redução no impacto ambiental, conforme a Avaliação de Ciclo de Vida realizada. “Desenvolvemos o projeto em parceria, de forma extremamente colaborativa, buscando referências na natureza para solucionar os desafios. Com isso, chegamos a um design inovador que atendeu a todos requisitos planejados, complementa Mathew Joseph, diretor geral da Graham Packaging.</p>



<h3 class="wp-block-heading">MUITO FOCO E ESTUDO SOBRE CIRCULARIDADE</h3>



<p>O desenvolvimento do projeto foi um trabalho de intensa colaboração entre especialistas da Danone, as equipes da Graham Packaging, a consultoria Amazu Biomimicry e a equipe do Cazoolo. Em um sprint que durou 5 dias e teve como objetivo reunir os times para redesenhar a embalagem com foco na economia circular através da biomimética, ciência que se inspira nas soluções encontradas na natureza ao longo de bilhões de anos de evolução. Além disso, foi utilizada a metodologia de Design for Environment (DfE) que usa a Avaliação de Ciclo de Vida (ACV) para mapear o impacto ambiental da embalagem durante toda a etapa do desenvolvimento.</p>



<p>“Durante as etapas de criação, foram propostas dinâmicas que aceleraram o processo de inovação e fizeram com que chegássemos a uma solução que endereçasse o desafio da marca, com ganhos econômicos e ambientais ao projeto, de forma rápida e assertiva, reduzindo os riscos, já que unimos todos os elos da cadeia para trabalharmos juntos em prol de um objetivo comum. Estamos muito orgulhosos desta que é mais uma embalagem, idealizada no Cazoolo, que chega ao mercado”, afirma Yuri Tomina, head do Cazoolo. Além disso, o processo de criação contou com impressoras 3Ds para o desenvolvimento de protótipos de alta fidelidade, o que foi fundamental na validação das rotas criativas, acelerando etapas e mantendo os altos padrões de qualidade e segurança. O resultado foi uma embalagem que não apenas responde às exigências técnicas, mas também comunica ao consumidor o compromisso da Danone com o planeta.</p>



<p>Giane Brocco, CEO da Amazu Biomimicry, comenta: “Na Amazu, acreditamos que a natureza é a maior designer de soluções eficientes e sustentáveis. Por isso, unimos forças com a Danone, Cazoolo e Graham Packaging, aplicando o método Bio Sprint para trazer as diretrizes da biomimética na criação de embalagens mais sustentáveis. Inspirados na engenharia extraordinária da natureza e em seus organismos, desenvolvemos soluções inovadoras, equilibrando alto desempenho, inovação, menor impacto ambiental e regeneração”.</p>



<p>Essa iniciativa reforça o compromisso da Danone em reduzir pela metade o uso de embalagens virgens de origem fóssil até 2040, com redução de 30% até 2030. A companhia, que foi a primeira grande empresa de bebidas e alimentos no Brasil a obter a certificação B Corp para todas as suas marcas, segue sua jornada rumo à certificação global até 2025, alinhada à nossa visão One Planet. One Health, que reconhece a interdependência entre a saúde das pessoas e do planeta.</p>



<p>Ao priorizar soluções baseadas na natureza, a Danone não apenas entrega produtos de qualidade, mas também contribui de forma concreta para a transição para uma economia circular e de baixo carbono — um movimento que deve inspirar todo o setor. “A nova embalagem de 100g traduz nossa ambição de unir inovação e sustentabilidade em cada etapa da cadeia de valor. Com design inspirado na natureza e redução significativa do peso da embalagem, reforçamos o compromisso da Danone com soluções que geram impacto positivo — do campo à mesa. Assim como fazemos com a Jornada Flora, promovendo práticas regenerativas e descarbonização na cadeia leiteira, buscamos também inovar em embalagens que respeitem o planeta e atendam às expectativas de um consumidor cada vez mais consciente”, afirma Mário Rezende, Vice-presidente de Operações e Sustentabilidade da Danone Brasil.</p>



