
Ao longo da vida (e da carreira), vamos colecionando experiências que nem sempre cabem no currículo.
A gente aprende a se comportar, a medir palavras, a se moldar pra caber. A prende que no mundo corporativo não basta entregar resultado — é preciso jogar o jogo, entender os códigos, entrar nos círculos certos.
Só que chega uma hora — pra alguns cedo, pra outros depois de muitos cargos — em que surge uma pergunta incômoda: “Até onde eu sou eu… e até onde sou o que esperam que eu seja?”
Essa pergunta não é fraqueza. É força. É sinal de que você está se olhando com mais verdade.
E nesse momento, vale lembrar:
- Você é a soma de tudo que viveu.
- Dos acertos e das quedas.
- Dos desafios que superou e dos limites que precisou impor.
- Dos ambientes em que floresceu e daqueles em que só resistiu.
Nem sempre vai ser confortável, mas sempre será valioso.
Então, antes de se cobrar por ainda estar “se encontrando”, reflita:
Você já construiu muito. E ainda tem muito pra (re)construir — do seu jeito.
Lembre-se: “Talvez a sua maior entrega não esteja na próxima meta… mas na próxima versão de você mesmo.”
Graduado em Química com especialização em Engenharia de Embalagens, possuindo 20 anos de experiência profissional na área de embalagens nos segmentos Cosmético, Alimentício e Limpeza.