<p><a href="https://www.danone.com/br/pt.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://www.danone.com/br/pt.html</a><br><a href="https://www.cazoololab.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://www.cazoololab.com.br</a><br><a href="https://www.grahampackaging.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://www.grahampackaging.com</a><br><a href="https://amazu.bio" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://amazu.bio</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O PARADOXO DOS PLÁSTICOS: O LIVRO</title>
		<link>https://embanews.com.br/o-paradoxo-dos-plasticos-o-livro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Cabral]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2024 20:47:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2024]]></category>
		<category><![CDATA[Competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[ED414]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Selecionado pelo Editor]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.embanews.com.br/?p=1762</guid>

					<description><![CDATA[Participei do 3º Fórum de Economia Circular realizado na cidade de Joinville nos dias 14]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Participei do 3º Fórum de Economia Circular realizado na cidade de Joinville nos dias 14 e 15 de agosto de 2024, organizado pela Revista Plastisul, Sindiplas/RS, Rede pela Circularidade do Plástico e Conceitual Brasil – Jornalismo Total. Excelentes apresentações e discussões foram a tônica dos dois dias focados no tema.</p>



<p>O ponto a destacar, objeto deste texto, é o livro “O Paradoxo dos Plásticos”, versão impressa distribuída aos participantes, e versão digital disponível em <a href="https://encr.pw/OXbyz" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://encr.pw/OXbyz</a></p>



<p>Escrito por Chris DeArmitt, especialista em plásticos e presidente da norte americana Phantom Plastics, e traduzido por Sibele Piedade Cestari, o livro é um convite à reflexão porque contribui para explicar a importância doa plásticos na vida humana. Ao final de cada capítulo, em tom provocador (no bom sentido) apresenta o que chama de mentira e a verdade correspondente.</p>



<p>O parágrafo a seguir, transcrito do <strong>Prefácio</strong> explica o título do livro:</p>



<p><em>Dizem que os plásticos são nossos heróis e nosso vilões. Esse é o “Paradoxo dos Plásticos”. Como pode eles serem nosso amigo e inimigo ao mesmo tempo? Como saber se devemos estimular ou combater seu uso? Para descobrir a resposta, precisamos mostrar as evidências a você, ao júri, ao público em geral. Somente então poderemos tomar uma decisão baseada em informação.</em></p>



<p>O autor apresenta o significado de sustentável e alicerça todas as afirmativas em estudos de ACV (Avaliação do Ciclo de Vida) realizados em diversos países e disponíveis na literatura técnica. Apresenta excelentes comparações entre sacolas reutilizáveis e descartáveis fabricadas a partir de resinas plásticas e com outros materiais. Na página 50 da edição impressa (46 da eletrônica), uma frase salta aos olhos:</p>



<p>“…embalagens plásticas levam a enormes reduções de emissões de CO2 porque ajudam os alimentos a permanecerem mais frescos por mais tempo.”</p>



<p>O <strong>Lixo</strong> é o tema que se segue, com a abordagem do perfil da composição nos Estados Unidos, destacando o primeiro lugar ocupado pelos celulósicos. No Brasil, dada a existência de catadores ávidos por esses materiais, essa classificação é diferente. Além disso, o País carece de campanhas semelhantes à da “Tampinha Legal” para valorizar outros RSU. O autor recomenda o Design para a Reciclagem, que se baseia em projetar produtos mais duráveis que serão fabricados com plásticos também mais duráveis e traz a figura do item “uso zero” que, adaptada às condições brasileiras, notadamente São Paulo, faz lembrar os folhetos com propaganda entregues em semáforos e descartados quase que imediatamente.</p>



<p>P<strong>oluição – Fontes e Soluções</strong> é o título do Capítulo 3, que reforça a responsabilidade dos seres humanos e sugere seguir exemplos de países europeus que cobram pequenas taxas que são restituídas no momento da devolução das embalagens. Analisa criticamente as “ilhas de plásticos” nos oceanos e traz uma afirmativa que tenho repetido ao longo dos últimos anos: “o lixo não está magicamente indo para as praias e sim jogado propositalmente nos oceanos pelos “humanos”. O autor cita a abordagem multifacetada para mitigar o problema1, composta de quatro ações: prevenção da geração; mitigação, incluindo o Design para a Reciclagem; educação; e efetivas ações governamentais.</p>



<p>Cita a análise realizada por BOUCHER, J. e FRIOT D. (2017)2 sobre a origem dos <strong>microplásticos</strong> e destaca como principal fonte (35%), a lavagem de tecidos sintéticos e os grânulos plásticos com uma porcentagem mínima.</p>



<p>Ao visitar a <strong>degradação de plásticos</strong>, faz uma excelente e didática revisão do tema, exemplifica a ação de estabilizantes e traz informações sobre a não deterioração em aterros sanitários porque não existe oxigênio suficiente para alimentar as principais reações.</p>



<p>Faz uma provocadora abordagem sobre <strong>corrupção, distração e ganância</strong> no Capítulo 6 antes de apresentar suas <strong>Conclusões, Perspectivas e o Caminho a Seguir</strong>.</p>



<p>Concorde-se ou não com os fatos nele expostos, não se pode deixar de compreender que são citações de publicações validadas em avaliação por pares. Uma frase (pág. 176 da edição impressa e pág. 172 na edição eletrônica, soa como música aos meus ouvidos, porque acredito ser desperdício de energia simplesmente dispor esses materiais num aterro sanitário:</p>



<p><em>Se você usa, por exemplo PE e PP, você pode reciclá-los e reutilizá-los muitas vezes e quando finalmente tiver que queimá-los você recuperará toda a energia contida neles.</em></p>



<p>Sugiro a leitura crítica e discussões entre profissionais de embalagem. É a maneira ideal de todos reforçarem (ou não) seus conceitos sobre tema tão intrigante e controverso.</p>



<p>Saiba mais:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>WILLIAMS, A.T., e RANGEL-BUITRAGO, NELSON. Journal of Coastal Research, 35(3) : 648-663 – (2019)</li>



<li>BOUCHER, J. e FRIOT D. (2017). Primary Microplastics in the Oceans: A Global Evaluation of Sources. Gland, Switzerland: IUCN. 43pp.</li>
</ol>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="581" height="780" src="https://www.embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/8_ED413-Competitividade_img1.jpg" alt="anuncio do evento Pack e Graph em Fortaleza" class="wp-image-1310" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/8_ED413-Competitividade_img1.jpg 581w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/8_ED413-Competitividade_img1-223x300.jpg 223w" sizes="auto, (max-width: 581px) 100vw, 581px" /></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="805" src="https://www.embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/9_ED414-competitividade_img1.jpg" alt="anúncio da congraf embalagens" class="wp-image-1734" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/9_ED414-competitividade_img1.jpg 600w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/9_ED414-competitividade_img1-224x300.jpg 224w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>EMBALAGENS: O PODER DE PROTAGONIZAR SUA MARCA</title>
		<link>https://embanews.com.br/1758-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Assunta Napolitano Camilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2024 20:41:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2024]]></category>
		<category><![CDATA[ED414]]></category>
		<category><![CDATA[Fronteiras]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.embanews.com.br/?p=1758</guid>

					<description><![CDATA[Desde 1932, La Belle-Iloise oferece conservas de peixe diretamente de Quiberon, França. No início fabricava]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="264" src="https://www.embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/8_ED414-fronteiras_img1.jpg" alt="foto de produtos La Belle-Iloise" class="wp-image-1732" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/8_ED414-fronteiras_img1.jpg 600w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/8_ED414-fronteiras_img1-300x132.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<p>Desde 1932, La Belle-Iloise oferece conservas de peixe diretamente de Quiberon, França. No início fabricava apenas sardinhas em lata, incluindo duas receitas que hoje se tornaram históricas: a sardinha Saint-Georges em azeite e a sardinha La Belle-Iloise com óleo de amendoim.</p>



<p>O próprio fundador Georges Hilliet criou a decoração de suas primeiras embalagens. Para desenhá-las, ele se inspirou na lenda dourada de São Jorge derrotando o dragão e em um cartão postal que ilustra uma jovem de Belle-Île-en-mer em traje tradicional.</p>



<p>Em 1970, Georges rebatizou seu negócio de “La Belle-Iloise” em homenagem ao nome de sua receita mais vendida: sardinhas em óleo de amendoim.</p>



<p>A marca foi reformulada e nasceu o famoso logotipo com dois peixes entrelaçados!</p>



<p>Para o seu 90º aniversário, a Belle-Iloise obteve o selo independente Marca Responsável, que reconhece o seu compromisso e a sua atuação em prol de uma sociedade mais respeitadora do meio ambiente e das pessoas.</p>



<p>Criou também uma linda caixa de presente recheada de produtos para degustar! A solução encanta quem compra e os presenteados, um agradável convite para descobrir Belle-Iloise e seus bons produtos. A Caixa Lapicque &#8211; História das Sardinhas, uma linda embalagem de aço ilustrada pelo artista Olivier Lapicque que pode acomodar vários produtos de acordo com o desejo do consumidor.</p>



<p>Por mais simples que seja o produto, sempre pode ser valorizado pelo cuidado dado à história, qualidade, marca, embalagem – ainda mais com uma embalagem-presente que alia cultura, história e arte!</p>



<p>Embalagem melhor mundo afora, mundo melhor!</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="805" src="https://www.embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/8_ED414-fronteiras_img2.jpg" alt="anúncio da fibra, conversão de papeis" class="wp-image-1733" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/8_ED414-fronteiras_img2.jpg 600w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/8_ED414-fronteiras_img2-224x300.jpg 224w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="582" height="781" src="https://www.embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/7_ED413-Fronteiras_img2.jpg" alt="quinto congresso brasileiro do plástico. realizado por instituto susten plást." class="wp-image-1325" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/7_ED413-Fronteiras_img2.jpg 582w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/7_ED413-Fronteiras_img2-224x300.jpg 224w" sizes="auto, (max-width: 582px) 100vw, 582px" /></figure>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>35 ANOS DA LATA DE ALUMÍNIO REVOLUCIONANDO O MERCADO DE BEBIDAS NO BRASIL</title>
		<link>https://embanews.com.br/35-anos-da-lata-de-aluminio-revolucionando-o-mercado-de-bebidas-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniela Tomatti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2024 20:39:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2024]]></category>
		<category><![CDATA[ED414]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.embanews.com.br/?p=1756</guid>

					<description><![CDATA[A economia circular é um conceito de desenvolvimento sustentável que vem ganhando cada vez mais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A economia circular é um conceito de desenvolvimento sustentável que vem ganhando cada vez mais espaço no mercado. Neste contexto, se destaca a lata de alumínio para bebidas, uma embalagem que representa a circularidade real e está presente nas diferentes rotinas. Com seus atributos revolucionários, a embalagem de alumínio completa 35 anos no Brasil com uma qualidade singular – 100% das latas produzidas são recicladas, o que garante que a embalagem retorne às prateleiras como nova em até 60 dias. Datas como esta nos dão a chance de refletir sobre como algo tão corriqueiro na rotina dos brasileiros desempenha um papel tão importante na economia e no desenvolvimento sustentável do país. Afinal, somente em 2023, foram consumidas praticamente 32,3 bilhões de latinhas no Brasil, o que representa mais de 150 latas por pessoa ao ano. Portanto, o que está por trás da latinha que envasa sua bebida favorita? Qual o caminho que cada embalagem já percorreu dentro desse universo de circularidade?</p>



<p>O Brasil é o quarto maior produtor de latas de alumínio no mundo e lidera o ranking global em reciclagem. O setor de latas é o único no país que firmou acordo com o Ministério do Meio Ambiente de manter o índice de reciclagem acima dos 95%, e vem registrando resultados acima deste patamar há 15 anos. Isso acontece, também, porque seu material é reconhecido pela capacidade de ser reciclado infinitas vezes sem perder as suas propriedades, o que explica o fato de que 75% de todo alumínio produzido no mundo permanece em circulação. A lata de alumínio não apenas se destaca como embalagem super querida pelo consumidor pela sua praticidade e experiência positiva, mas também representa uma revolução no setor brasileiro de bebidas, trazendo conceitos de sustentabilidade e da circularidade para a palma da mão das pessoas.</p>



<p>A lata de alumínio, que antes era associada principalmente a categorias tradicionais de bebidas, como cervejas, refrigerantes e energéticos, está rapidamente transcendendo essas fronteiras no Brasil. Atualmente, já é comum encontrar uma variedade crescente de bebidas na lata, incluindo vinhos, café, drinks prontos e água. A água, por sua vez, é uma inovação que tem se destacado por ser uma solução sustentável para o consumo deste líquido com e sem gás, transformando a experiência de consumo e permitindo uma escolha mais consciente ao consumidor. Lançada na lata de alumínio em 2020, ela teve um crescimento notável, com uma expansão média de 110% ao ano, estimada pela área de inteligência de dados da Ball, entre 2020 e 2023.</p>



<p>E ainda sobre escolha, outra novidade é a tampa com braile, presente hoje nas águas da Minalba Brasil e da Indaiá. Essa solução inovadora e inclusiva, que trouxe mais liberdade de escolha para pessoas cegas ou com baixa visão, foi fruto de uma parceria que envolveu um longo trabalho da Ball Corporation, líder mundial em embalagens sustentáveis de alumínio e pioneira na introdução de novas categorias de bebida na lata, com consultoria da Fundação Dorina Nowill para Cegos.</p>



<p>O crescimento exponencial do setor de latas encontra respaldo em uma mudança de mentalidade entre os consumidores brasileiros. De acordo com dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgados em janeiro deste ano, a preocupação com hábitos sustentáveis aumentou significativamente, uma elevação de 74% para 81% em 2023. Para os consumidores conscientes, a lata representa mais do que uma embalagem prática e segura; ela é 100% e infinitamente reciclável.</p>



<p>Essa consciência ambiental também está alinhada com a crescente preocupação sobre as alterações climáticas. O Relatório “Confiança e Alterações Climáticas” do Edelman Trust Barometer 2023, inclusive, revela que 93% das pessoas acreditam que as alterações climáticas representam uma ameaça séria e iminente para o planeta. O estudo também demonstrou que 67% das pessoas afirmam que existe uma lacuna significativa na forma como o padrão de vida atual exerce sobre o clima, em relação ao estilo ideal de consumo.</p>



<p>É para suprir essa demanda de um novo perfil de consumo que as empresas de bebida trabalham para adicionar a lata em seus portfólios de produtos. A embalagem de alumínio é reconhecida como a mais sustentável, pois é feita com aproximadamente 76% de conteúdo reciclado. Com alto conteúdo reciclado e alta taxa de reciclagem, o país evitou a emissão de 1,8 milhões de toneladas de gases de efeito estufa, consolidando uma economia verdadeiramente circular.</p>



<p>Além das credenciais sustentáveis, a lata é o que melhor representa a cadeia de reciclagem. Com o alumínio como substrato valorizado, é ela que, no pós-consumo, representa boa parte da renda de cerca de um milhão de catadores brasileiros.</p>



<p>Ao celebrarmos os 35 anos da lata de alumínio, é evidente que ela não é apenas uma embalagem, mas, sim, uma força impulsionadora de mudanças positivas no consumo de bebidas, alinhada às crescentes preocupações ambientais e sociais. A certeza de que a lata vazia, amassada e descartada corretamente voltará como nova às prateleiras em cerca de dois meses é o que mantém a economia circular, impulsionando o consumo consciente. Em um mundo em que buscamos constantemente por inovações que condizem com a saúde do meio ambiente, é importante reconhecermos, também, as invenções que são sustentáveis e revolucionárias.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="805" src="https://www.embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/7_ED414-sustentabilidade_img1.jpg" alt="anuncio de realidade aumentada da massfar" class="wp-image-1731" srcset="https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/7_ED414-sustentabilidade_img1.jpg 600w, https://embanews.com.br/wp-content/uploads/2024/10/7_ED414-sustentabilidade_img1-224x300.jpg 224w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>
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